1 de outubro de 2015

Capítulo 26

— Aqui, Zoey, vai te ajudar se você passar isso pela boca. — Cega eu peguei o que quer que fosse que Erin me entregou, aliviada quando vi que era só água fria. Eu cuspi a nojeira de vômito.
— Ugh, tire isso daqui — eu disse, suprindo minha ânsia quando senti o cheiro do vômito. Eu queria cobrir o rosto com as mãos e começar a chorar, mas eu sabia que a sala toda estava olhando para mim, então eu devagar ajeitei os ombros e coloquei meu cabelo atrás das orelhas. Eu não tinha o luxo de me dissolver em um ataque de pânico. Minha mente já estava processando as coisas que eu precisava fazer – tinha que fazer. Por Heath, ele era o que importava agora, não eu, e não minha necessidade para histeria. — Eu tenho que ver Neferet — eu disse segura e levantei, surpresa de ver o quão firme meus joelhos tinham ficado.
— Eu vou com você — Erik disse.
— Obrigado, mas primeiro eu preciso escovar os dentes e colocar um sapato. — (eu tinha colocado só um par de meias grossas quando desci para ver TV). Eu sorri para Erik. — Eu vou correndo até o meu quarto e já volto. — Eu pude sentir as Gêmeas se aprontando para me seguir. — Ficarei bem. Só me deem um segundo. — Então virei e corri subindo as escadas.
Eu não parei no meu quarto, mas continuei indo pelo corredor, virei à direita, e parei na frente do número 124. Eu levantei meu punho, mas não tinha batido quando a porta abriu.
— Eu pensei que seria você. — Aphrodite me deu um olhar frio, mas deu um passo para o lado. — Entre.
Eu entrei, surpresa pelas cores bonitas do interior do quarto. Eu acho que esperei que ele fosse escuro e assustador, como um preto.
— Você tem um flúor? Eu acabei de vomitar e seriamente me enojei.
Ela apontou com o queixo para o armário de remédios em cima da pia. — Ali. O copo na pia está limpo.tr
Eu lavei minha boca, aproveitando a oportunidade para organizar meus pensamentos. Quando terminei virei para olhar para ela. Decidindo não perder tempo com merda, eu fui direto ao ponto. — Como você sabe se uma visão é real ou só um sonho?
Ela sentou em uma das camas e colocou seu longo e perfeito cabelo para trás. — É um sentimento dentro de você. Visões nunca são fáceis ou confortáveis ou flores enroladas como nos filmes. Visões são uma merda. Pelo menos as reais. Basicamente, se te faz sentir que nem merda, provavelmente é real e não só um sonho. — Os olhos azuis dela olharam para mim cuidadosamente. — Então, você está tendo visões?
— Eu pensei ter tido um sonho a noite passada, um pesadelo na verdade. Hoje eu acho que era uma visão.
Aphrodite virou os lábios apenas um pouco. — Bem, isso é uma merda para você.
Eu mudei de assunto. — O que está acontecendo com Neferet? — O rosto de Aphrodite ficou cuidadosamente em branco. — Como assim?
— Eu acho que você sabe exatamente do que estou falando. Tem algo errado com ela. Eu quero saber o que.
— Você é a protegida dela. A favorita dela. A nova garota de ouro dela. Você acha que eu vou dizer alguma merda para você? Eu posso ser loira, mas eu definitivamente não sou idiota.
— Se é assim que você realmente se sente, porque você me alertou sobre beber o remédio que ela me deu?
Aphrodite olhou para o outro lado. — Minha primeira colega de quarto morreu seis meses depois que cheguei aqui. Eu tomei o remédio. Ele – ele me afetou. Por um longo tempo.
— Como assim? Como afetou você?”
— Me fez me sentir engraçada, desapegada. Parou minhas visões. Não permanentemente, só por algumas semanas. E então foi difícil para mim lembrar até como ela parecia. — Aphrodite parou. — Vênus. O nome dela era Vênus Davis. — Os olhos dela encontraram os meus novamente. — Ela foi a razão pela qual escolhi meu novo nome como Aphrodite. Éramos melhores amigas e achamos que era legal. — Os olhos dela estavam cheios de tristeza. — Eu me fiz lembrar de Vênus, e eu achei que você iria querer lembrar de Stevie Rae.
— Eu quero. Eu vou. Obrigada.
— Você deveria ir. Não será bom para nenhuma de nós se souberem que você está aqui falando comigo — Aphrodite disse.
Eu percebi que ela provavelmente estava certa, e eu me virei para a porta. A voz dela me parou.
— Ela faz você pensar que ela é boa, mas ela não é. Nem tudo que é luz é bom, e nem tudo que é escuridão é sempre ruim.
