6 de outubro de 2015

Capítulo 17 - Stevie Rae

— Aquele garoto está caído por você — Kramisha disse, no momento em que Stevie Rae arrancava pra fora do estacionamento da escola, deixando Dallas pra trás, que estava parecendo mais do que um bocado triste. — Você sabe o que vai fazer sobre aquela outra criança?
Stevie Rae freou o carro no meio do asfalto que levava à Rua Utica. — Eu estou muito estressada pra lidar com coisas de garotos nesse momento. Então se tudo que você vai fazer é falar sobre isso, você pode ficar aqui.
— Não lidando com coisas de garotos apenas causa mais estresse.
— Tchau, Kramisha.
— Se você vai agir toda louca, então eu não vou dizer nada sobre isso. Agora mesmo. Enfim, eu tenho outras coisas mais importantes as quais você precisa lidar.
Stevie Rae colocou o Bug em marcha e continuou dirigindo para fora do campus, no entanto ela desejava que Kramisha continuasse a pressioná-la sobre a coisa de garotos então ela teria uma desculpa para deixá-la para trás, também.
— Lembra quando você me disse para pensar bastante sobre meus poemas e assim tentar conseguir alguma coisa que pudesse ajudar Zoey?
— É claro que eu lembro.
— Bem, eu fiz. E eu consegui alguma coisa.
Ela escavou dentro da sua enorme mochila até que ela tirou um caderno desgastado com páginas de cor púrpura que eram a sua assinatura. — Eu acho que todo mundo incluindo a mim, antes de se focar, está esquecendo sobre isso. — Ela abriu o caderno e ondulou uma página impressa com sua escrita afobada para Stevie Rae.
— Kramisha, você sabe que eu não posso ler enquanto estou dirigindo. Apenas me conte o que você lembrou.
— O poema que eu escrevi antes de Zoey e o resto das crianças decolarem para Veneza. Há um que soa como de Kalona para Zoey. Aqui, eu lerei ele para você:

A espada de dois gumes
Um lado destrói
Um lado liberta
Eu sou o teu nó Górdio
Você irá me libertar ou me destruir?
Siga a verdade e você deve:
Me encontre na água
Purifique-me através do fogo
Preso pela terra não mais
Ar vai sussurrar pra você
O que o espírito já sabe
Que mesmo despedaçado
Tudo é possível
Se você acreditar
Então vamos ambos estar livres

— Ohminhadeusa! Eu tinha esquecido totalmente sobre isso! Ok, ok, leia isso de novo, somente devagar. — Stevie Rae ouviu atentamente enquanto Kramisha lia o poema de novo.
— Isso deve ser de Kalona, não é? Essa parte sobre ser preso pela terra faz definitivamente ser dele.
— Eu estou praticamente certa que é dele para ela.
— Deve ser, mesmo assim soa um bocado assustador, com o início da espada de dois gumes e tudo isso, mas no final parece uma coisa boa. – isto diz, “então vamos ambos ser livres” — Kramisha citou.
— Soa pra mim como Z ficar livre do Outro Mundo.
— E então Kalona irá — Kramisha adicionou.
— Nós iremos lidar com isso quando acontecer. Conseguir liberar Z é o que mais importa. Espere aí! Eu acho que um pouco disso pode ser verdade! O que era aquela parte sobre água?
— Aqui diz: Me encontre na água.
— E ela fez. A Ilha de São Clemente é definitivamente na água.
— Isso também diz que Zoey tem que ‘seguir a verdade.’ O que você acha que significa?
