2 de outubro de 2015

Capítulo 1

— Yeah, eu tenho um aniversário horrível — eu disse a minha gata, Nala.
(Ok, na verdade ela não é minha gata e eu sim sou a pessoa dela. Você sabe como é com gatos: eles não têm donos, têm empregados. Um fato que eu ignoro.)
De qualquer jeito, eu continuo falando com a gata como se ela estivesse pendurada em cada palavra minha, o que tããããão não é o caso.
— Já faz 17 anos de um aniversário chato do dia 24 de dezembro. Eu estou completamente acostumada. Não tem nada demais.
Eu sabia que estava dizendo as palavras só para me convencer. Nala miou para mim em sua voz mal humorada de uma mulher velha e então sentou suas partes privadas, claramente entendendo que eu estava cheia.
— Aqui é o negócio — eu continuei quando terminei de passar um pouco de delineador nos meus olhos. (E eu digo um pouco passar-delineador-até-parecer-um-guaxinim definitivamente não é para mim. Na verdade, não é para ninguém.) — Eu vou ganhar vários presentes de bom grado que não são presentes de aniversário de verdade – são coisas com temas de Natal porque as pessoas tentam esmagar meu aniversário com o natal, e isso não funciona. — Eu encontrei os olhos verdes no espelho. — Mas vamos fingir que está tudo bem com os presentes nerds porque as pessoas não entendem que elas não podem juntar um aniversário com natal. Pelo menos não com sucesso.
Nala espirrou.
— Exatamente como me sinto, mas seremos boazinhas porque é pior dizer alguma coisa. Então ganho presentes horríveis e todo mundo fica chateado e as coisas ficam estranhas. — Nala não parecia convencida, então foquei minha atenção no meu reflexo. Por um segundo eu pensei ter exagerado no delineador, mas eu olhei mais perto e percebi que o que estava fazendo meus olhos ficarem tão grandes e escuros não era o meu delineador. Embora já fizesse dois meses desde que eu fui Marcada e virei uma vampira, a tatuagem em forma de lua crescente entre meus olhos e elaborados fios de tatuagens entrelaçadas que emolduravam meu rosto ainda tinham a habilidade de me surpreender. Eu tracejei uma das linhas espirais com meu dedo. Então quase inconscientemente baixei a já baixa gola do meu suéter e expus meu ombro esquerdo. Com uma virada da minha cabeça, joguei para trás meu cabelo escuro para que o raro padrão de tatuagens que começava na base do meu pescoço e se espalhavam por meus ombros até o lado da minha espinha até a parte baixa das minhas costas. Como sempre, a visão de minhas tatuagens me dava um choque elétrico que me deixava em parte excitada e em parte com medo.
— Você não é como todo mundo — eu sussurrei para meu reflexo. Então limpei minha garganta em uma voz muito faceira. — E está tudo bem não ser como todo mundo. — Eu virei os olhos para mim mesma. — Tanto faz. — Eu olhei por cima da minha cabeça, meio surpresa por não ser visível. Quero dizer, eu definitivamente podia sentir a enorme nuvem negra que me seguia desde o último mês. — Diabos, estou surpresa por não estar chovendo aqui. E isso não seria ótimo para o meu cabelo? — Eu sarcasticamente disse para o meu reflexo. Então suspirei e peguei um envelope que estava na minha mesa, A FAMÍLIA HEFFER estava escrito com linhas douradas contra o brilhante endereço de resposta. — Em falar em depressivo... — eu murmurei.
Nala espirrou de novo.
— Você está certa. É melhor acabar com isso. — Eu relutantemente abri meu envelope e puxei o cartão. — Ah, diabos. É pior do que eu pensei. — Havia uma enorme cruz de madeira na frente do cartão. No meio da cruz (com um prego ensanguentado) tinha um velho papel. Escrito (em sangue, é claro) estavam as palavras: Ele é a razão para a temporada. Dentro do cartão estava escrito (com letras vermelhas, é claro): FELIZ NATAL. Abaixo disso, com a letra da minha mãe, dizia:

Eu espero que você lembre da sua família durante essa época abençoada do ano.
Feliz aniversário,
Com amor,
Mamãe e papai.