Escuridão nem sempre equivale ao mal, assim como a luz nem sempre traz o bem. As palavras que Nyx tinha dito para mim no dia que fui Marcada estavam espelhadas no aviso de Aphrodite.
— Em outras palavras, tenha cuidado perto de Neferet e não confie nela — eu disse.
— Yeah, mas eu não disse isso.
— Disse o que? Nem estamos tendo essa conversa. — Eu fechei a porta atrás de mim e corri para meu quarto onde lavei meu rosto e escovei os dentes, coloquei um sapato, e então corri para a sala.
— Pronta? — Erik perguntou.
— Vamos também — Damien disse, incluindo as Gêmeas, Jack, e Drew.
Eu comecei a dizer para eles não, mas não consegui fazer a palavra sair. A verdade era que eu estava feliz por eles estarem aqui, felizes por eles obviamente sentirem a necessidade para juntar forças ao meu redor e me proteger. Eu me preocupei por muito tempo que meus poderes extras e minha estranha Marca escolhida pela deusa fosse me rotular como uma aberração e eu não me encaixasse, não teria nenhum amigo. Mas o oposto parecia estar acontecendo.
— Ok, vamos. — Fomos para a porta. Eu não tinha certeza absoluta do que eu ia dizer a Neferet. Tudo o que eu sabia é que eu não podia continuar a manter a boca fechada, e que eu tinha o terrível pressentimento de que meu “sonho” tinha sido uma visão, e que tinha mais sobre os “espíritos” que eu andava vendo do que apenas fantasmas. Mas acima de tudo, eu tinha medo que eles tivessem levado Heath. O que isso dizia sobre o que Stevie Rae tinha se tornado fez meu interior tremer, mas não mudava o fato de que Heath estava desaparecido, e que eu achava que sabia quem tinha levado ele (se não o que tinha levado ele).
Não tínhamos chegado à porta ainda quando ela abriu e Neferet escorreu para dentro da sala com uma onda do cheiro de neve no ar. Ela era seguida pelos Detetives Marx e Marin. Eles estavam usando jaquetas azuis que estavam fechadas até o queixo deles. O chapéu deles estavam cobertos com a neve branca e seus narizes estavam vermelhos. Neferet, como sempre, parecia perfeitamente posicionada, perfeitamente limpa, e perfeitamente no controle.
— Ah, Zoey, bom. Isso me poupa de ter que te procurar. Os dois detetives tem duas noticias ruins, e eles também gostariam de falar com você por um segundo.
Eu nem olhei para Neferet, e eu pude sentir ela endurecer enquanto eu respondia diretamente para os detetives. — Eu já ouvi as noticias sobre o desaparecimento de Heath. Se tiver qualquer coisa que eu puder fazer para ajudar, eu farei.
— Podemos usar a biblioteca de novo? — Detetive Marx perguntou. — É claro — Neferet disse suavemente.
Eu comecei a seguir Neferet e os Detetives para a biblioteca, mas eu parei e olhei para Erik.
— Estaremos aqui — ele disse.
— Todos nós — Damien disse.
Eu acenei. Me sentindo melhor, eu fui para a biblioteca. Eu mal entrei no aposento quando o Detetive Martin começou a me interrogar.
— Zoey, você pode me dizer onde estava entre as 6:30 e 8:30 dessa manhã?”
Eu acenei. — Eu estava lá em cima no meu quarto. Perto dessa hora estava falando no telefone com a minha avó, e então Heath e eu trocamos mensagens algumas vezes. —Eu peguei meu celular de dentro das jeans. — Eu não deletei as mensagens. Você pode ver se quiser.
— Você não tem que dar a ele seu telefone, Zoey — Neferet disse. Eu me fiz sorrir para ela.
— Está tudo bem. Eu não me importo.
Detetive Martin pegou meu telefone e começou a passar pelo arquivo de mensagens, copiando algumas mensagens. — Você viu Heath essa manhã? — Detetive Marx perguntou. — Não. Ele perguntou se podia vir me ver, mas eu disse não para ele.
— Aqui diz que você estava planejando ver ele na sexta — Detetive Martin disse.
Eu podia sentir os olhos afiados de Neferet em mim. Eu respirei fundo. O único jeito de eu fazer isso era me manter o mais perto da verdade que eu pudesse.
— Yeah, eu ia sair com ele sexta depois do jogo.
— Zoey, você sabe que existem regras restritas sobre continuar a sair com humanos da sua vida passada. — Eu notei, pela primeira vez, o nojo que enchia a voz dela quando ela disse humanos.
