5 de outubro de 2015

Capítulo 35 - Stevie Rae

Stevie Rae sabia que ela ia morrer, e que dessa vez seria definitivo. Ela estava assustada, mais do que na vez em que sangrou até a morte nos braços de Zoey e cercada por seus amigos. Dessa vez era por traição e não um fato biológico. A dor em sua cabeça era terrível. Ela tocou cuidadosamente a parte de trás de sua cabeça. Sua mão voltou encharcada de sangue. Seus pensamentos estavam confusos. O que havia acontecido? Stevie Rae tentou sentar-se, mas uma tontura terrível a impediu e, com um gemido, ela vomitou, chorando com a dor que o movimento causara. Então, ela caiu de lado e rolou para longe do vômito. Foi aí que seu olhar nublado por lágrimas chegou à grade de metal acima dela e o céu além daquilo – um céu que estava ficando cada vez menos cinza e mais azul. Suas memórias retornaram rapidamente e o pânico fazia com que sua respiração saísse em arfadas curtas. Eles prenderam ela e o sol estava nascendo! Mesmo agora, com a grade acima de sua cabeça e a lembrança da traição fresca em sua memória, Stevie Rae não queria acreditar naquilo. Outra onda de náusea a tomou e ela fechou os olhos, tentando readquirir o equilíbrio. Enquanto seus olhos se mantivessem fechados, ela podia controlar a tontura horrível e seus pensamentos clarearam. Os calouros vermelhos fizeram isso. Nicole se atrasou para o encontro. Não que isso fosse chocante, mas Stevie Rae estava irritada e cansada de esperar, então estava prestes a sair dos túneis vazios e voltar à House of Night quando Nicole e Starr finalmente surgiram no porão. Elas estavam rindo e fazendo piadas uma com a outra, e era óbvio que tinham acabado de se alimentar – suas bochechas estavam coradas e seus olhos brilhavam vermelhos com o sangue fresco. Stevie Rae tentou falar com elas. Na verdade, ela tentou convencê-las a retornar à House of Night com ela. As duas calouras vermelhas passaram um tempo longo sendo sarcásticas e dando desculpas cretinas para não ir com ela: “Nah, os vampiros não nos deixam comer porcaria e nós adoramos uma!” e “a Escola de Ensino Médio Will Rogers é no final da rua com a Quinta. Se eu quiser ir à escola, vou até lá – depois de escurecer – para jantar.” Mesmo assim, ela tentou ser séria e lhes dar boas razões para voltar para a escola, não só porque é seu lar, mas porque há muito sobre ser uma vampira que elas ainda não sabiam – que nem Stevie Rae sabia. Elas precisavam da House of Night. Elas riram dela, a chamaram de velha, e afirmaram que estavam muito bem no depósito, especialmente agora que o tinham para si. Foi então que Kurtis entrou no porão, parecendo sem fôlego e animado. Stevie Rae lembrou-se de ter um mau pressentimento no segundo em que pôs seus olhos nele. A verdade é que ela nunca gostou daquela criança. Ele era um fazendeiro de porcos grande e burro de Oklahoma que pensava que mulheres estavam um passo abaixo dos suínos na escala caipira de valor. — Beleza, eu achei e mordi ele! — Ele vangloriava-se. — Aquela coisa? Você só pode estar brincando. Ele tinha um cheiro horrível. — Nicole havia dito. — É, e como você fez para ele ficar quieto enquanto o comia? — Starr perguntou. Kurtis limpou a boca com a manga da roupa. Uma mancha de vermelho surgiu em sua camisa e o cheiro dela atingiu Stevie Rae, chocando-a por completo. Rephaim! Aquele era o sangue de Rephaim. — Eu o nocauteei primeiro. Não foi difícil, com aquela asa quebrada e tal. — Do que você está falando? — Stevie Rae vociferou para Kurtis. Estupidamente, ele piscou para ela. Ela estava prestes a segurá-lo e sacudi-lo, talvez até abrir a terra