— Isso é tão típico — eu disse a Nala. Meu estômago doeu. — E ele não é meu pai. — Eu rasguei o cartão em dois e o joguei no lixo, e então levantei olhando para os pedaços. — Se meus pais não vão me ignorar, eles estão me insultando. Eu prefiro ser ignorada.
A batida na minha porta me fez pular.
— Zoey, todos querem saber onde você está. — A voz de Damien passou facilmente pela porta.
— Espera – estou quase pronta — eu gritei, me balancei mentalmente, e olhei mais uma vez meu reflexo, decidindo, com uma ponta defensiva, deixar meu ombro nu. — Minhas Marcas não são como as de todo mundo. É melhor dar as pessoas algo para olhar enquanto conversam. — Eu murmurei.
Então suspirei. Eu normalmente não sou tão mal humorada. Mas meu péssimo aniversário, meus péssimos pais...
Não. Eu não podia continuar mentindo para mim mesma.
— Queria que Stevie Rae estivesse aqui — eu sussurrei.
E era isso, o que tinha feito eu me afastar dos meus amigos (incluindo meus namorados – os dois) durante o mês e personificando uma grande, carregada, e nojenta nuvem de chuva. Eu sentia falta da minha melhor amiga e ex-colega de quarto, que todos tinham visto morrer um mês atrás, mas quem eu sabia que tinha virado uma criatura morta viva da noite. Não importa o quão melodramática e um péssimo filme isso soa. A verdade era que agora, Stevie Rae deveria estar lá embaixo se ocupando com os detalhes bobos do meu aniversário chato, e agora ela estava andando em algum lugar nos velhos túneis de baixo de Tulsa, conspirando com suas criaturas amigas nojentas que eram realmente maldosas, assim como definitivamente fedidas.
— Uh, Z? Você está bem aí? — A voz de Damien chamou de novo, interrompendo minha tagarelice mental. Eu levantei Nala que reclamava, virando as costas para o terrível cartão de natal-aniversário dos meus pais, e corri para a porta, quase atropelando Damien que parecia preocupado.
— Desculpe... desculpe... — eu murmurei. Ele parou do meu lado, dando pequenos e rápidos olhares de lado.
— Eu nunca conheci ninguém antes que não ficasse excitado com seu aniversário — Damien disse.
Eu soltei Nala e dei nos ombros, tentando sorrir. — Só estou praticando para quando estiver velha – tipo com 30 – e precisar mentir sobre minha idade.
Damien parou e virou seu rosto para mim. — Okayyyyy. — Ele arrastou a palavra. — Todos sabemos que vampiros de 30 anos ainda parecem ter 20 e definitivamente são quentes. Na verdade vampiros de 130 anos ainda parecem ter 20 e são definitivamente bonitos. Então mentir sobre sua idade não é um problema. O que está acontecendo com você?
Enquanto hesitei, tentando descobrir o que podia ou não dizer para Damien, ele levantou uma sobrancelha, e a voz de professor dele disse, — Você sabe o quão sensíveis minha gente são para emoções, então é melhor você desistir e me contar a verdade.
Eu suspirei de novo. — Vocês gays são incrivelmente intuitivos.
— Somos nós: homos – poucos, orgulhosos, e supersensíveis.
— Homo não é um termo pejorativo?
— Não se for usado por um homo. Mas você está enrolando e isso não está funcionando para você. — Ele pôs as mãos nos quadris e bateu o pé.
Eu sorri para ele, mas sabia que a expressão não chegou aos meus olhos. Com uma intensidade que me surpreendeu, de repente, eu desesperadamente queria contar a verdade ao Damien.
— Eu sinto falta de Stevie Rae — eu disse antes de poder me parar.
Ele não hesitou. — Eu sei. — Os olhos dele pareciam suspeitosamente úmidos.
E foi isso. Como se uma represa tivesse se quebrado dentro de mim as palavras começaram a sair. — Ela deveria estar aqui! Ela estaria correndo como uma mulher louca colocando decorações de aniversário e provavelmente assando um bolo sozinha.
— Um bolo realmente horrível — Damien disse com um pequeno fungo.
— Yeah, mas uma das receitas favoritas de sua mãe — eu dei o meu melhor sotaque Okie exagerado enquanto imitava a voz country de Stevie Rae, o que me fez sorrir pelas lágrimas, e eu pensei o quão estranho era agora que eu estava deixando Damien ver o quão magoada eu me sentia – e enquanto me sentia desse jeito – meu sorriso chegou nos meus olhos.
— E as Gêmeas e eu ficaríamos fulas porque ela teria insistido que todos usássemos aqueles chapéus de aniversários pontudos com um elástico que pinica seu queixo.
Ele tremeu em um horror não tão fingido. — Deus, eles são tão feios.