— Eu não estou 100% certa, mas posso ter uma ideia. A última vez que eu falei com Z, eu disse a ela para seguir seu coração, não importando que isso possa ser visto por todos os outros no mundo que ela estava perdendo sua lealdade, apenas seguir o que tudo dentro dela dizia que era a coisa certa a fazer. — Stevie Rae pausou, piscando com força contra a súbita urgência de gritar. — E-eu me senti realmente culpada por dizer aquilo, embora, por causa do que aconteceu com ela logo depois.
— Mas talvez você esteja certa. Talvez o que aconteceu com Z era suposto acontecer, porque estou achando que seguir seu coração e se manter no que você acredita é certo, mesmo quando todo mundo diz que você é um bunda mole errado, é uma forma poderosa de verdade.
— Eu também — Stevie Rae disse, sorrindo para Kramisha.
— Ok, mas Z precisa saber tudo isso. O poema é como um mapa para o final. O primeiro passo, encontrando ele na água, já aconteceu. O próximo ela tem que...
— Purificá-lo através do fogo — Stevie Rae começou a se lembrar da linha. — E depois isso não fala alguma coisa sobre terra e ar?
— Yeah, e espírito. São todos os cinco elementos.
— Todas as afinidades de Z, terminando no espírito, que é a afinidade mais poderosa dela.
— E um dos responsáveis pelo reino onde ela está agora mesmo — Kramisha disse. — Ok, eu não iria dizer isso só por que me escrevi um poema pé na bunda, então você tem que ouvir a sério: Zoey tem que saber essa coisa. Isso vai fazer a diferença entre ela voltar e ser morta por qualquer coisa que esteja acontecendo por lá.
— Oh, eu acredito em você.
— Então como você vai fazer isso?
— Eu? Eu não vou. Eu não posso. Eu estou na terra. De jeito nenhum meu espírito pode decolar e chegar no Outromundo. — Stevie Rae estremeceu. Só o pensamento lhe dava calafrios. — Mas Stark vai por a bunda dele lá. Ele tem que – aquela vaca nojenta disse isso.
— Touro — Kramisha disse.
— Tanto faz.
— Você quer que eu telefone para Stark e leia o poema para ele? Você tem o número dele?
Stevie Rae pensou sobre isso. — Não. Aphrodite disse que a cabeça de Stark está realmente bagunçada agora. Ele pode ignorar seu poema, achando que ele tem outra coisa mais importante para lidar.
— Bem, ele estaria errado.
— Yeah, eu concordo. Então, o que nós precisamos fazer é falar com Aphrodite. Ela é odiosa e tudo, mas ela irá entender quão importante isso é.
— E por ela ser tão odiosa, não há jeito de ela deixar Stark ignorar ela ou o poema.
— Exatamente. Envie um torpedo pra ela agora mesmo e fala pra ela que eu disse pra fazer Stark memorizá-lo para Zoey. E para lembrar que é uma profecia, não apenas um poema.
— Você sabe, eu seriamente questiono a quantidade de bom senso dela porque ela não gosta de poesia.
— Garota, você está pregando o evangelho para um maldito coro totalmente evangélico pentecostal — disse Stevie Rae.
— Um-hum, é tudo o que eu tenho a dizer. — E enquanto Stevie Rae entrava no estacionamento recém-arado da Abadia Beneditina, Kramisha inclinou a cabeça para o telefone dela e ficou ocupada digitando.