— Eu sei. Sinto muito. — De novo, eu disse a verdade, só omitindo o fato do Imprint, e o detalhe do eu-não-confio-mais-em-você. — É só que Heath e eu temos tanta história juntos que é difícil parar de falar com ele completamente, embora eu soubesse que eu preciso. Eu achei melhor encontrar com ele e dizer na cara dele, de uma vez por todas, que não podíamos mais nos ver. Eu teria contado a você, mas eu queria cuidar disso sozinha.
— Então, você não o viu hoje de manhã? — Detetive Marx repetiu.
— Não. Depois que terminamos com as mensagens eu fui dormir.
— Alguém pode testemunhar que você ficou no seu quarto o tempo todo? — Detetive Martin perguntou, me entregando meu telefone.
A voz de Neferet era gelada.
— Cavalheiros, eu já expliquei a vocês a terrível experiência que Zoey passou ontem. A colega de quarto dela morreu. Então, como alguém pode testemunhar onde ela estava se...
— Hum, com licença, Neferet, mas na verdade eu não estava dormindo sozinha. Minhas amigas Shaunee e Erin não queriam ficar sozinhas, então vieram para meu quarto e dormiram comigo. — Eu não comentei sobre Damien. Não tinha porque meter ele em problemas.
— Oh, isso foi gentil da parte delas — Neferet disse gentilmente, mudando do modo vampira assustadora para mãe preocupada. Eu tentei não pensar sobre o quão não enganada eu estava por ela.
— Você tem alguma ideia de onde Heath pode estar? — perguntou o Detetive Marx (eu ainda gostava mais dele).
— Não. A caminhonete dele foi encontrada não muito longe do muro da escola, mas a neve está caindo tanto que qualquer rastro de onde ele pode ter estado foi completamente coberto.
— Bem, eu acho que invés de perder tempo interrogando minha caloura, a polícia deveria passar mais tempo procurando o adolescente na sarjeta — Neferet disse em um tom improvisado que me fez querer gritar.
— Senhora? — Marx disse.
— Me parece claro o que aconteceu. O garoto estava tentando ver Zoey, de novo. E só foi no mês passado que ele e aquela namorada dele subiram nos nossos muros dizendo que iam resgatar ela da escola. — Neferet acenou a mão dispensando. — Ele estava bêbado e alto, ele provavelmente estava bêbado e alto nessa manhã também. A neve foi muito para ele, e ele provavelmente caiu na sarjeta em algum lugar. Não é ai onde os bêbados normalmente terminam?
— Senhora, ele é um adolescente, não um bêbado. E seus pais e amigos dizem que ele não bebe a mais de um mês.
A suave risada de Neferet deixou óbvio o quanto ela não acreditava nele. Surpreendentemente, Marx ignorou ela e me estudou com cuidado. — Como é, Zoey? Vocês dois saíram durante alguns anos, certo? Você consegue pensar em algum lugar para onde ele possa ter ido?
— Não por aqui. Se a caminhonete dele estivesse sumida na estrada Grove Oak em BA eu poderia dizer a você em que festa ele estava. — Eu não quis dizer isso como uma piada, especialmente depois do que Neferet falou sobre Heath, mas o detetive pareceria estar tentando não sorrir, o que de repente o fez parecer gentil, e mais aberto. Antes de mudar de ideia, eu falei, — mas eu tive um sonho estranho essa manhã que pode não ser um sonho e sim algum tipo de visão sobre Heath.
No silêncio a voz de Neferet soou cortante e dura. — Zoey, você nunca antes demonstrou uma afinidade para visões ou profecias.
— Eu sei. — Eu propositalmente me fiz soar insegura e um pouco assustada (a parte do assustada não era exatamente um fingimento). — Mas é muito estranho eu ter sonhado com Heath perto do muro leste, e ele ser pego lá.
— O que pegou ele, Zoey? — A voz de Detetive Marx era urgente. Ele definitivamente estava me levando a sério.
— Eu não sei. — O que definitivamente não era uma mentira. — Eu não sei se eram calouros ou vampiros. Em meu sonho quatro pessoas de capa o arrastavam para longe.
— Você viu para onde eles foram?
— Não, eu acordei gritando pelo Heath. — Eu não tive que fingir as lágrimas que encheram meus olhos. — Talvez você devesse procurar tudo perto da escola. Tem algo lá, algo pegando adolescentes, mas não somos nós.
— É claro que não somos nós. — Neferet se aproximou de mim e colocou um braço ao meu redor, dando tapinhas em meu ombro e fazendo sons suaves de mãe. — Cavalheiros, eu acho que Zoey já fez mais do que o suficiente para um dia só. Porque eu não apresento vocês a Shaunee e Erin, que, eu tenho certeza, vão colaborar como álibi dela.
