5 de outubro de 2015

Capítulo 23 - Zoey

A enfermaria da escola não era muito grande. Na verdade, era como três pequenos quartos como de hospital em um dos andares do prédio dos professores. Então não foi surpresa haverem garotos feridos dividindo um quarto. Não que eu não tenha ficado chocada por ver as três paletas, cada uma cheia de calouros feridos, espalhados no corredor. Os garotos feridos piscaram em surpresa enquanto meu grupo pausava na entrada.
— Zoey? — Eu olhei para cima tentando não encarar os garotos feridos – e para não sentir o cheiro do sangue que parecia estar no ar ao nosso redor – para ver dois vampiros correndo em minha direção. Eu os reconheci como assistentes de Neferet, o equivalente as enfermeiras, e tive que pensar muito para lembrar que a loira alta se chamava Sapphire, e a baixa, asiática Margareta. — Você está ferida também? — Sapphire perguntou, olhando para mim rapidamente.
— Não, estou bem. Todos estamos bem — eu assegurei a ela. — Na verdade, estamos aqui para ajudar.
— Sem um curandeiro fizemos tudo que pode ser feito por eles — disse Margareta. — Nenhum dos calouros corre perigo imediato de morrer, embora nunca se sabe como um ferimento vai afetar a Mudança, então é sempre possível que vários deles possam –
— Ok, yeah, eu entendi. — Eu cortei ela antes que ela pudesse dizer ‘morrer’ em voz alta e obviamente na frente dos garotos que podiam muito bem morrer. Jeesh, em falar em não ter educação. — Não estamos aqui por causa de nossa habilidade médica — Damien explicou. — Estamos aqui porque nosso círculo é poderoso, e com ele podemos ser capazes de suavizar aqueles que foram feridos.
— Nenhum dos outros calouros que não estão feridos está aqui — disse Sapphire, como se isso fosse motivo para nós também não estarmos aqui.
— Nenhum dos outros calouros tem afinidade com os elementos — eu disse.
— Verdade, fizemos tudo o que pudemos — Margareta respondeu friamente. — Sem uma Alta Sacerdotisa –
Dessa vez Stark a cortou. — Temos uma Alta Sacerdotisa, então é hora de você ir para o lado e deixar ela, e seu círculo, ajudarem esses garotos.
— Yeah, se afaste — Aphrodite disse, literalmente indo até a cara da vampira. As duas vampiras se afastaram, embora eu pudesse sentir seu olhar gelado e desaprovador.
— Qual diabos é o problema delas? — Aphrodite perguntou numa voz baixa enquanto entravamos no corredor.
— Não faço idéia — eu disse. — Eu nem conheço elas.
— Eu conheço — Damien disse suavemente. — Eu fui voluntário na enfermaria quando era terceiranista. Elas sempre foram rígidas. Eu pensei que era porque elas tinham que lidar com calouros morrendo.
— Rígidas? — Shaunee disse.
— Traduza para ele, pode ser, Stevie Rae? — Erin disse.
— Rígido significa “firme e meio sério.” Sabe, vocês deveriam ler mais.
— Eu ia dizer isso — Stark disse. Damien suspirou. Incrivelmente, eu tive que dar um sorriso. As circunstancias eram ruins, mas meus amigos serem como normalmente eram fez tudo parecer só um pouco mais leve.
— Horda de nerds, foco. Estamos aqui para ajudar os calouros. Dour Um e Dour Dois não são importantes — disse Aphrodite.
— Referências ao Dr. Seuss. Eu gostei — Stark disse, me dando um olhar olhe-para-mim-eu-sempre-leio-livros-quentes.
Aphrodite franziu para ele, — eu disse, foco, não “flerte”.
— Stevie Rae? — Um cara chamou do corredor, nos interrompendo.
— Drew? — Stevie Rae disse, e então ela correu para o lado dele. — Drew, você está bem? O que aconteceu? Seu braço está quebrado? — O braço do garoto estava em uma tala. Um dos seus olhos estava roxo e inchado, e seus lábios estavam cortados, mas ele conseguiu sorrir para Stevie Rae.