para que ela engolisse seu corpo imenso e estúpido, quando ele finalmente respondeu. — Estou falando do menino-pássaro. Como vocês chamam eles, Corvos Escarnecedores? Um deles apareceu aqui. Estivemos perseguindo ele por todo o depósito. Nikki e Starr cansaram de procurar ele e foram dar uma mordida nos clientes noturnos do Taco Bell, mas eu estava com vontade de comer frango. Então, continuei perseguindo ele. Tive que encurralá-lo no telhado de uma daquelas torres, você sabe, aquela mais distante, longe da árvore. — Kurtis apontou para cima e para a esquerda. — Mas eu peguei ele. — Ele tinha um gosto tão ruim quanto o cheiro? — O choque e a curiosidade de Nicole eram tão óbvios quanto sua repulsa. Kurtis encolheu seus ombros largos. — Ei, eu como qualquer coisa. Ou qualquer um. — Todos caíram na gargalhada. Menos Stevie Rae. — Você tem um Corvo Escarnecedor no telhado? — Sim. Não sei por que diabos ele estava aqui em primeiro lugar. Ainda mais machucado daquele jeito. — Nicole ergueu uma sobrancelha para ela. — Pensei que você tinha dito que era seguro voltar à House of Night porque Neferet e Kalona se foram. Parece que eles deixaram algumas coisas para trás, hein? Talvez eles nem tenham realmente ido embora. — Eles se foram. — Stevie Rae disse, indo em direção à porta para o porão. — Então, nenhum de vocês vai voltar para a escola comigo? — Três cabeças acenaram negativamente enquanto os olhos vermelhos seguiam cada movimento dela. — E os outros? Onde eles estão? — Nicole encolheu os ombros. — Onde querem estar. Da próxima vez que os vir, direi a eles que você acha que deviam voltar à escola. Kurtis riu alto. — Ei, essa é ótima! Vamos voltar para a escola! Como se isso fosse algo que realmente quiséssemos fazer? — Olha, eu preciso ir. Já está quase amanhecendo. Mas eu não terminei de falar com vocês. E vocês deviam saber que eu posso querer trazer os outros calouros vermelhos para viver aqui, mesmo que nós sejamos oficialmente parte da House of Night. E, se isso acontecer, vocês podem ficar conosco e agir direito ou ir embora. — Que tal isso: o que acha de manter os seus calouros viadinhos na escola e nós ficarmos aqui porque é aqui que vivemos agora — Kurtis disse. Stevie Rae parou de caminhar em direção a saída. Como se isso fosse uma segunda natureza dela, ela sentia que era uma árvore com raízes crescendo para baixo, para baixo, dentro de uma terra inacreditável. Terra, por favor, venha a mim. No porão, já subterrâneo e cercado por seu elemento, era fácil trazer o poder através de seu corpo. Enquanto ela falava, o chão tremeu com a força de sua irritação. — Só vou dizer isso mais uma vez. Se eu trouxer os calouros vermelhos aqui, isso será nosso lar. Se vocês agirem direito, poderão ficar. Se não, irão sair. — Ela bateu o pé e o depósito inteiro tremeu, fazendo o reboco cair do teto baixo do depósito. Então, Stevie Rae respirou fundo, se acalmando e imaginando a energia que chamara saindo de seu corpo e voltando a terra. Quando ela falou de novo, sua voz soou normal e a terra não tremeu. — Então, decidam-se. Eu volto amanhã à noite. Até mais. — Sem olhar para eles de novo, Stevie Rae correu para fora do porão, através do labirinto de lixo e caixas de metal espalhadas casualmente ao redor do piso que levava ao depósito abandonado às escadas de pedra que iam do estacionamento no nível das trilhas do trem até o nível da rua do que já fora uma estação de trem agitada. Ela precisava ser cuidadosa enquanto corria escada acima. Tinha parado de nevar e o sol aparecera no dia anterior, mas a noite trouxera temperaturas baixas e