Logo Stevie Rae poderia dizer que a vovó Redbird estava ficando melhor. As terríveis contusões em seu rosto tinham se desvanecido, e em vez de estar na cama, ela estava sentada em uma cadeira de balanço perto da lareira no salão principal da abadia, tão concentrada no livro que estava lendo que ela nem sequer percebeu Stevie Rae de primeira.
— Blue-eyed Devil? — Mesmo pensando que ela estava ali para contar a avó de Z notícias horríveis, Stevie Rae não pode deixar de sorrir ao ler o título. — Vovó, isso soa como um livro de romance pra mim.
A mão da Vovó Redbird foi para a garganta. — Stevie Rae! Criança, você me assustou. E isto é um romance – um dos excelentes. Hardy Cates é um herói magnífico.
— Magnífico?
Vovó levantou suas sobrancelhas prateadas para Stevie Rae. — Eu estou velha, criança. Não morta. Eu ainda posso apreciar um homem magnífico. — Ela apontou para uma das cadeiras de madeira almofadadas não muito distante. — Puxe-a até aqui, querida, e vamos ter uma conversa. Estou assumindo que você tenha noticias de Zoey do caminho de Veneza. Apenas pensar nisso – Veneza, Itália! Eu iria amar visitar o… — A voz da velha mulher foi sumindo enquanto ela olhava Stevie Rae mais atentamente. —Eu sabia disso. Eu sabia que alguma coisa estava errada, mas minha mente tem estado tão confusa desde o acidente. — Sylvia Redbird ficou muito, muito parada. Então, numa voz que era áspera com medo, ela disse, — Me conte rápido.
Com um suspiro triste, Stevie Rae sentou na cadeira que ela havia empurrado para o lado da cadeira de balanço e pegou a mão da Vovó — Ela não está morta, mas não é bom.
— Tudo. Eu quero tudo disto. Não pare, e não deixe nada de fora.
Vovó Redbird segurou a mão de Stevie Rae como se isso fosse uma linha de vida enquanto a melhor amiga de Zoey lhe contava tudo – da morte de Heath para os touros do presente e o poema profético de Kramisha, deixando de fora apenas uma coisa: Rephaim. Quando ela havia terminado, o rosto da Vovó tinha ficado tão pálido quanto havia ficado logo após o acidente dela, quando ela tinha entrado em coma e perto da morte.
— Despedaçada. A alma de minha neta está despedaçada. — Ela disse vagarosamente, como se as próprias palavras carregassem suas espessas camadas de dor.
— Stark vai chegar a ela, Vovó. — Stevie Rae encontrou firmemente o olhar da velha mulher. — E depois ele vai protegê-la até que ela possa se recompor.
— Cedro — Vovó disse, acenando como se ela estivesse apenas respondendo a uma pergunta, e Stevie Rae devia estar concordando com ela.
— Cedro? — Stevie Rae perguntou, esperando que as notícias sobre Zoey não tivessem feito a Vovó perder a cabeça. Literalmente.
— Ramos de cedro. Diga a Stark que faça quem for cuidar de seu corpo enquanto ele estiver em seu estado de transe queimá-los o tempo todo.
— Você me perdeu, Vovó.
— Ramos de cedro são encantos poderosos. Eles repelem asgina, que são considerados os espíritos mais malévolos. O Cedro é usado apenas durante momentos de extrema necessidade.
— Bem, este é realmente de extrema necessidade — Stevie Rae disse aliviada que a cor estava começando a voltar para as bochechas da Vovó.
— Diga a Stark para respirar a fumaça profundamente, e pensar sobre carregar isso com ele para o Outromundo – acreditar que irá seguir o espírito dele lá. A mente pode ser um poderoso aliado do espírito. Algumas vezes nossas mentes podem mesmo alterar o próprio tecido de nossas almas. Se Stark acreditar que a fumaça do cedro pode acompanhá-lo, isso irá simplesmente fazê-lo e adicionar uma camada extra de proteção para ele em sua jornada.
— Eu direi a ele.
Vovó apertou a mão dela ainda mais forte. — Algumas vezes coisas que parecem pequenas ou insignificantes podem nos ajudar, mesmo em nossa hora mais difícil. Não desconsidere nada, e nem deixe Stark, também.
— Eu não irei, Vovó. Nenhum de nós irá. Eu ficarei certa disso.
— Sylvia, eu acabei de falar com Kramisha lá fora — Irmã Maria Ângela correu para a sala. Ela parou quando viu Stevie Rae segurando a mão da velha senhora. — Oh Mãe Maria! Então é verdade. — A freira curvou a cabeça, obviamente lutando contra as lágrimas, mas quando ela ergueu o queixo, seus olhos estavam secos, e sua face mantinha-se forte, linhas decididas. — Bem, então nós devemos todos seguir a partir daqui. — Abruptamente, ela virou e começou a deixar a sala.
— Irmã, onde você está indo? — Vovó Redbird perguntou.
— Chamar a abadia para a capela. Nós vamos rezar. Nós vamos todos rezar.
— Para Maria? — Stevie Rae perguntou, incapaz de manter o ceticismo longe de sua voz.
A freira assentiu, e em sua firme, sábia voz disse, — Sim, Stevie Rae, para Maria – à Senhora que nós consideramos ser mãe em espírito de todos nós. Talvez ela não seja a mesma divindade que sua Nyx, talvez ela seja. Mas essa questão é realmente importante agora? Diga-me, Alta Sacerdotisa dos Calouros Vermelhos, você realmente acredita que pedir por ajuda em nome do amor pode ser um engano, sem importar a face que a ajuda está vestindo?
Stevie Rae teve um flash do rosto de Rephaim com seus olhos humanos enquanto ele se levantou para Escuridão e assumiu a dívida que ela devia, e sua boca ficou subitamente seca.
— Eu sinto muito, Irmã. Eu estava errada. Peça ajuda para Maria por que algumas vezes o amor vem de lugares que não esperamos.
Irmã Maria Angela olhou nos olhos de Stevie Rae no que pareceu um longo tempo antes de dizer, — você pode se juntar a nós em oração, criança.
Stevie Rae sorriu para ela. — Obrigada, mas eu tenho meu próprio jeito de oração para fazer.

