4 de outubro de 2015

Capítulo 27

Eu estava pensando que a aula de Teatro não seria um grande negócio. Um dos professores poderia provavelmente substituir as aulas de Erik, que assumiu temporariamente o lugar da Professora Nolan depois que tinha sido morta. Sentei na mesa atrás de Becca, com uma sensação de déjà-vu, e uma parte de mim esperava ver um Erik chateado me chamando na frente da turma para tentar seduzir ou me humilhar.
— Oh, Meu Deus! Ele não está comigo! Mesmo que eu gostaria muitoooo que ele estivesse!
Becca falou com um tom exclamativo chamando minha atenção de estar descontente com Erik. Ela estava falando em pouco animada para uma garota que eu reconheci com uma quintanista que se chamava Cassie. Eu sabia quem ela era, porque ela ficou com o vigésimo quinto lugar no Concurso Nacional dos monólogos de Shakespeare que Erik tinha vencido, e todos os calouros de teatro andam um com o outro. Hoje, porém, ela não estava agindo como uma heroína Shakespeariana. Ela estava agindo como uma dor-no-traseiro irritante menina.
— Bem, ele não estava comigo, também. Mas posso te dizer, uma vez que ele me mordeu fiquei louca para que ele me sugue de novo — disse Cassie e, em seguida, dissolvida em risos. Novamente.
— Quem é que vocês estão falando? — Eu perguntei, apesar de eu ter certeza que eu já sabia.
— Stark, naturalmente. Ele é apenas o cara mais quente da House of Night. Bem, se você não contar Kalona — Becca disse.
— CFD ambos — disse Cassie.
— CFD? — Eu perguntei.
— Completamente Fofos Demais — Becca disse.
Depois eu percebi que eu deveria ter mantido minha boca fechada. Quer dizer, eu estava tentando conversar com o que parecia lavagem cerebral feita nas pessoas, mas eu não poderia ficar de fora, e sim, eu sabia que a minha irritação veio de um sentimento de ciúme totalmente inadequado.
— Uh, desculpe, Becca — eu disse, apelando sobre o sarcasmo. — Mas não foi recentemente que Darius e eu salvamos seu traseiro de ser violado e pelo Oooh! O cara mais quente da House of Night? Então você estava assustada e tremendo.
Chocada com a minha explosão, Becca abriu, fechou, e abriu a sua boca novamente, me lembrando de um peixe.
— Você está com inveja. — Cassie não olhou ou soou chocada, ela parecia uma vadia odiosa. — Erik sumiu. Loren Blake está morto. Então agora você não tem mais os quente dois rapazes da escola sobre a sua pequena teia.
Eu senti meu rosto esquentar. Neferet tinha dito sobre Loren e eu para todos? Eu não sabia o que dizer, e Becca, não me deu uma chance de falar mesmo assim.
— Sim, só porque você é alta e poderosa com todos os elementos não significa que você pode ter qualquer homem que quiser. — Becca estava falando com o mesmo jeito odioso que tinha dado a Damien e as Gêmeas, quando eles tentaram falar com bom senso em sua última noite. — O resto de nós pode realmente ter uma chance, de vez em quando, também.
Eu apertei o meu desejo de pular em cima dela e fui pela razão. — Becca, você não está pensando claramente. Ontem à noite, quando Darius e eu ficamos entre ti e Stark, ele estava forçando a deixá-lo sugar seu sangue, e ele também estava à beira de violar você. — Odeio dizer isso. Eu odiava especialmente sabendo que era verdade.
— Eu não lembro desse jeito — disse Becca. — Lembro-me de gostar da sucção, e teria gostado do resto que acontece com as garotas que Stark suga. Você flagrou algo muito bom que não tinha nada a ver com você.
— Você se lembra como Stark mexeu com sua mente.
Becca e Cassie riram, causando grande quantidade de olhos transformar em nossa direção.
— A próxima coisa que você vai dizer é que Kalona brinca com as nossas mentes, também, e é por isso que pensamos que ele é tão quente — disse Cassie.
— Você está realmente dizendo que você não pode dizer que duas coisas estão diferentes por aqui desde Kalona eclodiu da terra?
— Sim. Então? Ele é o consorte de Nyx encarnado. Sua presença é obrigada a fazer coisas diferentes — disse Cassie.
— E é claro que ele saiu da terra. A Terra é um dos elementos de Nyx. Como você não sabe disso? — Becca disse, rolando os olhos dela a Cassie.
Eu só abri a boca para tentar explicar que ele escapou da terra, não por ela ter nascido, quando a porta foi aberta para a sala de aula e Kalona entrou.
