11 de outubro de 2015

Capítulo 14 - Kalona

— Ok, tenho que dizer que pareceu bem estranho para mim. Foi estranho para você, também? — o detetive Marx perguntou a Kalona.
Ele fora para o degrau ao lado do imortal alado quando deixaram o dormitório dos meninos e saíram para o brilhante e bonito sol do meio-dia.
Kalona ergueu as sobrancelhas e lançou um olhar de soslaio para o detetive. Ele não estava acostumado a conversar facilmente com qualquer pessoa, especialmente um humano. Mas Marx não fora intimidado por ele. Ele também não o julgou um monstro por causa de seu passado. Ele me trata como se fôssemos companheiros de armas, Kalona percebeu com uma pequena e incomum pontada de surpresa.
Foi com outro sobressalto de surpresa que o imortal alado percebeu que ele realmente gostava da companhia do detetive.
— Estranho? Ter um gato de uma vampira imortal maluca escolhendo uma criatura criada a partir da Magia Antiga para ser uma arma das Trevas, e depois ter que explicar para a criatura, que se parece exatamente com um garoto confuso, como alimentá-lo e limpar sua caixa de areia? — Kalona bufou. — Detetive, acredito que estranho não é uma palavra descritiva suficientemente forte.
— Fico feliz em ouvir dizer isso!
O detetive deu um tapa no ombro de Kalona em um gesto que foi preenchido com humor e força. Kalona teve de cerrar os dentes contra a pontada de dor que atravessou seu corpo quando o gesto inocente de Marx abriu uma ferida não cicatrizada. Kalona fez o seu grunhido refletir acordo e não desconforto.
Sem saber de nada, exceto da conversa deles, Marx riu e continuou:
— Sim, houve um momento lá, quando o garoto coçava aquele maldito gato gigante sob seu queixo, que tive certeza de que os olhos dele começaram a brilhar.
— Do gato ou do garoto? — Kalona brincou levemente, ignorando a dor persistente.
— Do garoto. Os olhos do gato podem brilhar também? — Marx balançou a cabeça. — Não, não me diga. Agora entendo porque minha irmã diz que algumas coisas de vampiros estão fora dos limites para os seres humanos. Não é bom para a nossa mente, pode nos fazer perdê-la.
Kalona riu.
— Acho que tem mais a ver com a estranheza dos nossos tempos do que com a capacidade do ser humano de compreender o anormal.
— Você pode ter um ponto. Estes são definitivamente tempos literalmente estranhos.
Eles caminharam juntos sem falar, embora Kalona não sentisse que o silêncio fosse incomodo. Eles eram apenas dois homens, que estavam no trabalho de proteger aqueles que eram importantes para eles.
É assim que é sentir-se parte de uma família. Gosto desse sentimento! O pensamento veio espontaneamente à mente de Kalona, e ele não sabia o que fazer com ele. Como tinha a House of Night se tornado sua família? Kalona não tinha ideia, mas mesmo Zoey Redbird, a novata que ele primeiro tentou seduzir e depois destruir, viera a confiar nele o suficiente para procurá-lo para aconselhar e ajudar Aurox quando o felino de Neferet escolheu o receptáculo como seu familiar.
Assim veio a terceira surpresa de Kalona.
— Ei, não importa. Eu não quero me intrometer. Minha irmã vive me dizendo que é um mau hábito que desenvolvi desde que virei detetive.
Kalona sacudiu-se mentalmente.
— Desculpe, minha cabeça estava em outro lugar. Você perguntou alguma coisa?
— Sim, mas era muito pessoal, especialmente por causa de quem você era. Esqueça. Preciso ter algumas horas de sono antes de todo o inferno explodir de novo — Marx falou rapidamente.
— Você pode me perguntar o que quiser. Nós lutamos contra as Trevas juntos. Deve haver confiança entre nós.
