5 de outubro de 2015

Capítulo 6 - Zoey

— Obrigado, Heath — eu suprimi um suspiro enquanto Heath andava até mim e, com um sorriso me oferecia um Doritos e uma lata de Coca.
— Z, se você está mesmo bem eu gostaria de ir encontrar Jack e me certificar que Duquesa está bem, então vou dormir por um pouco de eternidade — Damien disse.
— Sem problemas — eu disse rapidamente, sem querer que Damien dissesse algo sobre minha memória de A-ya para Heath.
— Onde está Erik? — Stevie Rae perguntou a Heath enquanto eu abria a lata de Coca.
— Ele ainda está lá fora dando uma de rei do castelo.
— Você encontrou alguma coisa depois que sai? — A voz de Stevie Rae de repente ficou tão afiada que vários calouros vermelhos desviaram o olhar da cantoria de Maria e os Von Trapps.
— Minhas coisas favoritas.
— Nah, ele é só um saco checando o que Dallas e eu já olhamos. — Dallas olhou para cima do seu lugar na TV, ou ouvir o som do seu nome. — Tudo está bem aqui, Stevie Rae. — Stevie Rae fez um movimento de venha aqui para Dallas, e ele se apressou para se juntar a nós. Ela baixou a voz e disse, — Me conte tudo.
— Eu já te disse lá fora antes de vir pra cá — Dallas disse, os olhos dele se arrastando de volta a tela da TV e os pôneis de cor creme... strudel de maçã fresca... Stevie Rae bateu no braço dele.
— Dá pra prestar atenção? Não estou mais lá fora. Estou aqui. Me conte tudo de novo. — Dallas suspirou, voltou sua atenção para ela e deu um sorriso fofo e indulgente.
— Ok, ok. Mas só porque você perguntou de forma tão gentil. — Stevie Rae franziu para ele enquanto ele continuava. — Erik, Johnny B, o Heath aqui — ele pausou e acenou para Heath, — e eu – procuramos como você nos disse, o que não foi divertido porque o gelo é muito escorregadio e está super frio lá fora. — Ele pausou. Stevie Rae encarou silenciosa até que ele continuou. — De qualquer forma, como você já sabe, estávamos fazendo isso enquanto você fazia busca na Rua 21. Depois de um tempo voltamos para a gruta. Foi quando te falamos que encontramos aqueles três corpos na Lewis esquina com a Rua 21. Você nos disse para cuidar deles. Então saiu. Então fizemos o que você disse, e então Heath e Johnny B entraram para se secar, comer, e ver TV. Eu acho que Erik ainda está lá fora patrulhando.
— Porque? — A voz de Stevie Rae era tão afiada. Dallas deu de ombros.
— Pode ser como Heath disse. O cara é um chato.
— Corpos? — disse Irmã Mary Angela. Dallas acenou.
— Yeah, encontramos Corvos Escarnecedores mortos. Darius atirou neles quando estavam voando, porque eles tinham buracos de bala neles.
A Irmã Mary Angela baixou a voz. — E o que você fez com as criaturas mortas?
— Coloquei em uma lixeira atrás da abadia como Stevie Rae disse. Está congelando lá. Eles vão ficar lá. E nenhum caminhão de lixo vai pegar nada tão cedo, com o gelo e tudo mais. Achamos que eles podem ficar lá até decidirmos o que fazer com eles.
— Oh! Oh, nossa! — O rosto da freira ficou pálido.
— Você os colocou em uma lixeira? Eu não mandei você colocar eles na lixeira! — Stevie Rae praticamente gritou. A Irmã Mary Angela nos chamou para seguir ela, e nós cinco saímos rapidamente do porão, subindo a escadaria, até o corredor da abadia.
— Dallas, eu não acredito que você os colocou na lixeira! — Stevie Rae gritou assim que estávamos longe dos outros.
— O que você esperava que a gente fizesse com eles, cavássemos um túmulo e fizéssemos missa? — Dallas disse, então ele olhou para a Irmã Mary Angela. — Desculpe, eu não queria blasfemar, Irmã. Meu pais são católicos.
— Você não quis ofender, tenho certeza filho — disse a freira, soando um pouco abatida. — Corpos... eu – eu não tinha pensando em corpos.
— Não se preocupe com isso, Irmã. — Heath deu tapinhas nas costas dela de forma estranha. — Você não tem que mexer com eles. Eu entendo o que você está sentindo. Essa coisa toda: o cara com asas, Neferet, os Corvos Escarnecedores, bem, é tudo duro demais para –
— Eles não podem ficar em uma droga de lixeira — Stevie Rae falou por cima de Heath como se não tivesse ouvido ele. — Não é certo.