— Inferno não, eu não vou mentir por você! — Kramisha disse.
— Eu não estou pedindo a você que minta — Stevie Rae disse.
— Sim, você está. Você quer que eu diga que você está envolvida na checagem do túnel com Irmã Ângela. Todo mundo já sabe que você selou totalmente da última vez que você esteve aqui.
— Nem todo mundo sabe disso — Stevie Rae disse.
— Yeah, eles sabem. Além do mais, as freiras estão rezando por Zoey, e não parece certo de qualquer forma usar uma oração de freiras na sua mentira.
— Ótimo. Eu irei lá em baixo no túnel e checar se isso faz você se sentir melhor.— Stevie Rae não podia acreditar que Kramisha estava fazendo tanto dessa questão de contar uma mentirinha por ela e que estava custando o seu tempo – tempo longe de Rephaim quando só a Deusa sabia que ele estava ferido daquela nojenta vaca branca. Ela lembrou da agonia que tinha sentido quando Escuridão tinha se alimentado dela e sabia que isso tinha sido duplamente pior para Rephaim. Desta vez, ela ia ter que descobrir mais para fazer do que só curativos nele e alimentá-lo para fazê-lo melhorar. O quão ruim ele estava machucado? No olhar de sua mente, ela ainda conseguia ver aquela criatura pairava sobre ele, língua vermelha com seu sangue, enquanto –
Com uma sacudida, Stevie Rae percebeu que Kramisha ainda estava bem ali, encarando-a sem dizer nada.
Stevie Rae mentalmente se sacudiu e disse a primeira desculpa que lhe veio à mente, —Veja, eu não quero lidar com a tempestade de merda que vai ser se todo mundo da House of Night souber que eu gastei um segundo e meio sozinha. Isso é tudo.
— Você é uma mentirosa.
— Eu sou sua Alta Sacerdotisa!
— Então você devia agir como uma — Kramisha disse a ela. — Diga-me a verdade sobre o que você vai fazer.
— Eu estou indo ver um cara, e eu não quero que ninguém saiba sobre isso! — Stevie Rae estourou de uma vez.
Kramisha inclinou a cabeça dela para o lado. — Há mais do que isso. Ele não é um calouro ou um vampiro, é?
— Não — Stevie Rae disse com absoluta sinceridade. — Ele é alguém que ninguém iria gostar.
— Ele não está abusando de você, está? Porque isso é alguma merda errada, e eu conheço algumas fêmeas que se envolveram nisso e não conseguiram pegar o caminho de volta.
— Kramisha, eu posso fazer a terra se levantar e chutar o traseiro de alguém. Nenhum cara irá nunca me bater. Nunca.
— Então isso significa que ele é humano e é casado.
— Eu prometo que ele não é casado — Stevie Rae contornou.
— Huh — Kramisha bufou pelo seu nariz. — Ele é um idiota?
— Eu não acho que ele seja.
— Amor é uma droga.
— Sim — Stevie Rae disse. — Mas eu não estou dizendo que eu estou apaixonada por ele — ela adicionou apressadamente. — Tudo o que estou dizendo é que...
— Ele está bagunçando com a sua cabeça, e você não precisa disto agora. — Kramisha apertou os lábios pra cima, pensando. — Ok, que tal isto: eu pego uma das freiras para me levar de volta para a House of Night, e quando todo mundo se estressar sobre onde você está, fora de lá sozinha, eu apenas digo que você precisava visitar um humano, então você não está tecnicamente sozinha – e eu não estarei mentindo, também.
Stevie Rae pensou sobre isso. — Você precisa contar a eles que é um cara humano?
— Eu apenas direi humano e que eles precisam pensar em seus próprios assuntos. Eu irei dizer cara apenas se alguém me perguntar especificamente.
— Combinado — Stevie Rae disse.
— Você sabe que vai ter que ser clara sobre ele mais cedo ou mais tarde. E se ele não for casado, não há realmente nenhum problema. Você é a Alta Sacerdotisa. Você pode ter um companheiro humano e um vampiro consorte ao mesmo tempo.
Era a vez de Stevie Rae bufar. — E você acha que Dallas ia ficar ok com isso?
— Ele teria que ficar se ele quiser estar com uma Alta Sacerdotisa. Todos os vampiros sabem disso.
— Bem, Dallas não é um vampiro ainda, então isso pode ser um pouco demais pra pedir dele. E aqui está a verdade – eu sei que isso irá machucar seus sentimentos, e eu não quero fazer isso.
Kramisha assentiu. — Eu posso dizer que você não quer, mas eu acho que você está fazendo muito caso disto. Dallas terá que aprender a lidar. O que você precisa é descobrir se esse cara humano vale a pena.
— Eu sei disso, Kramisha. Isso é o que eu estou tentando fazer. Então, tchau. Eu vejo você na House of Night daqui a pouco. — Stevie Rae começou a andar rapidinho para o bug.
— Hey! — Kramisha chamou atrás dela. — Ele não é negro, ele é?
Pensando nas asas cor de noite de Rephaim, Stevie Rae pausou e olhou por cima do ombro para Kramisha. — Que diferença faz a cor que dele?
— Isso faz muita diferença se você está envergonhada dele — Kramisha atirou de volta.
— Kramisha, isso é bobagem. Não. Ele não é negro. E não, eu não estaria envergonhada dele se ele fosse. Jeesh. Tchau. De novo.
— Apenas checando.
— Apenas sendo louca — Stevie Rae murmurou enquanto ela virava de volta para o estacionamento.
— Eu ouvi isso — Kramisha disse.
— Que bom! — Stevie Rae gritou. Ela entrou no bug de Zoey e foi em direção ao Museu Gilcrease, falando consigo mesma em voz alta. — Não, Kramisha, ele não é negro. Ele é um pássaro assassino com o mal de seu pai, não seriam apenas pessoas brancas ou pessoas negras que ficariam putas comigo por estar com ele – seriam todas as pessoas! — e depois, surpreendendo-se completamente, Stevie Rae começou a rir.

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