3 de outubro de 2015

Capítulo 28

Com vovó observando com aprovação, eu chamei o vento de volta e o mandei passar ao redor do campus, especialmente me focando nos dormitórios. Ouvimos cuidadosamente para o som dos demônios gritando, mas tudo que ouvimos foi o som do vento. Então, exausta, eu coloquei meu pijama e finalmente fui para cama. Vovó acendeu a vela protetora da lua cheia para nós, também, e eu me aconcheguei com Nala, gostando do som de vovó escovando o longo cabelo prateado enquanto ela passava pelos rituais noturnos normais.
Eu estava pegando no sono quando a voz dela me pegou. — U-we-tsi-a-ge-ya, eu quero que você me prometa algo.
— Ok, vovó — eu disse adormecidamente.
— Não importa o que aconteça, eu quero que você prometa que vai lembrar que Kalona não deve se erguer. Nada e ninguém é mais importante que isso.
Uma pequena preocupação me fez despertar completamente. — Como assim?
— Exatamente o que eu disse. Não deixe nada te distrair do seu propósito.
— Você soa como se não fosse estar aqui para me manter forte — eu disse, sentindo uma onda de pânico começar no meu peito.
Vovó foi até mim e sentou na ponta da minha cama. — Eu pretendo estar por perto por muito tempo, querida, você sabe disso. Mas eu ainda quero que você prometa. Pense nisso como em ajudar uma velha senhora a dormir bem.
Eu franzi para ela. — Você não é uma velha senhora.
— Prometa — ela insistiu.
— Eu prometo. Agora prometa que não vai deixar nada acontecer com você — eu disse.
— Vou fazer meu melhor, prometo — ela disse com um sorriso. — Vire sua cabeça, e vou escovar seu cabelo enquanto você adormece. Vai te dar bons sonhos.
Com um suspiro eu virei de lado e cai no sono com o adorado toque da minha vó e o suave murmúrio da canção de ninar Cherokee.
Primeiro eu achei que o som abafado estava vindo da câmera, e não muito acordada, eu sentei e peguei a pequena telinha. Segurando o fôlego, eu liguei o vídeo, e então dei um suspiro de alivio quando a mesa solitária apareceu inalterada, ainda com um ocupante. Eu desliguei o vídeo e olhei para a cama vazia mas bem feita de vovó. Eu sorri enquanto olhei ao redor do quarto. Na verdade, vovó tinha feito uma limpeza antes de sair para o seu dia de compras e almoço. Eu olhei para Nala, que piscou para mim sonolenta.
— Desculpe. Deve ter sido a minha exagerada imaginação que me fez ouvir coisas. — A vela da lua cheia ainda estava queimando, embora estivesse definitivamente menor do que estava quando eu adormeci. Eu olhei para o relógio e sorri. Eram apenas duas da tarde. Eu tinha várias horas de um bom sono antes de ter que acordar. Eu deitei e puxei meu edredom até meu pescoço.
Vozes abafadas, dessa vez acompanhadas por várias suaves batidas na minha porta definitivamente não eram minha imaginação. Nala deu um sonolento mee-uh-ow, o que eu não pude deixar de concordar.
— Se as Gêmeas quiserem ir para a liquidação de sapatos, eu vou estrangular elas — eu disse a minha gata, que parecia alegre com a perspectiva. Então eu tirei o sono da minha garganta e gritei, — Yeah! Entre.
Quando a porta abriu, eu estava surpresa por ver Shekinah parada ali, junto com Aphrodite e Neferet. E Aphrodite estava chorando. Eu sentei rapidamente, tirando meu cabelo do rosto. — O que foi?
As três entraram no meu quarto. Aphrodite andou até mim e sentou na cama ao meu lado. Eu olhei dela para Shekinah e finalmente para Neferet. Eu não podia ler nada a não ser tristeza nos olhos delas, mas eu continuei a encarar Neferet, desejando poder ver além da atuação dela – desejando que todos pudessem.
— O que foi? — eu repeti.