Eu ri e senti um pouco do aperto no meu peito se soltar. — Tem algo sobre Stevie Rae que me faz sentir bem. — Eu não percebi que usei o verbo no presente até que o sorriso de Damien vacilou.
— Yeah, ela era ótima — ele disse, com uma ênfase extra na palavra era enquanto olhava para mim como se estivesse preocupado com minha sanidade. Se ele apenas soubesse toda a verdade. Se eu pudesse contar a ele. Mas eu não podia. Se eu contasse, isso iria levar Stevie Rae ou eu, ou nós duas, a morte. Pra sempre dessa vez.
Então, ao invés disso, eu agarrei o braço do meu amigo obviamente preocupado e comecei a puxar ele em direção as escadas que levariam até a sala do dormitório das garotas e meus amigos que esperavam (e seus presentes nerds).
— Vamos. Estou sentindo a necessidade de abrir presentes — eu menti entusiasticamente.
— Ohminhadeusa! Não posso esperar para você abrir o meu! — Damien disse. — Eu procurei por ele toda a vida!
Eu sorri e acenei apropriadamente enquanto Damien falava sobre sua Busca ao Presente Perfeito. Normalmente ele não é tão gay. Não que o fabuloso Damien Maslin não seja gay. Ele totalmente é. Mas ele também é alto, com cabelo marrom, grandes olhos que o fazem parecer um excelente material para namorado (o que ele é – se você é um cara). Ele não é um gay, mas faça o garoto falar sobre compras e ele definitivamente mostra algumas tendências femininas. Não que eu não goste disso sobre ele. Eu acho que ele parece fofo quando ele fala da importância de comprar bons sapatos, e agora a tagarelice dele era suave. Estava me ajudando a me aprontar para os péssimos presente que (infelizmente) esperavam por mim.
Pena que não podia me ajudar a enfrentar o que realmente estava me incomodando.
Ainda falando sobre sua Busca de Compras, Damien me guiou até a sala do dormitório. Eu acenei para várias ondas de garotas empoleiras perto das TVs enquanto íamos até o pequeno aposento que servia como laboratório de computador e biblioteca. Damien abriu a porta e meus amigos começaram um coro totalmente desafinado de “Parabéns pra você.” Eu ouvi Nala assoviar e dando um olhar de lado eu a vi se afastar da porta e sair trotando pelo corredor. Covarde, eu pensei, embora eu desejasse poder escapar com ela.
A música acabou (graças a Deus), minha turma me cercou.
— Feliz-feliz! — falaram as Gêmeas juntas. Ok – elas não são genéticamente gêmeas. Erin Bates é uma garota bem branca de Tulsa e Shaunee Cole a uma adorável garota cor de caramelo descendente de Jamaicanos que cresceu em Connecticut, mas as duas são tão bizarramente parecidas que o tom de pele e região não fazem diferença nenhuma. Elas são gêmeas de alma, o que é muito mais perto do que biologicamente.
— Feliz Aniversário, Z — disse uma profunda e sexy voz que eu conhecia muito, muito bem. Eu sai do sanduíche de gêmeas e andei até os braços do meu namorado, Erik. Bem, tecnicamente, Erik era um dos meus dois namorados, mas o outro Heath, era um adolescente humano que eu namorei antes de ser Marcada e eu não deveria estar saindo com ele agora, mas eu meio que acidentalmente suguei o sangue dele e agora tínhamos um Imprint então ele era meu namorado como consequência. Sim, era confuso. Sim, fazia Erik ficar bravo. Sim, eu esperava que ele me largasse a qualquer dia por causa disso.
— Obrigado — eu murmurei olhando para ele e ficando presa de novo nos seus incríveis olhos. Erik era alto e bonito, com um cabelo escuro parecido com o de Superman e olhos incrivelmente azuis. Eu relaxei nos braços dele, algo que eu não tinha me permitido durante o último mês, e temporariamente me deliciei com seu cheiro delicioso e com senso de segurança que eu sentia quando estava perto dele. Ele encontrou meu olhar e, como nos filmes, por um segundo tudo sumiu e éramos apenas nós dois. Quando eu não saí dos braços dele o sorriso dele era devagar e um pouco surpreso, o que fez meu coração doer. Eu estava fazendo ele passar por muita coisa ultimamente – e ele nem entendia porque. Impulsivamente, eu me ergui na ponta dos pés e o beijei, para a alegria geral dos meus amigos.
— Hey, Erik, porque você não espalha um pouco desse açúcar de aniversário ao redor? — Shaunee balançou as sobrancelhas para meu sorridente namorado.
— Yeah, doce coisa — Erin disse, em uma típica imitação gêmea da sobrancelha balançada de Shaunee. — Que tal um beijo por aqui.
