4 de outubro de 2015

Capítulo 12

Eu tirei meu olhar horrorizado do Corvo Escarnecedor para ver Heath parado apenas alguns metros na minha frente. Ele tinha a arma que ele estava segurando antes diante dele, apontando diretamente para a criatura na árvore.
— Humano fraco! — e coisa gritou, — Você quer iiiimpedir um Antigo?
E então tudo aconteceu em fast-forward. A criatura explodiu da árvore ao mesmo tempo que meu corpo derreteu e foi para frente. Eu vi Heath apertar o gatlho e ouvi os barulhos da arma, mas o Corvo Escarnecedor estava se movendo com uma velocidade inumana. Ele se esquivou, e o lugar onde Heath estava mirando estava vazio no mesmo instante antes da bala cortar o ar, se encravando na árvore.
Enquanto a coisa voava em direção a Heath, eu vi as unhas se curvando em garras e eu lembrei como, mesmo na forma de espírito, uma criatura como essa tinha quase cortado meu pescoço. Agora os Corvos Escarnecedores tinham seu corpo de volta e eu sabia que a não ser que eu fizesse algo rápido, esse iria matar Heath.
Com um grito eu dei voz ao meu medo e raiva enquanto eu me lancei em Heath, jogando ele de lado um minuto antes do Corvo Escarnecedor alcançar ele, para que a criatura me atingisse ao invés dele. Eu não senti nenhuma dor aí, só uma estranha pressão contra a minha pele, começando no topo do meu ombro esquerdo e cortando através até a parte mais alta do meu peito, acima dos meus seios, até o meu ombro
direito. A força do golpe me jogou para trás em um meio círculo para que eu ainda estivesse encarando o Corvo Escarnecedor enquanto ele passava voando por nós e então pousava no chão com terríveis pernas humanas.
Os olhos cor de sangue dele se alargaram quando ele olhou para mim. — Não! — ele chorou em uma voz em uma voz que não podia pertencer a um ser são. — Ele querrrr você viva!
— Zoey! Oh, Deus, Zoey! Venha para trás de mim! — Heath estava gritando enquanto ele tentava levantar, mas ele escorregou no pavimento cheio de gelo que de alguma forma tinha ficado vermelho. Ele caiu com força.
Eu olhei para ele e pensei em quão estranho era que mesmo ele estando perto de mim ele soasse como se estivesse gritando através de um longo túnel.
Eu não entendi porque, mas meus joelhos cederam e eu cai no pavimento. O horrível barulho das asas do corvo escarnecedor me fizeram olhar de volta para criatura. Certo o bastante a coisa tinha erguido as asas. Obviamente ia vir pra cima de mim. Eu ergui minha mão, que parecia pesada e quente, e quando olhei para ela fiquei chocada por ver que estava ensopada de sangue. Sangue? É isso que está espalhado por todo pavimento? Isso é estranho. Com um dar nos ombros mental, eu desconsiderei o sangue e gritei — Vento, venha até mim!
Pelo menos eu pensei que tinha gritado. O que realmente saiu da minha boca mal foi um sussurro. Graças a Deus, o vento é um bom ouvinte porque o ar instantaneamente começou a circular ao meu redor.
— Mantenha aquela coisa no chão — eu disse. O vento instantaneamente obedeceu, e um adorável mini-tornado engolfou o grotesco homem pássaro, fazendo as asas dele se tornarem inúteis. Com um terrível grito a coisa bateu as inúteis asas contra ele e começou a andar com dificuldade em direção a mim, abaixando a cabeça mutante contra o vento.
— Zoey! Merda, Zoey! — Heath de repente estava ao meu lado. O braço forte dele ao meu redor, o que foi muito bom porque eu estava pensando que eu ia cair pra trás.
Eu sorri para ele, me perguntando por que ele estava chorando. — Só um segundo.
Tenho que terminar com aquela coisa. — Estranhamente, eu virei minha atenção de volta ao homem-pássaro. — Fogo, eu preciso de você. — O calor estava lá, esquentando o ar ao meu redor. Então eu usei o dedo da mão ensanguentada que eu ainda estava mantendo ereto e apontei para a coisa que estava se aproximando cada vez mais de Heath e eu.
— Queime — eu comandei.
O calor que estava me cercando mudou de temperatura, indo de um calor gentil a uma coluna de chama consumadora. Ela seguiu a direção em que eu apontava e da minha vontade, que lavrou o Corvo Escarnecedor, o engolfando numa chama amarela. O ar estava cheio com um horrível cheiro de carne assada e penas queimadas. Eu achei que pudesse vomitar.
— Oh, ugh. Fogo, obrigado. Vento, antes de você partir, você poderia, por favor, levar
pra longe esse cheiro nojento? — Era tão estranho que eu pensar que estava dizendo essas coisas realmente alto, mas minha voz na verdade estava saindo tão fraca quanto um sussurro. Os elementos obedeceram mesmo assim, o que foi bom, porque a onda de tontura doentia passou por mim e eu estava de repente caindo contra Heath, incapaz de continuar a me manter direita.
Eu tentei entender o que havia de errado comigo, mas meus pensamentos estavam todos atordoados, e por alguma razão saber exatamente o que estava acontecendo não parecia muito importante.
