5 de outubro de 2015

Capítulo 38 - Zoey

— Stevie Rae! Você está mesmo bem? — Eu agarrei o celular, desejando que eu pudesse me levar de volta a Tulsa e ver com meus próprios olhos que minha amiga estava viva e bem.
— Z! Você soa preocupada. Não fique! Estou bem. Prometo. Foi um acidente idiota. Deusa, sou uma nerd.
— O que aconteceu?
— Bem, eu estava saindo da House of Night. Sou tão idiota. Eu deveria simplesmente ter ficado lá e esperado até amanhã para voltar para os túneis. Mas fui de qualquer forma. E então, escuta essa – eu pensei ter ouvido alguém no telhado! Então fui para lá porque já estava quase amanhecendo e eu pensei que um dos calouros vermelhos estivesse preso. Deusa, eu preciso checar minha audição. Era um gato. Um grande gato gordo ronronando para o telhado. Eu comecei a partir e, como a total descordenada que sou, eu cai e bati a cabeça com tanta força que desmaiei. Você não acreditaria na quantidade de sangue. Totalmente assustador.
— Você caiu do telhado? Logo antes do amanhecer? — eu queria passar pelo telefone e estrangular ela.
— Yeah. Eu sei. Não foi a coisa mais inteligente que já fiz. Especialmente já que eu acordei e o sol estava brilhando em cima de mim.
— Você queimou? — Meu estômago estava enjoado. — Eu quero dizer, você ainda, uh, está uma acabada?
— Bem, yeah. Eu comecei a queimar, e provavelmente foi isso que me acordou. E eu estou bem torrada. Mas poderia estar bem pior. Por sorte, eu tive tempo de correr apara aquela árvore perto do telhado. Lembra?
Eu sabia qual era a árvore. Ela tinha escondido algo que quase me matou. — Yeah, eu lembro.
— Então pulei na árvore, deslizei para baixo, e fiz a terra se abrir para fazer um pequeno buraco para mim. Como se um tornado estivesse vindo e eu estivesse em um parque para trailers.
— Foi aí que Lenobia te encontrou?
— Yeah. Lenobia e Erik. Ele foi muito gentil, por sinal. Não que eu ache que você deveria ficar com ele de novo, mas pensei que você gostaria de saber.
— Ok, bem. Fico feliz que esteja segura. — Eu pausei, sem ter certeza de como dizer a parte seguinte. — Uh, Stevie Rae, foi ruim para Aphrodite. Com o Imprint entre vocês duas e você estar ferida e tudo mais.
— Realmente sinto muito se machuquei ela.
— Machucou ela! Está brincando? Pensamos que ela fosse morrer. Ela estava queimando com você, Stevie Rae.
— Oh, minha deusa! Eu não sabia.
— Stevie Rae, espera um segundo. — Eu virei minhas costas para todo mundo que estava tentando ouvir minha conversa e fui até o incrível corredor. Candelabros brancos, com velas de verdade, davam uma luz quente para o estofados creme e dourado, me fazendo sentir como Alice no país das maravilhas conversando pela toca do coelho de um mundo totalmente diferente. — Ok, assim é melhor. Menos ouvidos por aqui — eu continuei. — Aphrodite disse que você estava presa. Ela tinha certeza disso.