— Estou muito feliz por você não estar mais morta. — Ela sorriu.
— Hey, eu também. E posso te dizer que eu não recomendo morrer e voltar à vida, então você tem que descansar bem. — Então ela ficou sóbria enquanto seus olhos voltavam a olhar seus ferimentos, e ela acrescentou rapidamente, — Mas você vai ficar bem. Você não tem que se preocupar com isso.
— Não é nada demais. Não quebrei o braço. Ele só deslocou quando eu estava lutando com o Corvo Escarnecedor.
— Ele tentou salvar Anastasia. — Meu olhar seguiu a voz da garota para dentro da enfermaria ao lado de onde Drew estava deitado. A porta estava aberta e eu podia ver uma caloura meio inclinada na cama com um braço em um daqueles apoio de alumínio que tem nas camas de hospital. Todo seu braço estava aberto. Também havia um horrível corte na lateral do seu pescoço que desaparecia dentro da camisola hospitalar. — Ele quase conseguiu. Drew quase salvou ela.
— Quase não é bom o bastante — Drew disse.
— Quase é melhor do que muitos garotos fizeram — disse a garota. — Pelo menos você tentou.
— O que diabos aconteceu, Deino? — Aphrodite perguntou, passando por mim e indo até a garota. De repente eu percebi quem era a garota. Ela e suas duas amigas, Enyo e Pempheredo (nomeadas pelas Irmãs Gorgon e Scylla), eram parte do círculo de vadias de Aphrodite antes de eu chegar na House of Night e, como a própria Aphrodite disse, a vida dela implodir. Eu me preparei para Deino fazer um comentário duro para Aphrodite, já que nenhuma das “amigas” dela realmente permaneceu sua amiga quando ela caiu da graça de Neferet e eu fui substituída como Líder das Filhas das Trevas. Felizmente, a resposta da garota não foi odiosa, embora ela soasse frustrada e mais do que um pouco irritada.
— Nada aconteceu. Bem, isso é, a não ser que você tenha enfrentado os malditos pássaros. Então eles te atacam. Nós — ela gesticulou com seu braço bom ao redor da enfermaria — enfrentamos eles. Assim como Dragon e Anastasia.
— Eles atacaram a professora Anastasia enquanto Dragon estava lutando com vários deles no pátio. Ele não estava perto o bastante para ajudar ela. Ele nem viu acontecer — Drew disse. — Eu agarrei um deles e a puxei, mas outro veio por trás de mim.
— Eu agarrei esse — Deino disse. Ela apontou para o corredor. — Ian tentou ajudar quando a coisa se virou para cima de mim. O Corvo Escarnecedor quebrou a perna dele como um galho.
— Ian Bowser? — eu perguntei, enfiando a cabeça pela porta aperta para onde Deino tinha apontado.
— Yeah, sou eu — disse o garoto magricela mas meio fofo que tinha uma perna enfaixada com gesso até a altura da sua coxa. Ele parecia meio branco demais contra os lençóis.
— Isso parece doer — eu disse. Eu conhecia ele da aula de teatro. Ele tinha uma enorme queda pela professora Nolan – antes dela ser assassinada mais ou menos um mês atrás.
— Eu já me senti melhor — ele disse, tentando sorrir.
— Yeah, todos já nos sentimos melhor — disse uma garota mais distante no corredor.
— Hanna Honeyyeager! Eu não te vi aí — Damien disse, se movendo ao meu redor até o lado da garota. Eu podia entender porque ele não tinha notado ela antes dela falar alguma coisa. Ela estava coberta com um grande edredom, no qual ela desaparecia porque ela era seriamente a pessoa mais branca que eu já vi. Sabe, uma daquelas loiras que tem uma pele que nunca se bronzeou e ela sempre parecia coradinha ou embaraçada ou surpresa. Eu só conhecia ela por causa de Damien. Eu ouvi ele falando com ela sobre flores – aparentemente a garota era um gênio com qualquer coisa que florescia. Eu lembrei disso sobre ela, e o fato de que todo mundo chamava ela pelo nome e sobrenome, tipo como a Shannoncompton, só que não juntavam os dois. — O que aconteceu com você, querida? — Damien se abaixou ao lado dela e pegou sua mão. Sua cabeça loira estava envolvida numa bandagem que tinha manchas de sangue em sua testa.