Eles chegaram ao edifício do dormitório feminino e Marx fez uma pausa, inclinando-se contra as escadas da larga varanda.
— Tudo bem, então. Eu só estava me perguntando por que Nyx não desce do céu e impede Neferet ela mesma. Ela é ex-Grande Sacerdotisa da Deusa. Com certeza incomodaria Nyx o fato de que ela esteja utilizando mal o seu poder.
— Em primeiro lugar, Nyx não reside no céu, ou pelo menos não no céu tradicional da civilização ocidental moderna.
— Certo, desculpe. Eu esqueci. Minha irmã me explicou essa parte anos atrás. Nyx vive no Outromundo, correto?
— O Outromundo é o reino de Nyx, sim.
— E você já esteve lá?
— Por Eras aquele foi o meu reino também — Kalona disse devagar, evitanfo falar sobre a Deusa ou o Outromundo.
— Se estou sendo curioso demais, vou me calar, e...
— Eu não me importo de falar sobre isso — Kalona disse, e foi só depois de palavras saírem que ele percebeu que dizia a verdade.
— Então você conhece Nyx muito bem.
Kalona retraiu-se e deu várias longas e lentas respirações. A resposta à pergunta do detetive era tão simples quanto era de partir o coração.
— Eu conhecia bem a Deusa. Muito bem.
— Eu vejo, passado tenso — Marx parecia meditar em voz alta. — Isso poderia explicar o que está acontecendo. Nyx tem mudado desde quando você a conheceu. Talvez ela tenha perdido o interesse no mundo moderno. Quem poderia culpá-la? É por isso que ela está deixando Neferet escapar, corrompendo o poder dado pela Deusa e ferindo não apenas os seres humanos, mas novatos e vampiros também.
— Isso não é verdade. Nossa Deusa não perdeu o interesse em nós.
Kalona desviou de Marx para ver Shaunee vindo pela calçada na direção deles, carregando um gato cinzento nos braços. Ela usava óculos escuros e um casaco de capuz puxado sobre o rosto, mas estava claro que a luz do sol a deixava desconfortável. Ela deve estar perto de completar a Transformação, Kalona pensou, e então percebeu que a ideia de Shaunee passar pela Transformação e se tornar uma vampira Sacerdotisa deu-lhe uma sensação que estava muito perto de orgulho.
A realização fez sua voz sair rouca.
— Shaunee, você deveria estar dormindo em seu quarto. A luz solar não é saudável para você.
Ela dispensou suas palavras com um aceno de mão, mas passou por eles e foi para as sombras que o telhado do dormitório produzia.
— Estou indo para a cama. Eu só tinha que encontrar Belzebu. Mas antes de eu ir, quero deixar algo bem claro para detetive Marx — ela focou seus olhos castanhos e sinceros sobre o detetive. — Nyx não perdeu o interesse em nós — ela repetiu.
O olhar de Marx desviou para Kalona e depois voltou para Shaunee. Antes que ele pudesse responder, a novata já estava falando.
— Não procure Kalona por respostas sobre Nyx — ela enviou um olhar de desculpas para Kalona. — Isso vai soar maldoso, mas não estou sendo cruel de propósito — ela se virou para Marx e continuou. — Kalona caiu. Isso faz com que ele não seja um bom especialista para testemunhar sobre Nyx, detetive. Se tiver dúvidas sobre a nossa Deusa, pergunte a mim. Eu falo com ela todos os dias, e às vezes ela até mesmo responde.
— Ok, então. Você pode explicar por que Nyx deixaria Neferet causar tanta dor e sofrimento, ficaria de braços cruzados e não faria nada sobre isso? Ela deu a Neferet os dons que lhe permitiram acumular tanto poder. Por que Nyx, ao menos, não revoga os seus dons? Isso faria sentido. Não fazer nada não faz qualquer sentido para mim. Digo isso com respeito pela sua Deusa, mas as suas ações não parecem ser as de uma divindade amorosa.
