6 de outubro de 2015

Capítulo 30 - Zoey

— Zoey! O que é isso? O que está acontecendo? — Stark lutou, tentando fazer seu corpo quebrado funcionar.
— Ssh, tudo ok. Está tudo ok. Kalona se foi. Nós estamos seguros.
Seu olhar encontrou o meu, e toda a tensão saiu dele. Ele caiu nos meus braços e me deixou embalar sua cabeça em meu colo.
— É você de novo. Você não está mais despedaçada.
— Sou eu de novo — toquei a bochecha dele em um dos poucos lugares em seu rosto que não estava ensanguentado, quebrado ou machucado. — Nesse momento você é quem parece estar despedaçado.
— Não, Z. Enquanto você estiver inteira, eu estarei bem. — Ele tossiu em seguida. Sangue derramou da ferida aberta em seu peito. Os olhos dele fecharam, e sua face se contorceu em agonia.
Oh, Deusa! Ele está machucado tão gravemente! Eu tentei falar calmamente. — Ok, bom, mas você realmente não parece bem. Então que tal você e eu voltarmos aos nossos corpos. Eles estão ambos esperando por nós, certo?
Outro tremor de dor o atravessou. Ele estava respirando superficialmente, respirações ofegantes, mas ele abriu seus olhos para encontrar os meus.
— Você deve voltar. Eu irei te seguir depois que eu descansar um pouco.
Pânico vibrou por dentro de mim. — Oh, não. Eu não vou deixar você aqui. Apenas me diga o que você precisa para voltar.
Ele piscou umas poucas vezes e depois seus lábios machucados se curvaram em uma sugestão de seu sorriso arrogante. — Eu não sei exatamente como pegar o caminho de volta.
— Você o que? Stark, honestamente.
— Honestamente. Eu realmente não tenho uma pista.
— Como você chegou aqui?
Os lábios dele se curvaram de novo. — Através da dor.
Eu aspirei. — Bem, então levar você de volta deve ser fácil porque você tem um pouco de dor aqui.
— Yeah, mas de volta lá eu tenho um antigo Guardião encarregado de me manter na linha entre a vida e a morte. Eu não sei exatamente como dizer a ele que é hora de eu acordar. Como você vai voltar?
Eu nem mesmo precisei pensar sobre isso. A resposta era tão natural como respirar. — Eu vou seguir o espírito para o meu corpo. É onde eu pertenço, de volta lá, ao mundo real.
— Faça isso. — Ele teve que pausar enquanto outra onda de dor o engolia.
— E depois que eu descansar, eu irei fazer a mesma coisa.
— Não, você não possui uma afinidade com o espírito como eu possuo. Isso não vai funcionar com você.
— É bom que você ainda tenha seus elementos. Eu gostaria de saber sobre isso, apesar de suas tatuagens terem desaparecido.
— Desaparecido? — eu virei minha mão, e certa o suficiente, não havia tatuagens preenchendo minhas palmas com filigranas safira.
Depois eu olhei para baixo, em meu peito. A longa cicatriz rosada estava lá, mas também estava livre de tatuagem. — Elas todas se foram? Mesmo as do meu rosto?
— Tudo que ficou foi a lua crescente — ele disse. Então sorriu em dor de novo. Claramente além do seu nível de exaustão, ele fechou seus olhos, e disse, — Vá em frente e siga o espírito para casa. Eu irei pensar alguma coisa. Quando eu não estiver tão cansado. Não se preocupe. Eu não irei deixá-la – não de verdade.
— Oh, inferno não. Eu não vou perder outro garoto com algum tipo de coisa complicada de Zoey-eu-verei-você-de-novo. Isso não vai funcionar comigo de novo, nunca, nunca mais.
Ele abriu os olhos. — Então me diga o que fazer, minha rainha. E eu farei isso.
Eu ignorei a coisa do “minha rainha”. Eu quero dizer, eu tinha ouvido ele me chamar daquilo mais cedo, e depois de novo para Kalona. Eu brevemente desejei saber se foi antes ou depois do imortal começar a bater na cabeça dele, depois eu focalizei na parte do “eu farei isso” que ele havia dito. Então, ele faria o que eu dissesse para ele fazer... mas o que diabos eu preciso falar para ele fazer?