— Z, eu tropecei e bati minha cabeça. Estou certa que Aphrodite sentiu meu pânico. Eu quero dizer, quando eu acordei estava queimando. Além do mais, caí sobre um lixo de metal no telhado, e estava presa nele. Estou te dizendo – quase morri de susto. Ela deve ter sentido isso.
— Então ninguém te agarrou? Você não estava presa em lugar nenhum?
— Não, Z — ela riu. — Isso é loucura. Mas daria uma história melhor do que eu tropeçar nos meus pés. — Eu balancei a cabeça ainda incapaz de compreender tudo.
— Foi assustador, Stevie Rae. Por um tempo pensei que ia perde vocês duas.
— Tudo está bem. Você não está me perdendo e nem a pé no saco da Aphrodite. Embora eu possa te dizer que não sinto muito por meu Imprint com ela ter quebrado.
— Ok, essa é outra parte estranha. Como aconteceu? Seu Imprint não quebrou nem quando Darius bebeu dela, e você sabe que eles tem uma coisa entre eles.
— O melhor que posso pensar é que eu estava perto de morrer do que eu pensava. Isso deve ter quebrado nosso Imprint. E não era como se quiséssemos ficar juntas. Talvez o negócio dela com o Darius tenha enfraquecido o Imprint.
— Não parecia que o Imprint entre vocês estava fraco — eu disse.
— Bem, ele se foi, então no final das contas, nosso Imprint estava bem próximo de se quebrar.
— Pelo que eu estava olhando, não pareceu fácil — eu disse.
— Bem, pela perspectiva da garota flamejante no sol, eu ainda posso dizer que aqui também não foi fácil — ela disse. Instantaneamente eu me senti mal pela forma que eu estava mandando perguntas para ela. Ela quase morreu (de vez), e eu estava aqui, querendo saber detalhes.
— Hey, sinto muito. Eu só estava tão preocupada, só isso. E foi horrível ver Aphrodite vivenciar sua dor.
— Eu deveria falar com ela? — Stevie Rae perguntou.
— Uh, não. Pelo menos agora não. Da última vez que eu a vi, Darius estava carregando ela até uma incrível escada até o que parecia uma suíte totalmente cara para que ela pudesse dormir por causa das drogas que os vampiros deram a ela.
— Oh, deus. Eles medicaram ela. Aphrodite vai gostar disso. — Nós rimos, e tudo ficou normal entre nós novamente.
— Zoey? O Alto Conselho está chamando a sessão. Você deve ir. — A voz de Erce me chamou do corredor.
— Eu tenho que trabalhar — eu disse.
— Yeah, eu ouvi. Hey, eu quero dizer algo para você que você precisa lembrar. Siga seu coração, Z. Mesmo que pareça que todos estão contra você, e que você possa estar cometendo um enorme erro. Siga o que o seu interior diz para você fazer. O que acontecer por causa disso, pode te surpreender — Stevie Rae disse. Eu hesitei e então disse o que passava em minha mente.
— E pode salvar sua vida.
— Sim — ela respondeu. — Pode.
— Precisamos conversar quando eu for para casa.
— Eu estarei aqui — ela disse. — Arrebenta, Z.
— Eu vou tentar — eu disse. — Tchau, Stevie Rae. Fico feliz por você não estar morta. De novo.
— Eu também. De novo. — Nós desligamos. Eu respirei fundo, arrumei meus ombros, e me preparei para encarar o Alto Conselho.