— Nyx não vai tirar os dons de Neferet, ou os dons que ela deu a qualquer um de nós, porque ela nos ama incondicionalmente e sempre cumpre sua palavra, mesmo se não mantivermos a nossa e a trairmos — Shaunee explicou enquanto Kalona cruzava os braços e fingia indiferença, embora ele não se movesse e não respirasse, mas apenas ouvisse. — E ela não aparece e simplesmente salva o dia, porque ela nos ama tanto que sempre nos permitirá o livre arbítrio — ela fez uma pausa e, em seguida, perguntou: — Você tem filhos, detetive Marx?
— Sim, duas filhas, de nove e onze anos.
— E se você nunca deixar que elas cometam erros? Ou, melhor ainda, se deixá-las errar, mas depois disso você se meter e tomar todas as consequências delas?
— Acho que eu estaria criando um par de crianças mimadas — ele respondeu.
— Que tipo de mulher você acha que elas seriam quando crescessem? — perguntou Shaunee.
— Egoístas e irresponsáveis. Se elas realmente crescerem.
— Exatamente! — Shaunee sorriu. — Como poderíamos aprender, crescer e evoluir se Nyx nos salvasse de nossas decisões erradas, ou parasse de nos permitir tomar nossas próprias decisões, boas ou ruins?
Kalona não poderia ficar calado outro momento.
— Seria mais fácil se Nyx assumisse! Eu ainda a conheço bem o suficiente para poder jurar-lhe que a Deusa seria benevolente e bondosa, e isso é mais do que qualquer um de nós pode dizer sobre as pessoas em geral, vampiros ou os seres humanos.
— Se Nyx assumisse os poderes da Luz, as Trevas estariam fora de equilíbrio para sempre — disse Shaunee.
— A Luz ganharia! Não é esse o ponto?  — Kalona devolveu.
— Ohminhadeusa! Você não vê o que está pedindo?
— Sim! Estou pedindo paz! Um fim para a sede de derramamento de sangue, traição e destruição.
— Não! — Shaunee respondeu — Você está pedindo um fim para o livre arbítrio. Seríamos como aqueles gordos, as pessoas flutuando de WALL-E, ou pior.
— Que língua você está falando?
— Eu sei do que ela está falando. É sobre um filme da Pixar. Ela acha que nós viraríamos preguiçosos e idiotas desmotivados — Marx coçou o queixo. — Na verdade, ela pode estar certa. Você foi para a feira estadual recentemente?
Em seguida, o detetive riu de sua própria piada, que não fazia sentido nenhum para Kalona.
Shaunee não piscou. Ela não riu tanto quanto Marx. Sobriamente, ela encontrou o olhar de Kalona.
— Você não se aproximará de Nyx dessa forma. Tem que deixar seus problemas de controle e escolher confiar de verdade, acreditar, realmente amar — então ela beijou a cabeça do gato cinzento adormecido. — Então, isso responde às suas perguntas, detetive Marx?
— Nem todas, mas servirá por agora — disse ele.
— Ótimo! Eu vou para a cama. Vejo vocês no crepúsculo.
Ela galgou o resto dos degraus e desapareceu dentro do dormitório das meninas.
— Eu estou andando em círculos. Thanatos disse que eu poderia me acomodar na residência dos professores. Você parece cansado. Você vem?
— Não. Vou pegar o turno de Aurox e patrulhar o perímetro — disse ele.
— Uma jornada dobrada, essas são difíceis. Quer companhia?
Kalona olhou para o detetive. A pele sob seus olhos estava arroxeada, e seus passos eram arrastados.
— Talvez na próxima vez. Obrigado pela oferta, entretanto.
— Sem problemas. Fique seguro lá fora e, como a garota disse: vejo você no crepúsculo.
Kalona balançou a cabeça e começou a caminhar em direção ao muro mais distante da escola, tentando, sem sucesso, não repetir as palavras de Shaunee uma e outra vez em sua mente.