Eu baixei o olhar para ele. Ele estava tão bagunçado – até pior do que ele tinha estado quando ele recebeu a flechada com a intenção de me matar e queimou a droga fora em seu peito, quase morrendo. De novo.
Mas depois ele tinha ficado melhor por conta própria. Ele teve que. Eu estava bagunçada, também.
Eu extrai uma profunda respiração, lembrando toda o sermão Mãe-Galinha que Darius tinha me dado quando eu queria que Stark se alimentasse de mim então ele poderia se curar mais rápido. Ele tinha explicado que entre um Guerreiro e sua Alta Sacerdotisa, a ligação era tão forte que Guerreiros podiam sentir as emoções de suas Sacerdotisas. Eu olhei para baixo, para o rosto machucado de Stark. Ele tinha definitivamente sido capaz de fazer isso. Quando isso acontece, eles podem também absorver mais de suas Altas Sacerdotisas do que apenas sangue – eles podem absorver energia.
O que era exatamente o que Stark precisava – energia para curar – energia para retornar para seu corpo.
Dessa vez ele não ficaria bem por conta própria e, graças a Deusa, eu não estava mais confusa.
— Hey — eu disse — eu sei o que eu quero que você faça.
Os olhos dele agitaram-se abertos, e eu odiei a dor que eu vi refletida dentro deles. —Me diga. Se eu puder fazer isso, eu farei.
Eu sorri para ele. — Eu quero que você me morda.
Ele olhou surpreso e depois, mesmo embora isso obviamente o machucasse, o sorriso arrogante dele estava de volta. — Agora você me pede? Quando meu corpo está totalmente bagunçado. Ótimo.
— Não seja tão menino — eu disse a ele. — É porque seu corpo esta totalmente machucado que eu estou pedindo a você.
— Eu teria feito você pensar diferente se eu estivesse bem.
Eu balancei minha cabeça pra ele e rolei meus olhos. — Se você estivesse bem, eu teria esbofeteado você agora mesmo. — E depois, movendo cuidadosamente, tentando ser tão gentil quanto eu podia, eu deslizei ele para fora do meu colo. Ele tentou abafar um gemido.
— Me desculpe! Eu sinto muito eu estou machucando você. — Eu me deitei do lado dele e comecei a puxá-lo para dentro dos meus braços, querendo segurá-lo o mais próximo possível como se eu pudesse absorver a dor dele.
— Está tudo bem — ele arfou. — Apenas me ajude a ficar no meu lado bom.
Lado bom? Eu não estava certa se eu deveria rir ou cair em lágrimas, mas eu o ajudei a virar em seu lado, o que não tinha um ombro despedaçado, então assim nós poderíamos encarar um ao outro. Timidamente, eu me movi próxima a ele, pensando que eu deveria talvez deslizar meu braço assim ele poderia beber de mim mais fácil sem se mover muito.
— Não. — As mãos dele contorceram tentando chegar a mim.
— Não desse jeito. Venha mais perto de mim, Z. A dor não importa.— Ele pausou, depois adicionou, — A menos que você não possa por causa do meu sangue. Isso faz você precisar do sangue?
— O sangue? — eu entendi o que ele estava dizendo e pisquei em surpresa. — Eu nem mesmo o percebi. — Vendo a sua expressão preocupada, eu prossegui, — eu quero dizer eu notei que você está sangrando por toda parte. Eu não senti o cheiro disto.
Admirada, eu toquei o sangue em seus lábios com ponta de meu dedo. — Isso não faz minha sede de sangue acontecer.
— Nos somos espíritos aqui, deve ser por isso — ele disse.
— Então isso irá funcionar? Você se alimentando de mim?
Os olhos dele encontraram os meus. — Isso irá funcionar, Z. Entre nós existe mais que coisa física. Nós estamos ligados por espírito.