quase tudo que derreteu voltou a se congelar. Ela chegou na rotatória e na grande entrada coberta que separava o tempo de Oklahoma dos passageiros de três. Ela olhou mais e mais acima. O prédio era sinistro de se olhar. Era tudo que se podia dizer dele. Z gostava de dizer que era algo saído da cidade de Gotham. Stevie Rae achava que era mais algo como Blade Runner encontrando Terror em Amityville. Não que ela não se afeiçoa-se pelos túneis abaixo do prédio, mas havia algo no exterior de pedra e sua mistura estranha de art deco e design maquinal que a assustava. Claro que parte do sentimento sinistro podia vir do fato de que o céu já estava mudando de negro para cinza com a vinda do amanhecer. Em retrospecto, aquilo devia tê-la parado. Ela devia ter dado meia volta, descido as escadas, entrado no carro que pegara emprestado na escola e dirigido de volta à House of Night. Ao invés disso, ela pisou direto em seu destino e, como Z teria dito, o cocô atingiu o ventilador. Ela sabia que haviam escadas circulares dentro da parte principal do depósito que levavam para cada torre – ela fizera muitas explorações na época em que viveu ali. Mas de jeito nenhum ela voltaria para aquele prédio dando a chance de algum calouro vermelho aleatório que não estivesse na cama a visse – e a questionasse – e descobrisse a verdade. O Plano B a levou até uma árvore que já foi decorativa algum dia, mas já havia crescido demais há tempo, com as raízes quebrando o chão de concreto, expondo terra congelada e a permitindo ficar mais alta do que devia. Sem suas folhas, Stevie Rae não fazia ideia de que tipo de árvore era aquela, além do fato de que ela era do tipo alto o bastante para que seus galhos tocassem o teto do depósito, perto da primeira das duas torres que saiam do teto na parte frontal do prédio, e isso era o bastante para ela. Movendo-se rapidamente, Stevie Rae foi até a árvore e pulou para agarrar o galho mais perto de sua cabeça. Ela subiu o galho escorregadio até chegar ao centro da árvore. Dali, ela subiu e subiu, agradecendo silenciosamente a Nyx por sua força melhorada de vampira vermelha, porque se ela fosse uma caloura normal, ou mesmo uma vampira, nunca conseguiria fazer aquela subida traiçoeira. Quando ela chegou tão alto quanto podia, Stevie Rae juntou suas forças e pulou para o telhado do prédio. Ela não perdeu tempo olhando para a primeira torre. O porco tinha dito que Rephaim estava na mais distante da árvore. Ela correu através do telhado e então subiu a distância curta para que ela pudesse olhar no espaço circular. Ele estava ali. Encolhido em um canto, Rephaim estava imóvel e sangrava. Sem hesitar, Stevie Rae passou as pernas por cima da barreira de pedra e caiu dentro daquele espaço. Ele estava encolhido numa bola, seu braço bom embalando o ruim em sua faixa suja. No canto de baixo de seu braço, ela podia ver que alguém havia rasgado sua pele, que era obviamente de onde Kurtis se alimentara, embora ele não tenha se preocupado em fechar o corte, e o cheiro estranho de seu sangue inumano preenchia a câmara. A bandagem que imobilizou sua asa se soltara, tornando-se um monte de faixas ensanguentadas caindo sobre seu corpo. Seus olhos estavam fechados. — Rephaim, ei, consegue me ouvir? — Ouvindo o som de sua voz, seus olhos se abriram instantaneamente. — Não! — ele disse, lutando para se sentar. — Saia daqui. Eles vão prendê-la... — Então ela sentiu uma dor horrível na parte de trás da cabeça e lembrava-se de ter caído na escuridão. — Stevie Rae, você precisa acordar. Você precisa se mexer. — Ela finalmente sentiu a mão que sacudia seu