Houve um suspiro cumulativo de todas as mulheres menos eu. E, para ser completamente honesta, eu queria suspirar e tive que lutar em conjunto para parar a minha vontade. Ele estava tão absolutamente deslumbrante. Hoje ele estava vestindo calças pretas e uma camisa de botão que foi jeitosamente, desabotoada, suficientemente aberta e que sempre que se movia eu podia ver o flash do se bronzeado e seu músculo peitoral. Alguém tinha cortado a parte de trás da camisa, porque o seu magnífico corpo estava saindo suas assas pretas e pairando a sua volta. Seus longos cabelos escuros foram soltos sobre seus ombros, fazendo-o parecer, apesar da sua roupa moderna, como um deus antigo.
Eu queria perguntar a Becca ou Cassie quantos anos ele parecia ter para elas, porque para mim ele parecia novamente ter apenas dezoito ou dezenove, no nobre de sua juventude e força, e não muito antiga e misteriosa de estar fora do meu alcance.
Não! Escute a si mesma! A próxima coisa que você sabe que vai ser e vazia e controlada como Becca e Cassie e o resto deles. Pensa! Ele é o teu inimigo. Não se esqueça disso. Forçando-me a olhar para além da sua beleza física e hipnótico fascínio que ele irradiava, eu percebi que ele tinha começado a falar enquanto eu gritava comigo mesma.
— Dito isto, eu pensei que poderia ajudar essa aula, pois parece que vocês estão sendo duros com seu instrutor.
A classe caiu em risos apreciativos e acolhedores.
Eu levantei minha mão. Seus olhos âmbar ampliaram em surpresa, e então ele sorriu e disse, — Como é delicioso que a minha primeira pergunta venha do mais especial de todos os calouros. Sim, Zoey, o que posso responder?
— Com você, dando aula de teatro eu só estava me perguntando se isso significa que você espera ser o que Erik Night passou a ser por algum tempo? — Ok, eu não queria perguntar uma pergunta, mas meu instinto me tinha feito levantar minha mão, tal como os meus instintos estavam a dizer o que dizer. Eu sabia que insultar ele com o fato de que Erik tinha fugido era perigoso, mas eu estava fazendo de uma forma que eu esperava que não iria dar a ele um motivo de pura raiva. Eu apenas não estava com a certeza de que eu queria ser isca de um imortal.
Kalona não parecia ter sido atingindo. — Acredito que Erik Night pode voltar para a House of Night mais cedo do que alguns possam pensar. Mas, infelizmente, eu ouvi dizer que ele não poderia estar em qualquer forma de retomar as suas funções como professor, ou como qualquer outra coisa durante muito tempo. — Seu sorriso ficou mais quente e mais íntimo, e eu podia sentir Becca e Cassie e o resto das meninas na sala atirando perigosos olhares de inveja sobre mim. Percebi com uma terrível sensação de medo e descrença de que as meninas não tinham ouvido nada realmente o que Kalona tinha dito. Eles não podiam compreender que ele tinha acabado de ameaçar Erik e disse que ele estava voltando, provavelmente só longe de ser rebocado aqui em um saco. Todos eles ouviram foi o som da sua bela voz. Todos eles sabiam era que ele estava dando toda a sua ateção a mim.
— Agora, doce Zoey, ou, como gosto de pensar em você, A-ya, vou te dar a honra de escolher o trabalho que nos devemos estudar primeiro. Fique certa! A classe inteira deve respeitar a sua escolha. E sei que vou trabalhar, o que você escolher. — ele parou para via a meu lado na sala. Eu estava na segunda fileira, atrás de Becca, e eu juro que podia vê-la tremer com a sua proximidade. — Talvez eu vá te dar um papel a desempenhar no nosso pequeno drama.
Eu encarei ele, meu coração martelando tão violentamente no meu peito que eu tinha certeza que ele podia ouvir. Ele estar tão perto foi difícil pra mim. Fez lembrar dos meus sonhos, quando ele veio a mim e me pegou em seus braços. Eu podia sentir o frio que radiava de seu corpo... envolvido em torno de mim... fazendo-me sentir atraída para a manta de ébano dessas asas...
Ele vai machucar Erik! Eu agarrei a esse pensamento e sentiu o delicioso encanto resvalar de mim. Não importa o que estava acontecendo entre Erik e eu, eu não estava prestes a ser fria com que nada aconteça com ele.
— Eu sei o trabalho perfeito para nós fazermos. — Fiquei orgulhosa de que minha voz era calma e forte.
Seu sorriso era puro, sensual alegria. — Estou intrigado! Qual é a sua escolha?
— Medea — eu disse sem hesitar. — Antiga tragédia grega que se passa em um momento em que os deuses ainda andavam a terra. É sobre o que acontece quando um homem tem muita arrogância.