— Ok, bom. Eu espero então — eu disse, me sentindo de repente nervosa. O único outro cara que eu tinha deixado se alimentar por mim tinha sido Heath – meu Heath. Minha mente passou longe de pensamentos sobre ele e comparações com Stark, mas eu não podia negar o aspecto do que estava para acontecer. Deixar um cara beber meu sangue era sexual. Isso era bom. Realmente bom. Isso era como nós tínhamos sido criados. Era normal, natural, e certo. Isso também fazia meu estomago doer.
— Hey, apenas relaxe e traga seu pescoço para cá.
Meus olhos arregalados acompanharam a face golpeada de Stark e seu corpo quebrado.
— Sim, eu sei que você esta nervosa, mas tão bagunçado como eu estou você não precisa ficar. — A expressão dele mudou. — Ou isso é mais do que estar nervosa? Você esta mudando de opinião sobre querer?
— Não — eu disse rapidamente. — Eu não estou mudando de opinião. Eu não irei mudar minha opinião sobre você nunca Stark. Nunca.
Tentando ser tão cuidadosa quanto eu poderia, eu me movi mais perto dele. Abrindo espaço para que então a curva do meu pescoço estivesse próxima a sua boca, eu penteei meu cabelo pra trás, me mantendo firme, pronta para sua mordida. Mas ele me surpreendeu. Em vez de seus dentes eu senti o calor de seus lábios enquanto ele beijava meu pescoço gentilmente. —Relaxe, minha rainha.
A respiração dele enviou tremores por baixo de minha pele. Eu tremi. Quanto tempo tinha passado desde que uma pessoa tinha realmente me tocado? Podia ser apenas dias atrás no mundo real, mas aqui, no Outromundo, sentia-se como se eu estivesse intocada e intocável durante séculos.
Stark me beijou de novo. Sua língua tocando meu pescoço e ele gemeu. Dessa vez eu não achei que fosse de dor. Ele não hesitou mais tempo. Seus dentes encravaram em meu pescoço. Isso furou, mas tão rápido quanto os lábios dele fecharam no pequeno corte, a dor foi substituída por prazer tão intenso que foi a minha vez de gemer. Eu queria envolver meus braços ao redor dele e prender meu corpo com o dele, mas eu me mantive muito parada, tentando meu melhor para não causar mais dor a ele.
Muito cedo sua boca deixou minha pele. A voz dele realmente soava mais forte quando disse, — Você sabe quando eu soube pela primeira vez que eu pertencia a você? — Seu hálito quente contra meu pescoço, me fez tremer de novo.
— Quando? — eu soei sem fôlego.
— Foi quando você me enfrentou na enfermaria de volta na House of Night, antes de eu ter Mudado. Você lembra?
— Eu lembro. — Era claro que eu lembrava – eu estava nua e ameacei chutar o traseiro dele com os elementos enquanto eu estava entre ele e Darius.
Eu podia sentir os lábios dele inclinando-se contra minha pele. — Você parecia com uma rainha Guerreira, cheia com a fúria da Deusa. Eu acho que foi quando eu soube que eu iria pertencer a você para sempre, porque você chegou a mim mesmo através de toda aquela Escuridão.
— Stark. — Eu sussurrei seu nome, completamente dominada pelo que eu estava sentindo por ele. — Dessa vez você chegou a mim. Obrigada. Obrigada por vir atrás de mim.
Com um som sem palavras, a boca dele estava em meu pescoço de novo, e desta vez ele mordeu forte, e realmente bebeu de mim.
De novo, o prazer rapidamente substituiu a picada de dor. Eu fechei meus olhos e concentrei no calor requintado que estava correndo por meu corpo. Eu não podia me parar de tocá-lo, e deslizei uma mão em torno de sua cintura assim eu poderia sentir a pele dos firmes músculos bem abaixo nas suas costas. Eu queria mais dele. Eu queria ele mais perto de mim.
Ele tirou os lábios do meu pescoço, e ele realmente se manteve erguido. Os olhos dele estavam escuros com paixão, e ele estava respirando difícil. — Agora, Zoey, você irá me dar mais do que o seu sangue? Você me aceita como seu Guardião?