ombro e reconheceu a voz de Rephaim. Ela abriu os olhos cuidadosamente, e o mundo não piscou ou girou, embora ela pudesse sentir as batidas de seu coração pulsando em sua cabeça. — Rephaim — ela disse. — O que aconteceu? — Eles me usaram para emboscar você — ele disse. — Você queria me emboscar? — Sua náusea estava melhorando, mas a mente de Stevie Rae parecia em câmera lenta. — Não. Eu queria ficar sozinho para me recuperar a voltar para meu pai. Eles não me deram escolha. — Ele levantou, movendo-se rigidamente, inclinado na cintura por causa da grade de metal que criava um telhado baixo e falso. — Mexa-se. Você tem pouco tempo. O sol já está levantando. — Stevie Rae olhou para o céu e viu as cores do pré-amanhecer que ela costumara achar lindas. Agora, aquela luz lhe preenchia com terror absoluto. — Oh, deusa! Me ajude a levantar. — Rephaim agarrou a mão dela e a puxou de pé, e ela ficou sem firmeza ao seu lado, inclinada como ele. Respirando fundo, ela ergueu as mãos, agarrou as grades de metal frio, e empurrou. Ele tremeu um pouco, mas não se moveu. — Como ele está preso aqui? — ela perguntou. — Acorrentado. Eles engancharam correntes nas bordas e as prenderam a qualquer coisa no teto que não pudesse ser puxada para cima. — Stevie Rae empurrou a grade de novo. De novo ela tremeu, mas ficou no lugar. Ela estava presa no telhado e o sol estava nascendo! Usando toda a sua força, ela puxou e empurrou, forçando o metal e tentando empurrá-lo para um dos lados para que ela pudesse se arrastar para fora. A cada segundo, o céu ficava mais claro. A pele de Stevie Rae arrepiou-se como um cavalo tentando espantar uma mosca. — Quebre o metal — disse Rephaim com urgência. — Com a sua força, você consegue. — Eu poderia se estivesse no subterrâneo, ou mesmo pisando na terra — ela disse entre respirações pesadas enquanto ela continuava a lutar impotente contra a cela de metal. — Mas aqui em cima, num prédio grande e longe do meu elemento, eu simplesmente não sou forte o bastante. — Ela olhou do céu para os olhos escarlates dele. — Você devia se afastar de mim. Eu vou queimar, e não sei quão grande as chamas serão, mas vai ficar quente aqui dentro. Ela assistiu Rephaim se afastar e, com uma sensação crescente de desesperança, voltou a lutar contra o metal irremovível. Seus dedos começaram a chiar e Stevie Rae estava mordendo seu lábio para se impedir de gritar e gritar e gritar... — Aqui. O metal é enferrujado e mais fino, mais frágil. — Stevie Rae encolheu as mãos, automaticamente as colocando sob as axilas e, inclinada, correu até ele. Ela viu o metal enferrujado e agarrou-o com ambas as mãos, puxando com todas as forças. Ele entortou um pouco, mas fumaça saía de suas mãos e pulsos. — Oh, Deusa! — ela arfou. — Eu não vou conseguir. Afaste-se, Rephaim, eu já estou começando a... — Ao invés de fugir dela, ele se moveu o mais perto que podia, abrindo sua asa boa para que ela criasse uma sombra. Então ele ergueu seu braço que não estava ferido e agarrou a grade enferrujada. — Pense na terra. Concentre-se. Não pense no sol e no céu. Puxe comigo. Agora! — Sob a sombra de sua asa, Stevie Rae agarrou a grade em ambos os lados da mão dele. Ela fechou os olhos e ignorou a queimação nos dedos e a sensitividade de sua pele que gritava para ela correr! Correr para qualquer lugar, desde que se afastasse do sol! Ao invés disso, ela pensou na terra, fria e escura, esperando abaixo dela como uma mãe amorosa. Stevie Rae puxou. Com um estalo metálico, a grade quebrou, deixando uma abertura grande o bastante para que somente uma pessoa por vez pudesse