— Porque não? — eu perguntei calmamente. Eu fiquei quieta até ali porque eu estava estudando Stevie Rae, observando de perto enquanto ela ficava mais e mais transtornada. Stevie Rae de repente não parecia ter problemas em me olhar nos olhos.
— Porque não é certo, por isso — ela repetiu.
— Eles são monstros que são parte imortal e que teriam tentado seu melhor para nos matar em um segundo se Kalona tivesse mandado — eu disse.
— Parte imortal e parte o que? — Stevie Rae me perguntou. Eu franzi para ela, mas Heath respondeu antes de eu poder.
— Parte ave?
— Não. — Stevie Rae nem olhou para ele. Ela continuou a me encarar. — Não parte ave, essa é a parte imortal. Em seu sangue eles são parte imortal e parte humano. Humano, Zoey. Eu sinto pena da parte humana, e eu acho que eles merecem mais do que ser atirados no lixo. — Tinha algo sobre o olhar dela – algo sobre o som da sua voz – que realmente me incomodou. Eu respondi com a primeira coisa que me veio à mente.
— É necessário mais do que um acidente de sangue para me fazer sentir pena de alguém.
Os olhos de Stevie Rae piscaram e o corpo dela se afastou, como se eu tivesse dado um tapa nela. — Acho que essa é uma diferença entre você e eu. — De repente eu percebi porque Stevie Rae era capaz de sentir pena dos Corvos Escarnecedores. De um jeito estranho, ela devia se ver neles. Ela morreu e então, devido o que eu suponho que ela chama de “acidente” ela ressuscitou sem sua humanidade. Então, devido a outro “acidente,” ela conseguiu sua humanidade de volta. Olhando assim, acho que ela sentia pena deles porque ela sabia como era ser parte monstro e parte humano.
— Hey — eu disse suavemente, desejando que ela e eu estivéssemos de volta na House of Night e pudéssemos conversar facilmente como antigamente. — Tem uma grande diferença entre um acidente causado e algo nascer problemático, e algo terrível que acontece depois que alguém nasce. Por um lado você foi feita da forma que é – do outro, algo tentou te mudar para algo que você não é.
— Huh? — Heath disse.
— Eu acredito que o que Zoey está tentando dizer é que ela entende porque Stevie Rae pode simpatizar com os Corvos Escarnecedores mortos, mesmo quando não tem nada em comum com eles — disse Irmã Mary Angela. — E Zoey está certa. Aquelas criaturas são seres negros, e embora eu, também, fique desconcertada com suas mortes, eu entendo que eles precisavam morrer. — O olhar de Stevie Rae deixou o meu.
— As duas estão erradas. Não é isso que estou pensando, mas não vou mais falar sobre isso. — Ela começou a descer pelo corredor, se afastando rapidamente de nós.
— Stevie Rae? — Eu a chamei. Ela nem olhou para mim. — Eu vou encontrar Erik, me certificar que tudo está realmente bem lá fora, e então vou fazer ele entrar. Falo com você depois. — Ela virou e desapareceu pela porta que eu assumi que levava para fora, batendo ela forte.
— Normalmente ela não age assim — Dallas disse.
— Eu vou rezar por ela — Irmã Mary Angela sussurrou.
— Não se preocupe — Heath disse. — Ela volta logo. O sol está pronto para nascer.
Eu passei a mão pelo meu rosto. O que eu deveria ter feito era seguir Stevie Rae lá pra fora, encurralar ela, e fazer ela me dizer exatamente o que estava acontecendo. Mas eu não podia lidar com mais um problema naquele instante. Eu nem tinha lidado com minha memória de A-ya. Eu podia sentir ela no fundo da minha mente, com um segredo culposo.
— Zo, você está bem? Você está parecendo que precisa dormir. Todos precisamos — Heath disse, bocejando. Eu pisquei e dei a ele um sorriso cansado.
— Yeah, isso é verdade. Vou pra cama. Mas primeiro quero checar Stark bem rapidinho.
— Muito rapidinho — Irmã Mary Angela disse.
Eu acenei. Sem olhar para Heath eu disse — Ok, bem, hum. Vejo vocês às oito horas mais ou menos.
— Boa noite, criança. — Irmã Mary Angela me abraçou e sussurrou, — e que nossa Senhora te abençoe e cuide de você.
— Obrigada, Irmã — eu sussurrei em resposta, abraçando ela com força.