Eu o encarei. Em seus olhos havia mais do que eu havia visto dentro dele antes. O garoto que tinha andado pra longe de mim em Veneza, enciumado e furioso, tinha desaparecido. O homem que tinha crescido em seu lugar era mais que um vampiro, mais que um Guerreiro. Mesmo enquanto ele estava estendido ali, quebrado em meus braços, eu podia sentir a força nele: sólido, seguro, honrado.
— Guardião? — eu disse admirada, tocando seu rosto. — Então foi para isso que você Mudou?
Seu olhar nunca deixou o meu. — Sim, se você me aceitar. Sem a aceitação de sua rainha um Guardião não é nada.
— Mas eu não sou realmente uma rainha.
Seus lábios rasgados não evitaram seu sorriso arrogante. — Você é minha rainha, e qualquer um que disser diferente pode se ferrar.
Eu sorri para ele. — Eu já aceitei seu juramento como meu Guerreiro.
A arrogância de Stark instantaneamente se foi. — Isso é diferente, Zoey. Isso é mais. Isso pode mudar as coisas entre nós.
Eu o toquei no rosto novamente. Eu não entendia realmente o que ele estava pedindo, mas eu sabia que ele precisava de mais alguma coisa de mim, e eu sabia que qualquer coisa que eu dissesse e fizesse agora iria nos afetar pelo resto de nossas vidas. Deusa, me dê as palavras certas, eu orei silenciosamente.
— James Stark, daqui em diante eu aceito você como meu Guardião, e eu também aceito tudo o que vier com isso.
Ele virou sua cabeça e beijou minha palma. — Então eu irei servi-la com minha honra e minha vida, para sempre Zoey. Minha Dama, mo bann ri, minha rainha.
O juramento dele me atravessou como uma coisa física. Stark estava certo. Isso era diferente do que tinha acontecido entre nós quando ele jurou-se como meu Guerreiro. Dessa vez isso foi como se ele tivesse me dado um pedaço de si próprio, e eu soube que sem mim, ele nunca poderia estar realmente completo de novo. A responsabilidade disso me assustou quase tanto quanto me fortaleceu, e eu puxei a boca dele para baixo para meu pescoço de novo.
— Tome mais de mim, Stark. Me deixe curar você.
Com um gemido, a boca dele encontrou meu pescoço. A mordida dele aprofundou, e alguma coisa completamente maravilhosa aconteceu.
Primeiro, a força única que acompanha o elemento Ar surgiu dentro de mim e fluiu de mim para Stark. Ele estremeceu e eu sabia que era do intenso prazer que estava preenchendo-o enquanto o elemento o presenteava com uma espiral corrente de energia. No mesmo instante uma doce, familiar dor deslizou sobre minha testa e maçãs do rosto, e contra minhas pálpebras fechadas eu tive o flash da imagem de Damien, gritando com alegria. Eu arfei em êxtase. Eu não tive que perguntar. Eu não precisava de um espelho para ver. Eu sabia que a primeira de minhas tatuagens tinha retornado.
Seguindo logo depois do Ar veio o Fogo. Ele me esquentou e depois se propagou para Stark, preenchendo-o, fortalecendo-o, assim então ele foi capaz de erguer o braço e me puxar para mais perto dele, bebendo ainda mais profundamente.
A sensação de queimação desceu em minhas costas enquanto minha segunda tatuagem retornava, e eu vi Shaunee rindo e fazendo seu pulo de vitória. A Água lavou através de nós depois, nos banhando, preenchendo, continuando a nos carregar ao redor do círculo que tínhamos começado. Eu mantive meus olhos firmemente fechados, aproveitando cada momento de milagre que Stark e eu estávamos experimentando juntos, e tremi com prazer enquanto minha terceira tatuagem, a que era enlaçada ao redor de minha cintura, retornava, enquanto Erin ria e gritava —Diabos, sim! Z está de volta!