O Alto Conselho se reunia numa antiga catedral que estava perto do lindo palácio São Clemente. Era óbvio que uma vez tinha sido uma igreja católica, e eu me perguntei o que Irmã Mary Angela pensaria de como os vampiros tinham mudado ela. Eles evisceraram o lugar, fora as luminárias enormes que estavam presas por enormes correntes de bronze presas no teto, parecendo como algo que deveria ter sido suspenso magicamente por cima das mesas em Hogwarts. Eles tinham construído assentos circulares em um estilo que lembrava quando estudei a Idade Média. No chão de granito, sete cadeiras de mármore esculpidas estavam lado a lado. Eu pensei que elas eram bonitas, mas elas pareciam que podia fazer sua traseira adormecer ou congelar. Os vitrais originais da catedral foram mudados de Jesus ensanguentado na cruz e vários santos católicos a uma representação de Nyx, os braços erguidos segurando a lua crescente em suas mãos, um brilhante pentagrama perto dela. Nas outras janelas eu vi a versão em vitral dos quatro emblemas que simbolizavam o ano de cada calouro na House of Night. Eu estava olhando ao redor da catedral, pensando sobre o quão linda as janelas eram, quando notei a cena diretamente ao lado da imagem de Nyx – e eu senti como se tudo dentro de mim tivesse congelado. Era Kalona! Suas asas totalmente abertas, seu corpo bronzeado e musculoso nu e poderoso. Eu me senti começar a tremer. Stark pegou meu braço e o envolveu no dele, como se ele fosse um cavalheiro guiando sua dama por escadas de pedra de um anfiteatro até nosso acento perto do chão. Mas o toque dele era forte e firme, e ele falou baixo apenas para meus ouvidos, — Não é ele. É só uma antiga representação de Erebus, como o símbolo de Nyx lá.
— Mas parece o bastante com ele para eles pensarem que Kalona é mesmo Erebus — eu sussurrei freneticamente para Stark.
— Eles podem pensar. E é por isso que você está aqui — ele murmurou.
— Zoey e Stark, esses assentos são para você — Erce apontou para uma maré de assentos na frente e do lado das sete cadeiras. — O resto de vocês pode ir para a fileira lá atrás. — Ela apontou para Damien, Jack, e as Gêmeas cadeiras que estavam várias fileiras atrás de nós dizendo, — Lembrem-se, só podem falar quando o Conselho reconhecer você — Erce disse.
— Yeah, yeah, eu lembro. — Eu disse. Algo sobre Erce estava me irritando. Ok, ela era amiga de Lenobia, então eu queria gostar dela, mas desde do surto com Aphrodite, ela começou a agir como se fosse minha chefe e dos meus amigos. Eu insisti que Darius ficasse com Aphrodite, então eu basicamente observava sem dizer muito já que Erce tinha continuado a comentar as regras do Alto Conselho e O Que Não Fazer. Ok, um imortal caído é uma ex-Alta Sacerdotisa estavam tentando manipular o Alto Conselho Vampiro. Avisar eles disso não era mais importante do que ser educado? É claro, Damien, Jack, e as Gêmeas todos responderam intimidados, “oks.”
— Eu vou estar bom aqui atrás de você, sentado perto de Damien e Jack. Eu não estou sentindo amor nesse lugar para com os humanos, então eu vou procurar não chamar atenção — Heath disse.
Eu vi Stark trocar um longo olhar com ele. — Você cuide das costas dela — ele disse.
Heath acenou com a cabeça. — Eu sempre cuidarei das costas dela.
— Bom. Eu vou focar em todo o resto — Stark disse.
— Entendi — Heath disse. E eles não estavam brincando. Eles não estavam sendo sarcásticos ou testoranados ou excessivamente possessivos tipo de caras. Eles estavam tão preocupados que eles estavam trabalhando juntos. Isso me fez muito, muito paranóica.
Eu sei que isso é ridículo e imaturo, mas eu senti uma terrível falta da minha vó. Eu desejei com todas as minhas forças que eu estivesse estirada em sua casinha lá na fazenda de lavanda em Oklahoma, comendo pipoca que estava com muita manteiga, assistindo uma maratona de músicas de Rodgers e Hammersteis, e a pior coisa que eu tinha que me preocupar era como eu realmente não conseguia entender geometria.
— O Alto Conselho Vampirico!