Quando eu a soltei, Heath me surpreendeu pegando minha mão. Eu dei a ele um olhar interrogativo. — Eu te levo até o quarto de Stark — ele disse. Me sentindo derrotada, eu dei nos ombros, e ele e eu começamos a andar pelo corredor, de mãos dadas. Nós não falamos nada; só andamos. A mão de Heath era quente e familiar na minha e era muito fácil caminhar ao lado dele. Eu estava começando a relaxar quando Heath limpou a garganta. — Hey, uh, eu quero me desculpar por aquela merda lá fora mais cedo com Erik e eu. Foi idiota. Eu não deveria ter deixado ele me atingir — Heath disse.
— Você tem razão – você não deveria, mas ele pode ser bem irritante — eu disse. Heath sorriu.
— Nem me fale. Você vai largar ele logo, não vai?
— Heath, não vou falar de Erik com você. — O sorriso dele ficou maior. Eu virei os olhos. — Você não me engana. Eu te conheço bem demais. Você não gosta de caras mandões.
— Só cala a boca e anda — eu disse, mas apertei a mão dele, e ele apertou a minha. Ele tinha razão – eu não gostava de caras mandões, e ele me conhecia muito, muito bem. Chegamos em uma virada no corredor. Tinha uma ótima janela com uma alcova na frente, completa com um banco que parecia perfeito para leitura. No parapeito tinha uma linda estatua de Maria com várias velas queimando em seus lados. Heath e eu diminuímos a velocidade, pausando na janela.
— Isso é muito bonito — eu disse suavemente.
— Yeah, eu nunca prestei muita atenção em Maria. Mas todas as estátuas dela iluminadas por velas são legais. Você acha que a freira tem razão? Maria pode ser Nyx e Nyx ser Maria?
— Não faço ideia.
— Nyx fala com você?
— Yeah, às vezes, mas o assunto da mãe de Jesus não apareceu — eu disse.
— Bem, eu acho que você deveria perguntar a ela da próxima vez.
— Talvez eu pergunte — eu disse. Ficamos parados ali, de mãos dados e observando a maneira como a chama amarela quente dançava ao redor da estátua. Eu estava pensando sobre o quão bom seria se minha deusa me visitasse durante uma época que não estivesse cheia de estresse de vida-ou-morte quando Heath falou:
— Então ouvi que Stark se jurou a servir você como Guerreiro. — Eu o estudei cuidadosamente, procurando sinais de que ele estivesse irritado ou com ciúmes, mas tudo que vi em seus olhos azuis era curiosidade.
— Yeah, ele jurou.
— Dizem que isso é um laço muito especial.
— Yeah, é — eu disse.
— Ele é o cara que não erra uma flecha, certo?
— Certo.
— Então você ter ele do seu lado é meio como ser protegida pelo Exterminador? — Isso me fez sorrir.
— Bem, ele não é tão grande quanto Arnold, mas acho que é uma boa comparação.
— Ele também te ama?
A pergunta dele me pegou desprevenida, e eu não sabia exatamente o que dizer. Como ele fazia desde que estávamos no ensino fundamental, Heath parecia saber exatamente a coisa certa a se dizer.
— Só me conte a verdade, só isso.
— Yeah, eu acho que ele me ama.
— E você a ele?
— Talvez — eu disse relutante. — Mas não muda como me sinto sobre você.
— Mas o que isso significa pra mim e você hoje? — Era estranho como as palavras dele ecoavam a pergunta de Aphrodite sobre onde a memória de A-ya deixava Kalona e eu. Eu me senti sobrepujada porque eu não tinha uma resposta para nenhum deles; eu esfreguei a dor de cabeça que estava começando a surgir na minha têmpora direita.
— Eu acho que isso nos deixa com um Imprint e irritados. — Heath não disse nada. Ele só me olhou daquele jeito doce e triste, que dizia mais sobre o quanto eu estava magoando ele do que uma dúzia de gritos entre nós, teria feito. Ele estava quebrando meu coração.
— Heath, eu sinto muito. Eu só... eu só... — Minha voz se quebrou e eu tentei de novo. — Eu só não sei sobre muitas coisas agora.
— Eu sei. — Heath sentou no banco e estendeu seu braço para mim. — Zo, venha aqui.
Eu balancei a cabeça. — Heath, não posso –
— Não estou pedindo nada de você — ele me interrompeu firmemente. — Vou te dar algo. Vem aqui.