Eu virei os olhos para as Gêmeas. — Uh, não é o aniversário dele. Você só pode beijar o aniversariante.
— Droga — Shaunee disse. — Eu te adoro, Z, mas não quero te beijar.
— Apenas por favor com beijo de pessoas do mesmo sexo — Erin disse, então ela riu para Damien (que estava olhando adoravelmente para Erik). — Eu deixo isso para Damien.
— Huh? — Damien disse, claramente prestando mais atenção na beleza de Erik do que nas Gêmeas.
— De novo, nós dizemos — Shaunee começou.
— Time errado! — e Erin terminou.
Erik de uma risada natural, deu um soco do braço de Damien bem masculino, e disse, — Hey, se eu decidir algum dia mudar de time, você será o primeiro a saber. — (Outra razão do porque eu o adoro. Ele é super legal e popular, mas ele aceita as pessoas por quem são e nunca fica com uma atitude pra cima delas.)
— Uh, eu espero ser a primeira a saber se você mudar de time — eu disse.
Erik riu e me abraçou, sussurrando, — Não é algo que você deve se preocupar — no meu ouvido.
Enquanto eu seriamente considerava dar outro beijo em Erik, um mini furacão na forma do namorado de Damien, Jack Twist, entrou no aposento.
— Yeah! Ela não abriu os presentes ainda. Feliz aniversário, Zoey! — Jack jogou os braços ao nosso redor (sim, Damien e eu) e nos deu um forte abraço.
— Eu disse que você precisava se apressar — Damien disse, enquanto nos afastávamos.
— Eu sei, mas eu tinha que me certificar de que ficasse bem embrulhado — Jack disse.
Com um embrulho que só um homem gay pode fazer, ele pegou na sua bolsa masculina uma caixa enrolada em uma folha vermelha com uma brilhante tigela verde que era tão grande que praticamente engolia o pacote. — Eu mesmo fiz a tigela.
— Jack é muito bom com artesanato — Erik disse. — Ele só não é bom em limpar a sujeira.
— Desculpe — Jack disse suavemente. — Eu prometo limpar tudo depois da festa.
Erik e Jack eram colegas de quarto, provando o quanto Erik era legal. Ele é um quintanista (em língua normal ele está no terceiro ano) e ele também é facilmente o cara mais popular da escola. Jack é um terceiranista (um calouro), o garoto novo, fofo mas meio nerd, e definitivamente gay. Erik podia ter feito um escândalo por ter ficado como colega de um bicha e podia ter deixado de ser seu colega de quarto, e fazer da vida de Jack um inferno na House of Night. Ao invés disso ele o colou embaixo da asa e o trata como um irmãozinho, um tratamento estendido a Damien, que estava oficialmente saindo com Jack há duas semanas e meia, hoje. (Todos sabemos disso porque Damien é ridiculamente romântico e ele celebra o aniversário de duas semanas e meia assim como celebra os semanais. Sim, faz o resto de nós rir. De um bom jeito.)
— Olá! Em falar de presente! — Shaunee disse.
— Yeah, traga a caixa com a tigela aqui para a mesa de presentes e deixe Zoey a abrir — Erin disse.
Eu ouvi Jack sussurrar para Damien, — caixa com tigela? — e peguei o olhar de ajuda de Damien, enquanto ele assegurava Jack, — Não, está perfeito!
— Eu vou levar para a mesa e abrir primeiro. — Eu tirei o pacote dele, me apressando até a mesa, e comecei a tirar a tigela verde brilhante da folha vermelha dizendo, — Eu acho que vou guardar essa tigela, é tão legal.
Damien me deu uma piscada agradecida. Eu ouvi Erin e Shaunee relinchar e eu consegui chutar uma delas, o que calou as duas. Colocando a tigela de lado eu desenrolei e abri a pequena caixa e tirei...
Oh, jeesh.
— Um globo de neve — eu disse, tentando soar feliz. — Com um boneco de neve dentro. — Ok, um globo com um boneco de neve não é um presente de aniversário. É uma decoração de natal. Uma patética decoração de natal.
— Yeah! Yeah! E ouça isso ele toca musica! — Jack disse, praticamente pulando de excitação quando pegou o globo de mim e apertou um botão na base para que “Frosty the Snowmand” começasse a tocar em notas dolorosas e baratas.
— Obrigado, Jack. É muito bonito — eu menti.
— Fico feliz que tenha gostado — Jack disse. — É meio que um tema para o seu aniversário. — Então ele passou seus olhos em Erik e Damien. Os três riram uns para os outros como pequenos garotos travessos.
Eu plantei um sorriso no meu rosto. — Oh, bem, ótimo. Então é melhor abrir o próximo presente.
— O meu é o próximo! — Damien me entregou uma longa, e leve caixa.
Com um sorriso no lugar, eu comecei a abrir a caixa, embora não pudesse deixar de desejar que pudesse me transformar numa gata, assoviar e sair correndo do aposento.