— Lembre-se de levantar! — Erce sussurrou sobre o ombro dela para mim. Eu oprimi um rolar de olhos. A grande sala ficou em absoluto silêncio. Eu levantei com todos os outros, e então observei com admiração enquanto 7 das mais perfeitas criaturas que eu já tinha visto entraram na sala. Todos do Alto Conselho eram mulheres, mas isso eu já sabia. Nossa sociedade é matriarcal, então entendeu-se que o conselho governante seria de mulheres. Eu sabia que elas eram velhas, mesmo para vampiros, e elas eram. Claro que você não podia dizer suas idades apenas olhando para elas. Tudo que se podia dizer era como incrivelmente bonitas e espantosamente poderosas elas eram. De um lado isso me deu um pouco de prazer de ver a prova que mesmo que vampiros envelheçam e, eventualmente morram, eles não ficam horrivelmente parecendo com shar-pei e cheios de rugas. De outro lado, a sensação de poder que elas transmitiam eram totalmente intimidante. Só de pensar em falar em frente a elas, sem esquecer os outros severos e silenciosos vampiros na Catedral, fazia meu estômago querer virar do avesso. Stark cobriu minha mão com a dele e apertou. Eu segurei apertado a mão dele, desejando que eu fosse mais velha e mais inteligente e, muito francamente, uma melhor oradora. Eu ouvi o som de outra pessoa entrando no salão e me virei para ver Neferet e Kalona andando confiantemente escada abaixo para preencher dois lugares vazios na mesma fileira traseira que nós estávamos, só que eles dois sentaram diretamente em frente ao Alto Conselho. Como se elas tivessem esperado para eles chegarem, o Conselho sentou, sinalizando para nós que estava ok para nos sentarmos, também.
Foi difícil não encarar Neferet e Kalona. Ela sempre tinha sido bonita, porém em apenas poucos dias desde que eu a tinha visto, ela tinha mudado. O ar ao redor dela parecia vibrar com poder. Ela estava usando um vestido que me lembrava da antiga Roma, flutuante como uma toga. Isso a fazia parecer uma rainha. Ao lado dela Kalona estava espetacular. Soa estúpido dizer que ele estava só meio vestido: ele estava com calças pretas – sem camisa – sem sapatos, mas ele não parecia estúpido. Ele parecia como um deus que tinha decidido andar na terra. As asas dele se moviam ao seu redor como uma capa. Eu sabia que os olhos de todos estavam nele, mas quando ele olhou para mim e nossos olhares se encontraram, o mundo sumiu e havia apenas Kalona e eu. A memória de nosso último sonho queimou entre nós. Eu vi nele o guerreiro de Nyx, o incrível ser que tinha ficado ao lado dela e então caído porque ele a amava demais. E nos olhos dele e vi vulnerabilidade e uma clara pergunta. Ele queria saber se eu podia acreditar nele. Em minha mente eu ouvi as palavras dele: E se eu só sou mal com Neferet? E se a verdade é que se eu estivesse com você, eu poderia escolher o bem? Minha mente ouvia as palavras e as rejeitava de novo. Meu coração era outra coisa. Ele tinha tocado meu coração, e mesmo que fosse ter que recusar ele – fingir que ele não tinha me ganhado – naquele momento eu queria que ele visse a verdade em meus olhos. Então eu mostrei a ele meu coração e deixei meus olhos dizerem a ele o que eu sabia que nunca diria. A resposta de Kalona foi sorrir com tal delicadeza que eu tive que desviar o olhar rapidamente.
— Zoey? — Stark sussurrou.
— Eu estou bem — eu sussurrei de volta automaticamente.
— Fique forte. Não deixe ele alcançar você. — Eu acenei. Eu podia sentir as pessoas olhando para mim com mais do que apenas a curiosidade normal por causa de minhas tatuagens. Eu olhei por cima do ombro para ver Damien, Jack, e as Gêmeas olhando como idiotas para Kalona. Então eu vi os olhos de Heath. Ele não estava olhando para Kalona. Ele estava me encarando, obviamente preocupado. Eu tentei sorrir para ele, mas a expressão parecia mais com um sorriso culpado.
Então o Membro do Conselho falou, e eu fiquei aliviada por focar minha atenção nela. — O Alto Conselho está reunido para uma sessão especial. Eu, Duantia, inicio a sessão. Que Nyx empreste sua sabedoria e orientação para nós.