— Quando a professora Anastasia foi atacada, eu gritei para os Corvos Escarnecedores. Um monte — ela disse.
— Ela tem uma voz bem aguda — disse um garoto do último quarto, que eu não conseguia nem ver.
— Bem, aparentemente os Corvos Escarnecedores não gostam de vozes agudas — disse Hanna Honeyyeager. — Um deles me derrubou.
— Espera aí. — Erin marchou pelo corredor em direção ao quarto do garoto que eu não conseguia ver. — É você. T.J?
— Erin!
— Oh.Minha.Deusa! — Erin gritou e correu para o quarto dele.
Logo atrás dela, Shaunee gritou, — Cole? E quanto ao Cole?
— Ele não enfrentou eles — T.J respondeu em uma voz tensa, o que fez Shaunee parar perto da porta aberta do quarto dele como se ela tivesse levado um tapa no rosto.
— Não enfrentou? Mas... — A voz de Shaunee sumiu, como se ela estivesse muito confusa.
— Oh, merda, garoto! Olhe para suas mãos! — A exclamação de Erin ecoou para fora do quarto de T.J.
— Mãos? — eu repeti.
— T.J é um boxeador. Ele até ganhou nos Jogos de Verão contra vampiros — Drew explicou. — Ele tentou derrubar Rephaim. Não funcionou como ele esperava, e o cara rasgou suas mãos.
— Oh, deusa, não. — Eu ouvi Stevie Rae dizer suavemente, suas palavras cheias de horror. Eu estava olhando para Shaunee que estava do lado de fora do quarto de T.J, parecendo como se ela não soubesse o que fazer consigo mesma, o que me deu um péssimo sentimento. Cole e T.J eram melhores amigos, e eles estavam saindo com as Gêmeas. T.J estava saindo com Erin; Cole com Shaunee. Os dois casais tinham saído muito juntos. Tudo que eu conseguia pensar era, — Como um enfrentou os Corvos Escarnecedores e outro não?
— Exatamente o que eu gostaria que fosse explicado para mim. — Eu não tinha percebido que tinha falado em voz alta até o comentário de Darius. O garoto no corredor respondeu a ele. — Só aconteceu. Os estábulos pegaram fogo, então Neferet e Kalona surtaram. Os Corvos Escarnecedores ficaram malucos. Se você ficasse fora do caminho deles eles não mexiam com você, e era isso que estávamos fazendo até que um deles agarrou a professora Anastasia. Então alguns de nós tentaram ajudar ela, mas a maior parte dos calouros só correu para os dormitórios.
Eu olhei para a garota. Ela tinha um cabelo ruivo e olhos que eram de um brilhante e lindo azul. Seus dois bíceps estavam enfaixados, e um lado do seu rosto estava roxo e inchado. Eu juro que nunca a tinha visto antes na vida. — Quem diabos é você? — eu perguntei.
— Sou Red4. — Ela sorriu timidamente e deu nos ombros. — Yeah, meu nome é obvio, mas essa sou eu. Um, vocês não me conhecem porque acabei de ser Marcada. Logo antes da tempestade de gelo. A professora Anastasia era minha mentora. — Ela engoliu com força e piscou as lágrimas.
— Sinto muito — eu disse, pensando sobre o quão horrível deve ser para ela ser recém-Marcada, recém tirada de sua família e tudo que ela conheceu, e jogada no meio dessa confusão.
— Eu tentei ajudar ela também — Red disse. Uma lágrima escapou e deslizou por seu rosto. Ela a limpou, fazendo uma careta porque o movimento causou dor ao seu braço. — Mas aquele enorme Corvo Escarnecedor cortou meu braço e me jogou contra uma árvore. Eu não consegui fazer nada a não ser olhar quando ele — A voz dela se quebrou num soluço.