— Criança — Shekinah começou em uma triste e gentil voz. — É a sua avó.
— Vovó! Onde ela está? — Meu estômago se apertou quando ninguém disse nada. Eu agarrei a mão de Aphrodite. — Me diga!
— Ela esteve num acidente de carro. Um bem ruim. Ela perdeu o controle quando estava andando pela rua Principal porque... porque um enorme pássaro preto voou pela janela dela. O carro dela saiu da estrada e bateu num poste de luz. — Lágrimas estavam caindo pelo rosto de Aphrodite, mas a voz dela era firme. — Ela está na UTI do hospital St. John.
Eu não pude dizer nada por um segundo. Eu só fiquei olhando para a cama vazia da minha vó e o pequeno travesseiro cheio de lavanda colocado ali. Vovó sempre se cercava pelo cheiro de lavanda.
— Ela ia ao Chalkboard para almoçar. Ela me disse ontem a noite antes — eu parei, lembrando como vovó e eu estavamos conversando sobre ela ir almoçar no Chalkboard logo antes deu abrir a cortina e encontrar o horrível Corvo Escarnecedor. Ele deveria estar ouvindo, e iria saber exatamente onde vovó iria hoje. Então ele tinha ido para lá para tirar ela da estrada e causar o acidente.
— Antes do que? — Para um observador desavisado, a voz de Neferet teria soado preocupada – como uma amiga e mentora. Mas quando eu olhei nos olhos esmeralda dela, eu vi o frio calculo de um inimigo.
— Antes da gente ir para cama. — Eu estava tentando não mostrar o quanto Neferet me enojava – o quão vilã e virada eu sabia que ela era. — É assim que eu sei que ela ia dirigir hoje. Ela disse o que ia fazer hoje enquanto eu dormia. — Eu tirei os olhos de Neferet e falei com Shekinah. — Eu preciso ir ver ela.
— É claro que sim, criança — Shekinah disse. — Darius está esperando com um carro.
— Eu posso ir com ela? — Aphrodite perguntou.
— Você já perdeu muitas aulas ontem, e eu não –
— Por favor — Eu interrompi Neferet, falando diretamente com Shekinah. — Eu não quero ficar sozinha.
— Você não concorda que família é mais importante que aulas? — Shekinah disse a Neferet.
Neferet hesitou por apenas um segundo. — Sim, é claro que sim. Só estou preocupada com Aphrodite ficar para trás.
— Eu vou fazer meu dever no hospital. Eu não vou me atrasar. — Aphrodite deu a Neferet um grande sorriso que era tão falso quando os seios de Pamela Anderson.
— Então está decidido. Aphrodite irá acompanhar Zoey até o hospital, e Darius irá cuidar das duas. Leve o tempo que precisar, Zoey. E se certifique de me dizer se tem algo que a escola possa fazer por sua avó — Shekinah disse gentilmente.
— Obrigado.
Eu nem olhei para Neferet quando as duas saíram do meu quarto.
— Vadia Fudida! — Aphrodite disse, olhando para a porta fechada. — Como se ela algum dia estivesse preocupada sobre eu ficar para trás em algo! Ela só odeia que nós duas sejamos amigas.
Ok... ok. Eu tenho que pensar. Eu tenho que ir ver vovó, mas tenho que pensar e me certificar que tudo esteja pronto aqui, antes. Eu tenho que lembrar da minha promessa com vovó.
Eu limpei as lágrimas do meu rosto com as costas da minha mão e corri até meu armário, tirando uma jeans e um moletom. — Neferet odeia que sejamos amigas porque ela não pode entrar nas nossas mentes. Mas ela pode entrar nas de Damien, Jack, e as Gêmeas, e eu te prometo que ela vai xeretar hoje.
— Temos que avisar eles — Aphrodite disse.
Eu acenei. — Sim, temos. A câmera não pega no St. John, pega?
— Provavelmente não. Eu acho que o alcance é só alguns quilômetros.