Álibi. A palavra parecia fria.
— Se você lembrar de mais alguma coisa, ou tiver outros sonhos estranhos, por favor não hesite em me contatar, qualquer hora dia ou noite — Detetive Marx disse.
Essa era a segunda vez que ele dava seu cartão – ele certamente era persistente. Eu peguei o cartão dele e o agradeci. Então enquanto Neferet o guiava para fora da biblioteca o Detetive Marx hesitou e voltou até mim.
— Minha irmã gêmea foi Marcada e Mudou 15 anos atrás — ele disse suavemente. — Ela e eu ainda somos próximos, embora ela devesse esquecer sua família humana. Então quando eu digo que você pode me ligar a qualquer hora, e me contar qualquer coisa, você pode acreditar em mim. Você também pode confiar em mim.
— Detetive Marx? — Neferet parou na porta.
— Só estou agradecendo Zoey de novo, e dizendo a ela como sinto pela colega de quarto dela — ele disse suavemente enquanto ele caminhava pelo aposento.
Eu fiquei onde eu estava, tentando organizar meus pensamentos. A irmã de Marx era uma vampira? Bem, isso não era tão bizarro. O que era bizarro era que ele ainda a amava. Talvez eu pudesse confiar nele.
A porta fechou e eu pulei surpresa. Neferet estava parada de costas, me observando com cuidado.
— Você teve Imprint com Heath?
Eu tive um instante de frio e branco pânico. Ela ia ser capaz de me ler. Eu estava me enganando. Não tinha como eu ser párea para a Alta Sacerdotisa. Então eu senti uma onda de uma brisa impossível... o calor de um fogo invisível... a frescura da chuva de primavera.... a doçura verde de uma campina fértil... e a poderosa força preenchendo meu espírito. Com uma nova confiança eu olhei para os olhos de Neferet.
— Mas você disse que eu não tive um Imprint. Você me disse que o que aconteceu com ele e comigo no muro não foi o suficiente para um Imprint. — Eu me certifiquei que minha voz soasse confusa e chateada.
Os ombros dela relaxaram quase imperceptivelmente.
— Eu não acho que você teve um Imprint com ele. Então, você está dizendo que não esteve com ele desde então? Você não se alimentou dele de novo?
— De novo! — Eu me deixei soar chocada enquanto sentia o perturbador, e ainda sim sedutor pensamento de me alimentar de Heath. — Mas eu realmente não me alimentei dele daquela vez, me alimentei?
— Não, não, é claro que não — Neferet me garantiu. — O que você fez foi muito insignificante, de fato. É só que seus sonhos me fizeram imaginar se você esteve com seu namorado de novo.
— Ex-namorado — eu disse quase automaticamente. — Não. Mas ele tem me ligado e mandado várias mensagens ultimamente, então achei que seria melhor encontrar ele e tentar fazer ele entender, de uma vez por todas, que não podemos mais nos ver. Sinto muito. Eu deveria ter contado a você, mas eu queria resolver isso sozinha. Quero dizer, eu me meti nessa confusão. Eu deveria ser capaz de sair dela.
— Bem, eu elogio seu senso de responsabilidade, mas não acho sábio fazer os detetives pensarem que seu sonho pode ter sido uma visão.
— É que parecia tão real — eu disse.
— Tenho certeza que sim. Zoey, você tomou o remédio que eu te pedi para tomar ontem à noite?
— Você diz aquela coisa leitosa? Yeah, Shaunee me deu. — E ela tinha dado, mas eu joguei aquela merda no ralo da pia.
Neferet parecia ainda mais relaxada. — Ótimo. Se você continuar tento sonhos perturbadores, venha até mim e vou te dar uma mistura mais forte. Isso deveria manter os pesadelos longe de você, mas eu claramente subestimei a dosagem que você precisa.
A dosagem não foi tudo que ela subestimou.
Eu sorri. — Obrigado, Neferet. Eu agradeço por isso.
— Bem, você deve voltar a seus amigos agora. Eles protegem muito você, e tenho certeza que estão preocupados.
Eu acenei e fui com ela até a sala, tomando cuidado para não mostrar meu nojo quando ela me abraçou na frente de todos e disse tchau com o calor de uma mãe. Na verdade, ela era exatamente como uma mãe, mais especificamente minha mãe, Linda Heffer. A mulher tinha me traído por um homem e se importava mais consigo e com as aparências do que comigo. A similaridade entre Neferet e Linda estavam se tornando cada vez mais claras.