Quando eu apenas olhei para ele em confusão, ele suspirou, se esticando, pegou minhas mãos, e gentilmente trouxe meu corpo duro e sem resistência no seu colo e então em seus braços. Ele me segurou, descansando sua bochecha no topo da minha cabeça, como ele fazia desde que ele ficou maior que eu lá pela oitava série. Meu rosto estava pressionado contra o seu pescoço e eu inalei seu cheiro. Era a fragância da minha infância – longas noites de verão sentada no quintal perto do mosquiteiro enquanto ouvíamos música e conversávamos – de festas depois dos jogos onde eu fiquei confortável e onde muitas garotas (e caras também) falavam sobre seus grandes passes – nas noites longas se beijando e de paixão que vinha com a descoberta do amor. E eu percebi de repente que enquanto eu estava respirando familiaridade e segurança, eu também estava relaxando. Com um suspiro, eu me aninhei nele.
— Melhor? — Heath murmurou.
— Melhor — eu disse. — Heath, eu realmente não sei –
— Não! — Os braços dele se apertaram ao meu redor e então gentis de novo. — Agora não se preocupe com Erik ou eu ou o aquele cara novo. Agora só lembre de nós. Lembre-se como tem sido entre nós a anos. Estou aqui por você, Zo. Por toda a merda que eu não consigo realmente entender, estou aqui. E pertencemos um ao outro. Meu sangue diz isso.
— Por quê? — eu perguntei, ainda em seus braços. — Porque ainda está aqui, ainda disposto a estar comigo mesmo quando sabe sobre Erik e Stark?
— Porque eu te amo — ele disse simplesmente. — Eu te amo desde que consigo lembrar, e vou te amar pro resto da minha vida.
Lágrimas feriram meus olhos e eu pisquei com força, tentando não chorar. — Mas Heath, Stark não vai sumir. E eu não sei o que vou fazer sobre Erik.
— Eu sei.
Eu respirei fundo e exalei, então disse, — E dentro de mim existe uma conexão com Kalona que eu não posso impedir.
— Mas você disse não a ele e o espantou.
— Eu disse, mas eu – eu tenho memórias que estão presas em minha alma, e elas tem a ver com quem eu era numa época diferente, e durante essa vida, eu estava com Kalona.
Ao invés de me fazer um zilhão de perguntas, ou me afastar, seus braços se apertaram ao meu redor.
— Vai ficar tudo bem — ele disse, soando como se realmente tivesse falado sério. — Você vai dar um jeito em tudo isso.
— Eu não vejo como. Eu nem sei o que fazer com você.
— Não tem nada para fazer comigo. Estou com você. E é isso. — Ele pausou e então acrescentou rapidamente, como se quisesse tirar as palavras da sua boca, — se eu tenho que te dividir com vampiros, eu vou.
Ainda nos braços dele, eu me inclinei para trás para poder encontrar seus olhos. — Heath, você é ciumento demais para eu acreditar que está tudo bem se eu estiver com outro cara.
— Eu não disse que por mim estaria tudo bem. Eu definitivamente não vou gostar, mas eu não quero ficar sem você, Zoey.
— Isso é estranho demais — eu disse. Ele pegou meu queixo com sua mão quando tentei desviar o olhar.
— Yeah, é estranho. Mas a verdade é, desde que tivemos o Imprint eu tenho algo com você que mais ninguém tem. Eu posso te dar algo que nenhum daqueles futuros grandes e malvados Dráculas sequer podem tocar. Eu posso te dar algo que nem um imortal pode tocar.
Eu encarei ele. Os olhos dele estavam brilhantes com lágrimas. Ele parecia tão mais velho do que seus 18 anos que eu quase me assustei. — Eu não quero te deixar triste — eu disse. — Eu não quero avacalhar com sua vida.
— Então pare de tentar me afastar de você. Pertencemos juntos.
Ok, eu percebi que era errado da minha parte, mas ao invés de responder ele e discutir que a gente ficar juntos não ia funcionar, eu me aninhei em seus braços e deixei ele me segurar. O jeito que ele me segurou era perfeito. Ele não tentou me beijar. Ele não me apalpou, ou ficou muito apertado contra mim. Ele não tentou me pegar. Ele nem se ofereceu para ser cortado e me deixar beber seu sangue, o que teria automaticamente deixado solta a paixão entre nós que iria queimar nosso controle. Heath me segurou gentilmente e murmurou o quanto me amava. Ele me disse que tudo ficaria bem. Eu podia sentir seu batimento contra o meu. Eu podia sentir o seu sangue rico e forte, que estava ali, tão quente e próximo, mas naquele momento, o que eu precisava mais do que o sangue com Imprinted dele era a familiaridade, nosso passado, e a força de seu entendimento. E naquele momento Heath Luck, meu namorado do colégio, se tornou verdadeiramente meu consorte.