— Então enquanto me visto, leve ela para o quarto das Gêmeas. Conte a elas o que aconteceu, e também diga a elas para avisar Damien e Jack sobre Neferet. — Então eu respirei fundo e acrescentei, — ontem à noite, havia um Corvo Escarnecedor na minha janela.
— Oh minha deusa!
— Foi horrível. — Eu tremi. — Vovó soprou turquesa nele, e o vento a ajudou, e isso o fez desaparecer, mas eu não sei há quanto tempo ele estava nos ouvindo.
— Foi isso que você começou a dizer. O corvo Escarnecedor sabia que sua avó ia para Chalkboard.
— Ele causou o acidente — eu disse.
— Ele ou Neferet — ela disse.
— Ou os dois juntos. — Eu fui para minha cabeceira e peguei meu monitor da câmera babá. — Entregue isso para as Gêmeas. Espera. — Eu a parei antes dela sair do quarto. Eu fui até a bolsa azul da minha vó e procurei no compartimento que ela tinha deixado aberto. Certa o bastante, dentro a havia um bolso escondido. Eu o abri e olhei duas vezes, e então, satisfeita, entreguei para Aphrodite. — Isso é mais pó de turquesa. Faça as Gêmeas dividirem com Damien e Jack. Diga a elas que é uma poderosa proteção, mas não temos muito.
Ela acenou. — Entendi.
— Depressa. Eu vou estar pronta quando você voltar.
— Zoey, ela vai ficar bem. Eles falaram que ela está na UTI, mas ela estava de cinto e ela ainda está viva.
— Ela tem que ficar bem — eu disse a Aphrodite quando meus olhos se encheram de lágrimas de novo. — Eu não sei que vou fazer se ela não ficar bem.
A curta viagem ao hospital St. John foi silenciosa. Era, é claro, um dia odiosamente ensolarado. Então, embora todos estivéssemos de óculos de sol e o Lexus tivesse janelas escuras, foi desconfortável para todos nós. (Bem, nós sendo Darius e eu – Aphrodite parecia estar tendo dificuldades de não abrir a janela e assar no sol.) Darius nos largou na entrada e disse que iria estacionar o carro e nos encontrar na UTI.
Embora eu não tenha passado muito tempo dentro de um hospital, o cheiro pareceu ativar uma memória, e uma que não era positiva. Eu realmente odeio o cheiro de anti-séptico-que-cobre-o-senso-das-doenças. Aphrodite e eu paramos na mesa de informações, e uma simpática senhora em um avental salmão nos disse onde era a UTI.
Ok, foi muito assustador na UTI. Nós hesitamos, sem ter certeza se podíamos passar pela porta que dizia UNIDADE DE TRATAMENTO INTENSIVA em vermelho. Então eu lembrei que a minha avó estava ali, e eu marchei segura através das portas intimidadoras para dentro da Cidade Assustadora.
— Não olhe — Aphrodite sussurrou quando comecei a tropeçar porque meus olhos automaticamente estavam sendo atraídos pelas paredes de vidro onde ficavam os quartos dos pacientes. Sério. As paredes dos quartos não eram nem paredes. Eram janelas – para que todos pudessem olhar as pessoas velhas morrendo usando pinico e tudo mais. — Só continue andando até a estação das enfermeiras. Elas devem te falar sobre a sua avó.
— Como você sabe tanto sobre isso? — Eu sussurrei.
— Meu pai teve uma overdose duas vezes e acabou aqui.
Eu dei a ela um olhar chocado. — Verdade?
Ela deu nos ombros. — Você não teria uma overdose se fosse casada com minha mãe?
Eu suponho que sim, mas achei que era melhor dizer não. Além do mais, tínhamos chegado na estação das enfermeiras.
— Como posso ajudar? — disse a loira que estava dura como tijolo.
— Estou aqui para ver minha avó, Sylvia Redbird.
— E você é?
— Zoey Redbird — eu disse.