10 comentários:

  1. Kkkk impossivel n rir... As vezes me sinto assim no meu aniverssario so q o tema e carnaval...:(

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  2. Verdade e o meu dia do Indio afffff :(

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  3. O meu e um dia depois do natal chove muito

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  4. Eu estou lendo um livro atrás do outro então uma hora cansa o repeteco. Quantas vezes teremos que ouvir da Zoey que as gêmeas não são gêmeas de verdade, que uma é branca de Tulsa e a outra é negra descendente de jamaicanos? Entre outras coisas, é muito repeteco... Eu sei que eles repetem as coisas pras pessoas lembrarem, pq os livros não são lançados em datas tão perto, mas CACETE! Eu precisava desabafar.

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    1. Pois é, eu sentia muito isso nos começos dos livros,me enchia muito o saco. Podia falar de outras coisas, relembrar oa acontecimentos... Seria mais útil do que falar das gêmeas, já que disso não vamos esquecer

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  5. Este comentário foi removido pelo autor.

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  6. Não sei do que a Zoey ta reclamando, o tema do meu aniversário, pela data, seria boleto-bancário. Junto com as contas de começo de ano (e depois das festas, ta todo mundo pobre e nunca ganho presentes legais!).

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  7. Coitada!! A minha irma mais velha tambem faz anos no dia 24/12 mas eles destinguem os presetes de aniverssario dos de natal!!

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