A Terra veio depois, e foi como se eu e Stark tivéssemos nos transformado em parte do bosque. Nós sabíamos o rico prazer disto e o poder que descansava nas raízes e no chão e musgo. O aperto de Stark em mim ficou mais forte. Ele moveu-me em seus braços se maneira que ele ficou acima de mim. Seus braços me embalaram para ele, e eu sabia que suas feridas não doíam mais porque eu podia sentir o que ele sentia. Eu compartilhei de sua alegria e seu prazer e admiração. Minhas palmas estavam queimando pelo toque da Deusa de novo, enquanto minha quarta tatuagem retornava. Estranhamente, eu não tive uma visualização da imagem de Stevie Rae enquanto o elemento dela me preenchia, apenas uma sensação dela e de sua distante alegria, como se ela tivesse de alguma forma mudado pra longe do meu alcance. O Espírito passou por nós por último, e de repente eu senti não simplesmente o que Stark sentiu – foi como se nós estivéssemos unidos. Não no corpo, mas na alma. E nossas almas ardiam juntas com um brilho que era mais brilhante do que qualquer paixão física poderia chegar a ser enquanto minha última tatuagem retornava.
Com um suspiro, Stark puxou seus lábios da minha pele e enterrou o rosto no meu pescoço. O corpo dele estava tremendo, e a respiração dele estava vindo rápida, como se ele tivesse corrido uma maratona. Sua língua tocou a ferida que ele havia feito em meu pescoço, e eu sabia que ele estava fechando e curando-a.
Eu levantei minha mão para acariciar seu cabelo, e estava chocada em sentir que o suor e o sangue haviam desaparecido.
Ele se levantou e depois, lutando para conseguir o controle de sua respiração, olhou para mim.
Deusa, ele estava lindo! Apenas momentos antes ele tinha estado mortalmente ferido, abatido, sangrento, e tão quebrado que ele dificilmente poderia se mover. Agora ele radiava energia e saúde e força.
— Essa foi a coisa mais maravilhosa que já aconteceu comigo — ele disse. Então os olhos dele se alargaram. — Suas tatuagens! — Ele tocou meu rosto reverentemente. Eu virei minha cabeça assim seus dedos poderiam traçar as Marcas de filigranas que, uma vez mais, cobriam minhas costas e ombros. Depois eu ergui minha mão assim ele poderia pressionar sua palma contra a minha e os símbolos safira nela.
— Elas estão todas de volta — eu disse. — Os elementos trouxeram-nas.
Stark balançou a cabeça em conhecimento. — Eu senti isso. Eu não sabia o que estava acontecendo, mas eu senti isso com você. — Ele me puxou para dentro de seus braços de novo. — Eu senti tudo com você, minha rainha.
Antes de beijá-lo, eu disse, — E eu sou parte de você agora, meu Guardião.
Stark me beijou por um longo tempo, e depois ele apenas me segurou perto dele, me tocando gentilmente como se ele estivesse tentando se convencer de que eu não iria evaporar dos braços dele. Ele se manteve me segurando enquanto eu chorei por Heath, e me falou sobre como Heath tinha feito a escolha de seguir, e o quão corajoso ele tinha sido.
Stark não tinha realmente que me contar essa parte, entretanto. Eu sabia como Heath era realmente corajoso, assim como eu sabia que a bravura dele era parte de como eu iria reconhecê-lo de novo. Isso, e o seu amor. Sempre seu amor por mim. Depois que eu tinha terminado de chorar, desolada, e lembrando, eu enxuguei meus olhos e deixei Stark me ajudar a ficar em pé.
— Você está pronto para ir pra casa? — eu perguntei a ele.
— Oh, sim. Casa parece bom. Mas, uh, Z, como eu chegarei lá?
Eu sorri para ele. — Confiando em mim.
— Ach, bem, então essa será uma wee viagem fácil, não será?
— Onde diabos você ganhou esse sotaque irlandês?
— Irlandês! Você é surda mulher? — ele rosnou as palavras para mim enquanto eu franzia a testa para ele. Então o riso de Stark encheu o bosque. Ele me abraçou, e disse, — Escocês, Z, não irlandês. E você verá onde eu o consegui em breve.

2 comentários:

  1. Q fofo! Mas pq a Zoey n conseguiu ver stevie rae

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    Respostas
    1. Talvez porque ela esteja dormindo

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