— Nenhum dos professores ajudaram vocês? — Darius perguntou, sua voz soando ríspida, embora fosse óbvio que sua raiva não estava dirigida a Red.
— Os professores sabiam que os Corvos Escarnecedores tinham simplesmente ficado muito excitados porque Neferet e seu consorte estavam muito chateados. Sabíamos mais do que agitar eles ainda mais — disse Sapphire em uma voz cortada de onde ela e Margareta ainda estavam paradas na entrada da enfermaria. Incrédula, eu virei para encarar ela.
— Eles simplesmente ficaram muito excitados? Você está brincando comigo? Aquelas criaturas estavam atacando calouros da House of Night e nenhum de vocês fez nada para ajudar porque não queriam agitar eles?
— Imperdoável! — Darius quase cuspiu a palavra.
— E quanto Dragon e a professora Anastasia? Eles obviamente não caíram na sua teoria de não agitar eles — Stark disse.
— Você não saberia mais sobre o que aconteceu do que qualquer um, James Stark? Eu lembro que você era muito próximo de Neferet e Kalona. Eu até lembro de te ver sair da escola com eles — disse Margareta. Stark deu um passo na direção dela, seus olhos começando a brilhar em um tom perigosamente vermelho. Eu agarrei o pulso dele.
— Não! Lutar contra os nossos não é como vamos vencer isso — eu disse para ele antes dele chegar até as duas vampiras.
— Stark foi com Neferet e Kalona porque ele sabia que eles estavam me atacando e Aphrodite e Damien e Shaunee e Erin e toda uma abadia cheia de freiras.
Com cada ‘e’ eu dei um passo em direção a Sapphire e Margareta. Eu podia sentir a força Elemental do espírito, que eu tão recentemente tinha chamado para suavizar Dragon, passando perigosamente ao meu redor. As vampiras também sentiram, porque as duas tropeçaram várias passos de distância de mim. Eu parei e controlei meu temperamento, baixando minha voz e pressão sanguínea.
— Ele lutou conosco contra eles. Neferet e Kalona não são o que vocês pensam que são. Eles são um perigo para todos. Mas agora eu não tenho tempo para tentar convencer vocês de algo que deveria ser óbvio para vocês quando aquele cara alado explodiu do chão em uma chuva de sangue. Agora estou aqui para ajudar esses garotos, e já que vocês parecem ter um problema com isso, eu acho que é uma boa ideia vocês voltarem para seus quartos como o resto da House of Night.
Parecendo chocadas e ofendidas, as duas vampiras voltaram para a entrada e correram pela escada que levava para o quarto dos professores. Eu suspirei. Eu disse a Stark que não podíamos vencer isso brigando contra os nossos, e então eu as ameacei. Mas quando virei para o grupo na enfermaria, eu encontrei sorrisos, salvas, e batida de palmas.
— Eu quero mandar essas vacas longe desde que chegamos aqui — disse Deino do seu quarto enquanto sorria para mim.
— E eles chamam ela de Terrível — Aphrodite disse, obviamente se referindo ao fato de que Deino, em Grego, significa terrível.
— Só sou boa em sentir o que outras pessoas estão sentindo. Eu não posso derrubar eles com um elemento ou cinco — Deino disse. Ela esfregou seu braço ferido distraída então voltou sua atenção para Aphrodite. — Hey, eu não deveria ter sido uma vaca com você nos últimos meses. Desculpe por isso. — Eu esperava que Aphrodite fosse dar uma de superior. Eu quero dizer, Denio foi horrível com ela – assim como todos os supostos amigos de Aphrodite.
— Yeah, bem, todos nós fizemos besteira. Deixa isso pra lá — Aphrodite disse, me surpreendendo totalmente.
— Você soa bem adulta — eu disse a ela.
— Você não tem um círculo para lançar? — ela disse. Eu sorri para ela porque eu juro que as bochechas dela ficaram coradas.