Lynette
— As fantasias estão incompletas! — Neferet falou enquanto balançava a cabeça e olhava para o grupo de pessoas trêmulas que Lynette escolhera para vestir o que se supunha ser roupas da época de 1920.
Se houvesse algo, ou qualquer coisa normal, Lynette teria dito que seu último evento estava experimentando alguns obstáculos. Na loucura que seu mundo havia se transformado, Lynette decidira que seu último evento seria com um homem bomba vestindo um colete cheio de explosivos programado para detonar – e ela estaria usando o colete.
— Deusa, lembra das duas coisas que preciso? Tempo e meios?
— Eu me lembro de tudo.
Lynette apertou as mãos a sua frente para que Neferet não visse o quanto eles tremiam. Ela limpou a mente e se concentrou no que fazia de melhor, lidar com o cliente para que o evento fosse um sucesso.
— Esta é apenas uma das razões pelas quais é tão revigorante planejar eventos para uma Deusa e não para um ser humano ou um vampiro — disse Lynette.
O olhar afiado de Neferet suavizou-se com a lisonja.
— O que você precisa que eu não tenha fornecido? Nós decidimos sobre o meu próximo evento de adoração na noite passada. É quase anoitecer, e tudo o que pedi foi para ver os figurinos dos meus suplicantes enquanto praticam o Charleston. Tenho certeza de que Tulsa tem lojas de roupas em grande quantidade, e você tem acesso ilimitado aos meus meios. Então me explique por que nenhum desses trajes lembra remotamente a década de 1920.
— Tulsa tem duas lojas de roupa decentes, a Ehrle’s e a Top Hat — Lynette começou.
— Só duas? — Neferet suspirou. — Eu deveria ter começado o meu templo em Chicago. Chicago está cheia de lojas requintadas. Kylee! A minha taça está vazia!
A Kybô, que é como Lynette silenciosamente renomeara a recepcionista robótica, correu pelas escadas até onde Neferet descansava em seu trono, repondo de imediato o líquido escarlate do qual a Deusa não enjoava.
— Mas eu a interrompi, cara Lynette. Por favor, continue a explicar essa farsa — ela agitou as longas unhas vermelhas para o salão de baile abaixo delas e o grupo de pessoas incompatíveis esperando lá.
— Entrei em contato com os proprietários de ambas as lojas. Eles se recusaram a fazer entregas — Lynette deu a notícia rapidamente a Neferet e, em seguida, preparou-se para a loucura.
Em vez de explodir, Neferet ficou muito constante. Em uma voz que era suave e contemplativa, ela perguntou:
— E por que eles me recusaram?
— Eles disseram que a polícia tem o quarteirão em torno do Mayo isolado e que não estão permitindo que qualquer pessoa se aproxime de nós.
Neferet bateu no seu cálice com a ponta de uma unha afiada. Ela inclinou a cabeça contemplativamente. Em seguida, sua expressão clareou e ela sorriu.
— A solução é simples. A polícia está mantendo os seres humanos longe da entrada. Sua atenção está voltada para fora. Eles não esperam que alguém saia.
— Sair?
— Sim, bem, não seria qualquer um que vai sair. Será você.
Lynette encostou-se ao corrimão de ferro forjado.
— Eu?
— Minha querida, você está tendo um problema com a sua audição?
— N-não — Lynette apressadamente assegurou.
— Kylee, sirva uma taça de vinho para Lynette. Ela está pálida — felizmente, Lynette estava tomando o vinho quando Neferet começou a explicação insana. — Será muito fácil para você. Você sairá pela saída dos fundos, dando a volta de onde eles empilham o horrível lixo. Escalar a cerca não deve representar um problema para você, você parece ter se mantido em condições físicas decentes. E, claro, você terá Judson para ajudar com quaisquer problemas que possam surgir. Judson, você se assegurará de que a querida Lynette retorne com segurança e carregará suas sacolas de compras para ela, não?
Judson assentiu automaticamente e, com o rosto em branco, disse:
— Sim, Deusa.
— Excelente! Vou mandar Kylee chamar um táxi para encontrá-la, hum, digamos que em frente à Biblioteca Central com a Quarta Avenida e a Denver. É afastado o suficiente para que não esteja dentro da barreira policial, e perto o bastante para não ser demasiado exaustivo quando você for trazida de volta. Judson fará todo o trabalho pesado para você.