passar. Rephaim se afastou. — Vá! — Ele disse. — Rápido. — No instante em que Stevie Rae perdeu a proteção da asa dele, seu corpo corou e, literalmente, começou a soltar fumaça. Instintivamente, ela se atirou no chão e se encolheu em uma bola, tentando proteger o rosto com os braços. — Não consigo! — ela gritou, congelada pela dor e pelo pânico. — Eu vou queimar. — Você vai queimar se ficar aqui — ele disse. Então ele se puxou através da abertura e sumiu. Ele a deixou. Stevie Rae sabia que ele estava certo. Ela tinha que sair dali, mas ela não podia escapar do medo paralisante. A dor era demais. Era como se seu sangue fervesse dentro do corpo. Quando ela pensou que não podia aguentar mais, uma pequena sombra fria caiu sobre ela. — Pegue minha mão! — Com os olhos semicerrados por causa do sol cruel, Stevie Rae olhou para cima. Rephaim estava ali, agachado na grade, sua asa boa aberta sobre ela, bloqueando tanto do sol quanto era possível, seu braço bom estendido para ela. — Agora, Stevie Rae. Venha! — Ela seguiu sua voz e a frieza de sua asa negra e agarrou sua mão. Ele não podia puxá-la sozinho. Ela era muito pesada e ele só tinha um braço. Então ela estendeu a outra mão, agarrou o metal e se puxou para cima. — Venha até mim. Eu protejo você. — Rephaim abriu mais a asa. Sem hesitação, Stevie Rae foi ao seu abraço, afundando a cabeça nas penas de seu peito e passando seus braços ao redor dele. Ele a envolveu com sua asa e a levantou. — Me leve até a árvore! Então ele estava correndo, balançando e mancando, mas correndo através do telhado. As costas dos braços de Stevie Rae estavam expostas, assim como parte de seu pescoço e ombros, e enquanto ele corria ela queimava. Com uma sensação de desapego, ela se perguntou o que era aquele som terrível em seus ouvidos, e então percebeu que era sua própria voz. Ela estava gritando de terror, dor e raiva. No fim do telhado, ele gritou, — Segure-se. Eu vou pular na árvore. — O Corvo Escarnecedor saltou. Seu corpo caiu, girando por causa de sua falta de equilíbrio, e eles se chocaram contra a árvore. Adrenalina ajudou Stevie Rae a manter-se presa a ele e, agradecida que seu corpo fosse tão leve, ela ergueu-o, colocando-se entre Rephaim e a árvore. Com a casca contra suas costas, ela lhe disse, — Tente se segurar à árvore enquanto eu nos mando para baixo. — Então, eles estavam caindo de novo enquanto a casca áspera arranhava as costas já feridas e ensanguentadas de Stevie Rae. Ela fechou os olhos e sentiu a terra, achando-a serena e esperando abaixo dela. — Terra, venha a mim! Abra e me proteja! — Houve um som alto de algo se quebrando e o chão na base da árvore se quebrou bem a tempo de Stevie Rae escorregar para dentro de uma bolsa de terra escura e fria.

9 comentários:

  1. Raphan escolheu o plano B ainda ha esperança

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  2. cara, qse tive um acesso de asma aqui!
    e olha que nem asma eu tenho!!

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  3. Stevie ta brincando ne ? já basta vc morrer desmorrer quase morre com aquela flecha ta matando eu

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  4. GENTEEEE PIREIIIIII
    ASS:LETICIA

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  5. Stevie Rae tem que parar de ter essa compaixão toda

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  6. Nossssssa fiquei muito feliz pela escolha dele

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  7. Se a Stevie não matar aquela merdinha da Nicole eu vou ficar muito irritada.

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