— Ah, sim, arrogância. Quando um homem apresenta olímpica arrogância. — Sua voz era ainda profunda e sedutora, mas eu podia ver a raiva que tinha começado a gravar em seus olhos. — Eu acho que você vai achar que a arrogância só se aplica quando você lida com mortais, e não os próprios deuses.
— Então você não quer fazer o trabalho? — Eu disse com exagerada inocência.
— Pelo contrário, eu acredito que a peça vai ser divertida. Talvez eu ache que você deve dramatizar Medea si mesmo. — Ele quebrou contato comigo e reorientou o seu carisma na classe. — Estudo para trabalhar esta noite. Iremos começar agindo amanhã. Bem, meus filhos. Aguardo cada um de vocês novamente. — Ele virou-se e, como a forma abrupta como ele entrou na sala, ele saiu.
Não houve silêncio absoluto para aquilo que parecia muito tempo. Finalmente, para qualquer um e todos eu disse, — Bem, acho que vou tentar encontrar alguns exemplares de Medea. — Fui para cima e ao fundo da sala. Mas nem mesmo o som de abertura e fechamento dos armários e arquivos de lata velha que contém montes de scripts poderiam cobrir os sussurros que choviam ao meu redor.
— Por que ela deveria ser notada por ele?
— Não é justo!
— Se esta é Nyx sendo misteriosa e, em seguida, estou farta dessa maldita.
— Sim, é papo furado. Se você não ser Zoey Redbird, então você não está a merda com Nyx.
— Nyx dá sempre que ela quer. A Deusa não deixar nada para o resto de nós.
E sobre eles murmúrios, sonoridade mais e mais furiosas. Os caras estavam mesmo enfeitiçados. Aparentemente fiz um útil bode expiatório para o que tinha de ser uma enorme quantidade de raiva e inveja que já deve ter tido para Kalona, mas não foram autorizados a levar para fora sobre ele porque ele estava brincando com as suas mentes.
O que foi mais do que óbvio era que Kalona foi metodicamente derrubar o amor dos calouros para Nyx, e ele estava a usando-me para ajudá-lo. Eles não puderam ver o amor e a honra e a força da sua Deusa não mais porque a presença física de Kalona estava bloqueando seu ponto de vista, como o sol escurece o brilho da lua durante um eclipse lunar.
Achei os scripts de Medea e fui ate a secretaria e Becca. Quando ela franziu para mim, eu disse, — Aqui. Entregue isso. — Então, sem outra palavra, saí da sala.
Quando eu saí, andei pela calçada me encostando contra as escorregadias paredes de pedra e tijolos que estavam cobertas de gelo que compunham os edifícios da House of Night e o muro que rodeia o campus. Eu estava tremendo. Com a sensação que Kalona tinha virado uma classe inteira contra mim. Eles não tinham se importado que eu tinha, obviamente, tentado não babar sobre ele como todo mundo. Eles não tinham sequer notado que eu estava chateada com ele. Todas as crianças que tinham sido hipnotizadas pela sua beleza e ele tinha que me dar atenção especial, antes e acima de qualquer uma delas.
E eles me odiavam por isso.
Mas foi muito mais do que eles me odiar. O mais assustador, mais inacreditável parte dela, é que eles tinham começado a odiar Nyx.
— Eu tenho que tirá-lo daqui. — Falei as palavras em voz alta, tornando-as um juramento. — Não importa o quê, Kalona vai deixar esta House of Night.
Eu caminhava lentamente em direção aos estábulos, e não apenas porque eu tinha deixado a minha última aula cedo para que eu tivesse tempo para matar antes da sexta aula começar. Andei devagar porque eu estava prestes a escorregar e cair de bunda se eu não fosse muito cuidadosa. Minha sorte de eu quebrar alguma coisa e ter de lidar com um elenco ou dois, juntamente com tudo o resto.
Alguém tinha colocado uma mistura de sal e areia sobre a calçada, mas teve pouco efeito sobre uma tempestade que só mantinham mais. Onda após onda de congelamento, chuva caia, fazendo com que o mundo parecesse com um bolo gigante com cristais de gelo. Ainda era bonita, mas, em um estranho, fantasmagórico jeito.
Como eu escorreguei e deslizei e lutei tive que atravessar os poucos metros para os estábulos, eu percebi que como seis de nós íamos conseguir sair daqui, para não mencionar as milhas ou algo assim que teríamos que percorrer para chegar na abadia Benedita na esquina da Lewis com a Vigésima primeira.
Eu queria sentar no meio do frio, molhado ou escorregadio bagunça e chorar. Como eu ia fazer para nos tirar daqui? Precisava do Hummer, mas eu não podia encobri-lo. Isso deixou apenas escapar a pé, o que não foi suficientemente rápido em circunstâncias normais. Durante uma tempestade de gelo que revestido as ruas e calçadas do centro Tulsa com gelo e escuridão, não foi apenas lenta, mas impossível.