— Na verdade, eu tenho. — Eu olhei de Stevie Rae para Damien e Shaunee, e então chamei, — Erin, dá pra parar de bancar a enfermeira por tempo o bastante para entrar nesse círculo? — Ela saiu do quarto de T.J como um daqueles palhaços em caixas que abertas, dão um pulo.
— Yep, fácil fácil. — Eu notei que ela e Shaunee não olharam uma para a outra, mas eu não tinha tempo ou energia para entender o problema das Gêmeas naquele momento. — Ok, então, que lado é o norte, garota terra? — eu perguntei a Stevie Rae. Ela marchou para ficar do lado oposto a entrada do corredor. — Aqui definitivamente é o norte.
— Muito bem. O resto de vocês sabe o que fazer — eu disse. Como profissionais eles foram para seus lugares: Damien tomou a posição no leste para ar, Shaunee sul para fogo, Erin oeste para água, e Stevie Rae firmemente posicionada no norte para a terra.
Quando eles estavam prontos eu tomei meu lugar no centro do círculo. Começando com Damien no leste, eu chamei cada elemento para nosso círculo, me movendo na direção do relógio, até que eu terminei chamando o espírito até mim. Eu fechei meus olhos enquanto lançava, e quando o círculo estava completo, eu os abri para ver um fio prateado brilhando ligando nós cinco. Eu joguei minha cabeça para trás, ergui os braços, e gritei com a alegria de ser tocada pelos cinco elementos. — É bom estar em casa! — Meus amigos gritaram, felizes e completos, preenchidos pelos seus elementos e, mesmo que só por um momento, capazes de esquecer o caos e a dureza que nos cercava. Mas não a dor. Eu não ia esquecer o motivo do porque lancei o círculo, embora fosse fácil ficar presa na emoção dos elementos. Eu me centrei e me acalmei. Em uma voz forte e confiante comecei a falar.
— Ar, fogo, água, terra e espírito – eu chamei vocês aqui para nosso círculo por uma razão específica. Nossos amigos calouros na House of Night foram feridos. Não sou uma curandeira. Eu não sou nem tecnicamente uma Alta Sacerdotisa. — Eu pausei e olhei para o círculo, encontrando o olhar de Stark. Ele piscou para mim. Eu sorri e continuei. — Mas meu propósito é claro. Eu gostaria que vocês, por favor, tocassem esses garotos feridos. Eu não posso curar eles, mas eu peço que vocês suavizem e fortaleçam eles, para que eles possam se curar. Na verdade, eu acho que é isso que todos queremos – uma chance de nos consertar. Em nome de Nyx, e através do poder dos elementos, preencham esses calouros! — Concentrando minha mente, corpo, e alma, eu abaixei minhas mãos, imaginando que estava os elementos através de mim e para os garotos feridos. Eu ouvi exclamações de surpresa e prazer, e mesmo alguns arfares de ar enquanto os cinco elementos cercavam a enfermaria, preenchendo os calouros. Eu fiquei ali, sendo um condutor vivo para os elementos até que meus braços doeram e suor se derramou do meu corpo.
— Zoey! — Stark disse, — Chega! Você ajudou eles. Feche o círculo.
Eu ouvi Stark, e percebi que ele estava falando comigo há um tempo, mas eu estava tão concentrada e a tanto tempo que ele literalmente teve que gritar para finalmente me transpassar. Exausta, eu soltei minhas mãos e sussurrei sinceros agradecimentos e despedidas para os cinco elementos, e então de alguma forma, perdi minhas pernas e caí no chão de bunda.

3 comentários:

  1. querida Stevie Rae se eu fosse você estaria me sentindo horrivel, então como eu não sou, ainda bem

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    1. Oiiii por favor coloque um nome ou apelido no seus comentários 😉, vc descreveu muito bem ela deve tá um lixo beijos. 😘

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  2. Eu simplesmente amo quando a Zoey deixa os outros sem palavras uahsuash aquelas enfermeiras de cocô mereceram.

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