A enfermeira checou a ficha, e então sorriu para mim. — Você está listada como o contato de emergência. Só um segundo. O doutor está com ela agora. Se você esperar na sala familiar que é no fim do correr, eu vou avisar ele que você está aqui.
— Posso ver ela?
— Claro que pode, mas o doutor precisa terminar de examinar ela primeiro.
— Ok. Vou estar esperando. — Depois de dar apenas alguns passos, eu parei. — Ela não está sozinha, está?
— Não, é por isso que os quartos tem janelas como paredes. Nenhum dos pacientes na UTI ficam sozinhos.
Bom, espiar por uma janela não iria ser o bastante para o que estava acontecendo com vovó. — Só se certifique que o médico me chame imediatamente, ok?
— É claro.
Aphrodite e eu fomos para a sala familiar, que era quase tão estéril e assustadora quanto o resto da UTI.
— Eu não gosto. — Eu não consegui sentar, então eu andava para frente e para trás na frente de um horrível sofá.
— Ela precisa de mais proteção do que enfermeiras olhando através de uma janela de vez em quando — Aphrodite disse.
— Mesmo antes do que aconteceu recentemente, os Corvos Escarnecedores tinham a habilidade de mexer com pessoas velhas que estão a beira da morte. Vovó é velha, e ela – ela... — Eu tropecei nas palavras, sem ser capaz de dizer a assustadora verdade.
— Ela está ferida — Aphrodite disse firmemente. — Só isso. Ela está ferida. Mas você tem razão. Ela está vulnerável agora.
— Você acha que eles deixariam eu ligar para os Homens da Medicina por ela?
— Você conhece um?
— Bem, mais ou menos. Tem esse cara velho, John Whitehorse, que é um amigo da vovó há muito tempo. Ela me disse que ele é um Ancião. O número dele provavelmente está no celular da vovó. Eu tenho certeza que ele conhece um Xamã.
— Não vai doer tentar achar um — Aphrodite disse.
— Como ela está? — Darius perguntou quando entrou na sala familiar.
— Não sabemos ainda. Estamos esperando o médico. Estavamos conversando sobre talvez ligar para um amigo da Vovó Redbird para chamar um Xamã aqui para ficar com ela.
— Não seria mais fácil só pedir para Neferet vir? Ela é nossa Alta Sacerdotisa e também uma Curadora.
— Não! — Aphrodite e eu falamos ao mesmo tempo.
Darius franziu, mas a entrada do doutor nos salvou de ter que explicar mais para o guerreiro.
— Zoey Redbird?
Eu virei para o alto e magro homem e ergui minha mão. — Eu sou Zoey.
Ele a pegou e apertou solenemente. O aperto dele era firme, e as mãos eram fortes e suaves. — Eu sou Dr. Ruffing. Estive cuidando da sua avó.
— Como ela está? — Eu estava surpresa por soar tão normal, porque minha garganta parecia estar obstruída de medo. — Vamos sentar aqui — ele disse.
— Eu prefiro ficar de pé — eu disse. Depois tentei dar a ele um sorriso de desculpas. — Estou nervosa demais para sentar.
O sorriso dele foi mais sucedido, e estava feliz por ver tanta bondade no rosto dele.
— Muito bem. Sua avó sofreu um sério acidente de carro. Ela tem ferimentos na cabeça, e o braço direito dela está quebrado em três lugares. O cinto feriu o peito dela, e os airbags explodindo queimaram o rosto dela, mas os dois salvaram a vida dela.
— Ela vai ficar bem? — Eu estava achando difícil falar acima de um sussurro.
— As chances dela são boas, mas saberemos mais nas próximas vinte e quatro horas — Dr. Ruffing disse.
— Ela está acordada?
— Não. Eu a coloquei em coma induzido para que –
— Coma! — Eu me senti oscilar. Eu de repente estava corada e com calor, e havia espectros brilhantes nas pontas da minha visão. Então Darius me segurou pelo cotovelo, e ele estava me guiando para meu assento.