10 comentários:

  1. Dúvida que brotou na minha mente: Nyx estava falando dos MOMENTOS de luz o escuridão (tipo, agora a Neferet tá assim, mas ela não É assim), ou das primeiras impressões das pessoas sobre as outras em luz ou escuridão (tipo, a Neferet deu a primeira impressão de ser boazinha e está sendo má agora, mas ela não É má)?

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    1. Acho que a segunda alternativa... sobre as pessoas (y otras cositas más) não serem o que parecem

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  2. Metafora na escuridão sempre tem luz, e quanto maior a luz maior a sombra que ela projeta basta saber olhar :}

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  3. com esse negocio de luz e escuridão eu comecei a pensar sobre o Loren,eu não confio muito nele desde nefered falou que ele tinha ido embora antes dele estar fora da escola
    ASS:Leticia

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    1. Tbm nn comfio no loren

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    2. Desculpa em contar mais...: Loren e Neferet são amantes... Haa e se eu n me engano ele MORRE!

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    3. Felizmente alguem de quem eu n gosto vai morrer!!

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  4. Sempre achei que a Aphrodite fosse uma daquelas garotas vacas que depois se mostram boas.
    É também não confio no Loren, acho que ele e a Neferet estão armando alguma.

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  5. Ainda bem que a Z acordou sobre a Neferet, essa vacaaa
    Tomara que ela ligue pro detetive

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