A mente de Lynette disparava. Ela está fazendo Judson vir comigo para me obrigar a voltar. Mas ele na verdade não é mais do que um robô quando Neferet não está puxando suas cordas. Talvez eu possa escapar dele, especialmente quando chegarmos à biblioteca. Alguém será capaz de...
— Deixe-me ser clara, Lynette. Judson e você não estarão sozinhos. Eu não pensaria em permitir que você esteja tão vulnerável. Vários dos meus filhos vão escoltá-los — a Deusa estendeu a mão e acariciou as serpentes negras que estavam enroladas em sua perna. — Eles também estarão ansiosos para se aproximar se vocês vacilarem. Então você e Judson terão mais em comum do que têm agora, muito mais.
Lynette estalou os pensamentos em ordem. O trabalho! Vou me concentrar no trabalho!
— Há algo de errado, minha querida? Certamente você não tem um problema com a minha solução.
— Honestamente, concordo com você sobre a escapada — Lynette focou em uma coisa normal, deixou-se em seu mundo, se preocupando em completar seu trabalho. — A polícia não vai esperar que alguém faça isso. Mas estou preocupada sobre conseguir voltar. Mesmo você disse que é sobre o que eles estão focados, manter as pessoas afastadas.
— Você está totalmente certa em se preocupar. Esqueço que você não pode ler a minha mente, porque posso tão facilmente ler a sua. A resposta para esse problema é tão simples. Vamos esperar até depois do sol se pôr para você começar a sua caminhada. A noite e a negligência da polícia vão escondê-los em seu caminho para fora do prédio. Em seu retorno, meus filhos chamarão neblina e magia, sombras e névoa, de modo que a escuridão esconderá vocês.
Lynette ficou boquiaberta, mantendo seus pensamentos cuidadosamente em branco, sem saber o que dizer.
— Você não precisa parecer tão preocupada. Ser ocultada pela escuridão não vai doer nada. Bem, devo dizer mais corretamente, não vai prejudicá-la de todo modo. Meus filhos terão de ser alimentados. Hoje à noite o motorista do táxi receberá um pouco mais do que esperava!
A risada de Neferet foi cruel e absolutamente louca.
Lynette virou sua taça e bebeu profundamente.
— Agora, envie esses suplicantes mal vestidos para seus quartos. A próxima vez que eu vê-los, quero ficar deslumbrada — Neferet bateu palmas com seu comando, como se ela fosse um faraó descartando escravos. — Lynette, você provavelmente deve trocar esse vestido por calças e uma blusa escura. Eu odiaria que você acidentalmente ficasse superexposta. Você está dispensada até depois do sol se pôr.
— Sim, Deusa — Lynette fez uma reverência e partiu tremulamente para longe, indo para o elevador que a levaria para o quarto andar, que Neferet lhe dera.
Quando as portas se fecharam, ela cobriu a boca com as duas mãos, abafando o grito que não podia segurar. Pela primeira vez, Lynette entendeu que realmente não havia maneira de sobreviver à loucura de Neferet, que a questão não era se ela iria morrer, mas como e quando.

7 comentários:

  1. Jesus.
    Você precisa de Jesus tia Nef.
    flkjdgjfhjofjhph < isso foi eu dando de cara no teclado.
    Santa malvadeza, ela ta ficando doidinha.

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    1. Ficando???!!! O juízo ela já perdeu a dois livros atrás... Mas concordo com vc ela precisa muito de Jesus.

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    2. Tem sertesa que só foi a dois livros atras?
      Pra mim ela perdeu o juízo no segundo livro da coleção '-'

      Letícia.

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    3. Realmente ela já não era muito agradavel desde o inicio (Eu já não confiava naquela bondade toda -"Cuidado com aqueles que falam muito manso".
      Mas ela já era pirada, ela só se revelou no 2 livro o traida. A unica coisa que eu pensei quando a vi limpando a mente a Zo foi P***, V***, V****, etc rsrs

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  2. "a questão não era se ela iria morrer, mas como e quando..."
    Tenso isso. Nem imagino passar por isso!!!
    Coitada da Lynette. ����

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