— Só respire devagar. Concentre-se em respirar. — Dr. Ruffing estava acocado na minha frente, e ele tinha meu pulso entre os grandes dedos dele, tomando minha pulsação.
— Desculpe, desculpe. Estou bem — eu disse, limpando o suor da minha testa. — É só que um coma parece terrível.
— Na verdade não é tão ruim. Eu a coloquei em coma induzido para dar uma chance do cérebro dela se curar — Dr. Ruffing disse. — Com sorte, vamos ser capazes de controlar o inchaço assim.
— E se não der pra controlar o inchaço?
Ele deu tapinhas no meu joelho antes de levantar. — Vamos só dar um passo de cada vez – um problema por vez.
— Eu posso ver ela?
— Sim, mas ela precisa de silêncio. — Ele começou a ir até a ala dos pacientes.
— Aphrodite pode vir comigo?
— Só um por vez agora — ele disse.
— Está tudo bem — Aphrodite disse. — Estaremos aqui esperando por você. Lembre-se – não fique assustada. Não importa o que, ela ainda é sua avó.
Eu acenei, mordendo o interior da minha bochecha para não chorar.
Eu segui o Dr. Ruffing até um quarto de vidro não muito longe da estação das enfermeiras. Ele pausou do lado de fora. O doutor olhou para mim. — Ela vai estar ligada a várias máquinas e tubos. Eles parecem pior do que são.
— Ela está respirando sozinha?
— Sim, e o batimento cardíaco é bom e firme. Está pronta?
Eu acenei, e ele abriu a porta para mim. Quando eu entrei no quarto, eu ouvi o som distintamente assustador de asas de pássaros.
— Você ouviu isso? — Eu sussurrei para o doutor.
— Ouviu o que?
Eu olhei para os olhos completamente ingênuos dele e soube além de qualquer dúvida que ele não tinha ouvido o som das asas dos Corvos Escarnecedores.
— Nada, desculpe.
Ele tocou meu ombro. — É muito para absorver, mas sua avó está saudável e forte. Ela tem uma excelente chance.
Eu andei devagar até o lado da cama dela. Vovó parecia tão pequena e frágil que eu não consegui impedir as lágrimas de saírem dos meus olhos e caírem pelas minhas bochechas. O rosto dela estava terrivelmente machucado e queimado. O lábio dela estava partido, e ela tinha pontos nele e em outro lugar no queixo dela. A maior parte da cabeça dela estava coberta de ataduras. O braço direito estava completamente preso num grosso gesso que tinha um estranho parafuso de metal saindo dele.
— Você tem alguma pergunta que eu possa responder? — Dr. Ruffing perguntou suavemente.
— Sim — eu disse sem hesitar e sem tirar os olhos do rosto da minha avó. — Minha avó é Cherokee, e eu sei que ela se sentiria melhor se eu chamasse um Xamã. — Eu tirei meu olhar do rosto quebrado de vovó e olhei para o médico. — Eu não quero ser desrespeitosa com você, e não é pela parte da medicina. É para a parte espiritual.
— Bem, eu suponho que você poderia, mas não até mais tarde, quando ela sair da UTI.
Eu tive que controlar a urgência de gritar para ele, É porque ela está na UTI que ela precisa do Xamã!
O Dr. Ruffing continuou a falar baixo, mas ele soou muito sincero.
— Você tem que entender que esse é um hospital católico, e nós só permitimos aqueles –
— Católico? — eu interrompi, sentindo uma onda de alívio. — Então você vai permitir que uma freira fique com a minha avó.
— Bem, sim, é claro. Freiras e padres frequentemente visitam nossos pacientes.
Eu sorri.
— Excelente. Eu conheço a freira perfeita.
— Bom, bem, tem outra pergunta que eu possa responder?
— Yeah, você poderia me dizer onde fica o telefone?

Um comentário:

  1. Espero que aquelas freiras sejam confiáveis, pq tipo, a Zoey só viu elas uma vez né, nem conhece direito. Mas enfim, talvez eu esteja apenas sendo pessimista.

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