— Que Nyx empreste sua sabedoria e orientação para nós — entoou o resto do salão. Durante o relatório de Ence, ela nos contou os nomes dos membros do Conselho, e descreveu cada uma delas, e por ela eu fiquei sabendo que Duantia era o membro sênior, então era tarefa dela iniciar a sessão e decidir quando a sessão deveria terminar. Eu a encarei. Era inacreditável que ela tivesse centenas de anos, e fora uma intensa confiança e poder que ela emanava, seu único sinal de idade era que seu grosso cabelo castanho estava matizado de prata. — Temos mais perguntas para Neferet e o ser que se auto proclama Erebus. — Eu vi os olhos verdes de Neferet se cerrarem apenas levemente, embora ela tenha acenado graciosamente para Duantia. Kalona ficou de pé e reverenciou o Conselho.
— Merry Meet de novo — ele saudou Duantia e acenou para cada um dos outros seis membros do Conselho. Várias delas acenaram em resposta.
—Temos perguntas sobre suas origens — Duantia disse.
— É natural que tenha — Kalona disse. Sua voz era profunda e rica. Ele soava humilde e razoável e muito, muito honesto. Eu acho que eu, junto com todo mundo presente, queria ouvir ele, quer acreditasse ou não no que ele ia dizer. E então eu fiz algo que era tolo e totalmente infantil. Como uma garotinha eu fechei meus olhos e rezei mais para Nyx do que já tinha rezado antes na vida. Por favor, deixe ele falar apenas a verdade. Se ele contar a verdade, talvez exista esperança para ele.
— Você diz que é Erebus que veio a terra — disse Duantia.
Eu abri meus olhos para ver o sorriso de Kalona e a resposta com ele, — Eu sou, de fato, um ser imortal.
— Você é consorte de Nyx, Erebus? — Diga a verdade! Eu gritei na minha mente. Diga a verdade!
— Eu uma vez permaneci ao lado de Nyx. Então caí na terra. Agora estou aqui na –
— Ao lado da deusa encarnada — Neferet interrompeu, parada ao lado de Kalona.
— Neferet, já sabemos seu ponto de vista sobre quem é esse imortal — Duantia disse. Ela não ergueu sua voz, mas suas palavras eram afiadas, seu tom claro. — O que queremos é ouvir mais do próprio imortal.
— Como qualquer consorte faria, eu me curvo a minha mestra vampira — Kalona disse, fazendo uma leve reverência a Neferet que deu a ele um sorriso triunfante que me fez cerrar os dentes.
— Você espera que acreditamos que a encarnação de Erebus nessa terra não tem vontade própria?
— Seja na terra ou ao lado de Nyx no reino da deusa, Erebus é devotado a sua amante, e seu desejo reflete o dela. Eu posso te dizer que eu sei a verdade dessas palavras por experiência pessoal — Kalona disse. E ele estava falando a verdade. Como guerreiro de Nyx ele tinha testemunhado a dedicação de Erebus a sua deusa. É claro que o jeito que ele respondia fazia parecer que ele estava alegando ser Erebus – sem de fato dizer algo que não fosse verdade. Mas não é para isso que você rezou para ele fazer? Dizer apenas a verdade?
— Porque você deixou o reino de Nyx? — perguntou outro membro do Conselho, uma que não tinha acenado boas vindas a ele.
— Eu caí. — Kalona olhou do membro do Conselho para mim e falou o resto da sua resposta como se eu e ele estivéssemos sozinhos no salão. — Eu escolhi partir porque eu não acreditava mais que eu servia bem a minha deusa. A princípio parecia que eu tinha cometido um terrível erro, e então me ergui da terra para encontrar um novo reino e uma nova amante. Ultimamente eu comecei a acreditar que eu poderia, de fato, servir minha deusa de novo, só que dessa vez através de sua representante na terra.
As graciosas sobrancelhas de Duantia se ergueram enquanto ela seguia o olhar dele, que parou em mim. Os olhos dela se arregalaram apenas levemente. — Zoey Redbird. O Conselho te reconhece.

3 comentários:

  1. Resumindo em uma palavra:

    CARALHOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

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  2. Resumindo em uma palavra:

    Fudeu

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  3. Muito perspicaz esse Kalona, quero só ver, tomara que a Zoey ache um jeito de contradizê-lo.

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