Eu estava quase na entrada do estábulo quando ouvi o Corvo Escarnecedor partir dos ramos do enorme carvalho velho que ficava fora do edifício. Minha primeira reação foi a de escorregar e deslizar rapidamente para a porta e entrar. Eu realmente comecei a andar pressa e, em seguida, minha raiva me alcançou. Eu parei, chamei um profundo suspiro para mim mesmo, e ignorei o pássaro. A coisa era terrível com olhos humanos olhando para mim e causando meus cabelos da nunca se arrepiarem.
— Fogo, eu preciso de você — eu sussurrei, enviando o meu pensamento para o sul, para a direção que pertencia a esse elemento. Quase instantaneamente senti o calor escovar contra a minha pele, e houve uma espera, a ouvir a qualidade do ar em torno de mim. Eu virei e olhei para dentro dos ramos congelados do velho carvalho.
Em vez de um Corvo Escarnecedor, uma terrível, imagem espectral de Neferet estava no meio da árvore. Ela irradiava trevas e mal. Não havia nenhuma brisa, mas o seu cabelo comprido flutuava em torno dela, como se tivessem vida própria. Seus olhos brilhavam um desagradável escarlate, mais ferrugem do que vermelha. Seu corpo estava semitransparente; irradiando da sua pele com uma luz celeste.
Eu incidi sobre uma coisa que permitiu que o meu terror para descongelar o suficiente para eu falar o seu corpo parecia transparente, então ela realmente não estava lá.
— Não tem coisas mais importantes a fazer do que espiar? — Fiquei satisfeita pela minha voz não tremer. Eu até levantei o meu queixo e franzi para ela.
— Você e eu temos questões pendentes. — Sua boca não se moveu, mas eu ouvi a voz dela ecoar no ar que nos rodeava.
Eu incorporei um dos jeitos esnobes de Aphrodite. — Ok, talvez você não tenha nada melhor para fazer do que espiar. Eu, por outro lado, estou muito ocupada para ser incomodada por você.
— Mais uma vez, você precisa de uma lição de respeitar os mais velhos. — Como eu assisti, ela começou a sorrir, e sua larga, linda boca esticou e esticou e esticou até que, com um som horrível, explodiu em aranhas escancarando em ruptura imagens de centenas e centenas de borbulhante, multicoloridas criaturas.
Eu aspirei o ar para um grande grito, e já tinha começado a ir para trás, quando ouvi um bater das asas e um Corvo Escarnecedor parando na forquilha da árvore. Eu pisquei, esperando para ser superado com aranhas, mas elas pareciam dissolver e, em seguida, para misturar-se com a noite e desaparecem. Havia apenas a árvore, o Corvo Escarnecedor, e meu medo persistente.
— Zzzzzoey — a criatura sussurrou meu nome. É evidente que este era um dos corvos escarnecedores cuja capacidade de falar não era quase tão refinada como a de Rephaim.
— Você cheiraaaa como o verrraão. — Ele abriu seu bico escuro e eu vi a bifurcada língua que foi para fora avidamente, como se estivesse degustando o meu perfume.
Certo. Chega era suficiente. Neferet tinha me feito passar medo com aquelas coisas, meu. E agora isto... este... pássaro homem estava a tentar me intimidar, também? Ah. Inferno. Não.
— Muito bem, estou enjoada e cansada de vocês malucos e da forma como você e seu pai e a desagradável Neferet acham que pode ter mais que tudo.
— Pai dizzzeer, encontrar Zzzzzoey, e acho Zzzzzoey. Dizzzeer Pai, cuidar da Zzzzzoey. Eu observo Zzzzzoey.
— Não. Não. Não! Se eu quisesse uma dor-no-trasseiro de pai a me vigiar e me acompanhar, eu apelo ao meu Padastro-perdedor. Então, para você, seu pai, o resto do seus pássaros irmãos, e até mesmo a Neferet, digo: Tire. Seus. Olhos. Da. Minha. Volta!
Eu levantei as minhas mãos com fogo para ele. Ele grunhiu e decolou, saindo erraticamente e voando para fora da árvore e longe de mim tão rápido como ele podia ir embora, deixando para trás o perfume de suas penas e o silêncio.
— Você sabe, não é inteligente mexer com eles — disse uma voz. — Eles são normalmente desagradáveis. Depois de irritar as suas penas que já são difíceis deles obter, juntamente.
Eu virei de volta para a estabilidade do edifício para ver Stark de pé na porta aberta.

4 comentários:

  1. Espero que não tenha sido o Stark que contou pra Neferet que a Zoey tem medo de aranhas, senão vou ficar muuito irritada. Espero que ela tenha descoberto sozinha.

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  2. eu acho q a Neferet leu a mente do Stark

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