8 comentários:

  1. Oh, minha deusa!
    Só tem um jeito pra todos esses caras, um jeito nada agradável.
    Só não sei com quem isso vai acontecer. (droga)
    Só ñ digo o que acho por que pode ser spoiler >-<

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  2. Deus do céu tá até consigo engolir vampiros corvos humanos semi-deuses e magia mas tô com muita dificuldade de aceitar trez caras dividindo descaradamente uma garota que consegue acabar cm qualquer um com poderes mágicos e ser a favorita de uma mega deusa mas não consegue simplesmente escolher e ficar cm um sem que a X**a entre no meio e faça ela sr derreter...... Só em livros msm mas a história é excelente fora isso kkkkk

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    1. Quatro se contar com Kalona😉

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  3. Deus do céu tá até consigo engolir vampiros corvos humanos semi-deuses e magia mas tô com muita dificuldade de aceitar trez caras dividindo descaradamente uma garota que consegue acabar cm qualquer um com poderes mágicos e ser a favorita de uma mega deusa mas não consegue simplesmente escolher e ficar cm um sem que a X**a entre no meio e faça ela sr derreter...... Só em livros msm mas a história é excelente fora isso kkkkk

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  4. nossa meu core ta em conflito amo heath esse fofo gostosos, tb to amando stark meu bad boy favorito e tenho uma quedinha por kalona aquele anjo é um pedaço de mal caminho ou o caminho inteiro. ta gosto mui do erick esse boy magia mandão,mas ñ ele cm z. prefiro os três primeiro ( sei q vcs ta pensando kalona ñ presta, mas eu tenho pena dele e espero q mude).

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  5. Amo o Heath demais, e se ele prefere ter uma Zoey que já é comprometida, ao invés de não ter ela de jeito nenhum, acho que ele seria um ótimo consorte. <3

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  6. ora da conta desde o primeiro livro ela ja ficou com lorem+ heath+ eric+ kalona=3vmpiros 1humano e 1 "anjo caido supostamente do mal"

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    1. Na verdade sua conta esta errada!! Bem, vamos prla ordem okay?! Olha:

      HEATH + ERIK + LOREN + STARK + KALONA (ai sim o resultado da sua conta estará certo! Poos vai ser) = 3 vampiros; 1 humano e 1 anjo caído supostamente do mal e completamente gostoso!

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