À distancia eu ouvi o barulho de passos correndo, e então eu estava olhando para cima para o rosto abatido e cheio de lágrimas de Heath enquanto ele gritava, — Socorro! Estamos aqui! Zoey precisa de ajuda!
E então a próxima coisa que eu vi foi o rosto de Erik, que se juntou ao de Heath. Tudo o que eu conseguia pensar era, oh, ótimo, eles vão começar a rosnar um para o outro de novo. Mas eles não o fizeram. Na verdade, a reação de Erik quando ele olhou para mim fez eu começar a me preocupar um pouco, de um jeito deslocado, e vago.
— Merda! — ele disse, e o rosto dele ficou realmente pálido. Sem dizer outra palavra Erik rasgou a camisa (que era o Polo preto legal de manga comprida que ele estava usando no nosso último ritual), fazendo os botões saltarem por todo lugar. Eu pisquei surpresa, pensando que ele parecia realmente bem só nessa camisa. Eu quero dizer, serio, ele tem um corpo gostoso. Ele baixou do meu outro lado.
— Desculpe, isso provavelmente vai doer. — Erik dobrou a camisa e pressionou contra o meu peito.
Dor passou por mim nesse instante, e eu ofeguei.
— Oh, Deusa! Desculpe, Z, desculpe! — Erik ficou dizendo de novo e de novo.
Eu olhei para baixo para ver o que estava me machucando daquele jeito e fiquei chocada para ver que meu corpo todo estava encharcado de sangue.
— O q – que — eu tentei formular uma pergunta, mas a dor misturando com um forte sentimento de dormência que continuava a aumentar fez falar ser difícil.
— Temos que levar ela até Darius. Ele vai saber o que fazer — Erik disse.
— Eu carrego ela. Só lídere até esse Darius, Heath disse.
Erik acenou. — Vamos!
Heath olhou para mim. — Eu vou ter que mover você, Z. Só aguente firme, ok?
Eu tentei acenar. Mas o movimento terminou com outra arfada quando Heath me levantou e, me agarrando com força como se eu fosse uma criança super crescida, ele correu, escorregando e deslizando atrás de Erik.
A viagem de volta para os túneis foi um pesadelo que eu nunca vou esquecer. Heath correu atrás de Erik em direção ao porão. Quando eles chegaram à escada de metal que levava para o sistema de túneis, eles pausaram só por um segundo.
— Eu entrego ela para você — Heath disse.
Erik acenou e desapareceu pelo buraco. Heath andou até a beira. — Desculpe, baby — ele disse. — Eu sei que isso deve ser horrível para você. — Então ele me beijou de leve na testa antes de se agachar e de alguma forma me passar para Erik, que estava parado abaixo de nós.
Eu digo — de alguma forma— porque eu estava ocupada gritando de dor e não estava realmente prestando atenção a logística do que realmente estava acontecendo. A próxima coisa que eu vi era Heath que caiu levemente no chão do túnel e Erik me entregando de volta para ele.
— Eu vou correr na frente e encontrar Darius. Você continua seguindo o túnel principal. Não pegue nenhuma das viradas. Fique onde é melhor iluminada e eu vou voltar até você com Darius.
— Quem é Darius? — Heath disse, mas ele estava falando com o ar. Erik já tinha saído correndo.
— Ele é muito mais rápido do que achei que ele fosse — eu tentei dizer, mas um fraco bolo de palavras foi tudo que foi sussurrado pela minha boca. E eu notei a lanterna que eu tinha certeza que tinha apagado antes de eu subir para o porão estava acessa de novo.
— Isso é estranho — era o que eu queria dizer. Ao invés disso, eu mal me ouvi murmurar algo que soava como — Isssoooo é etranoooo— por cima do barulho do meu coração nos meus ouvidos.
— Shhhh — Heath me acalmou enquanto andava o mais rapidamente que ele podia sem me balançar tanto que eu quisesse gritar de novo. — Você fique comigo, Zo. Não feche seus olhos. Continue me olhando. Continue comigo. — Heath continuou falando e falando, o que era realmente irritante porque meu peito doía demais e tudo que eu queria fazer era fechar meus olhos e ir dormir.
— Preciso descansar — eu murmurei.
— Não! Não tem descanso! Hey, vamos fingir que estamos no filme do Titanic que você costumava assistir de novo e de novo. Você sabe, aquele com o Leonardo DiIdiotio.
— DiCaprio — eu sussurrei, irritada com o fato que depois de todos esses anos Heath ainda tinha ciúmes de que quando eu era criança eu tinha uma queda por Leonardo. Ou como eu gostava de chamar ele, — meu namorado Leo.—
— Tanto faz — ele disse. — Lembra que como você dizia que se fosse Rose você nunca teria deixado ele ir? Ok, bem, vamos fazer uma pequena encenação. Eu sou o DiCapri e você é a Rose. Você tem que manter os olhos abertos e no meu rosto, ou você vai ter que me deixar ir e eu vou virar um enorme e gay Picolé.
— Nerd — eu disse.
Heath sorriu. — Só nunca me deixe ir, Rose. Ok?
Ok, era uma encenação idiota, mas eu admito que me viciou. Estava me deixando louca desde a primeira vez que eu vi esse filme (e chorei pra caramba - e eu me refiro a um daqueles horríveis choros com ombros se movendo e tudo). A idiota da Rose diz que nunca vai deixar ele ir, mas então ela o faz. E porque ela não poderia ter ido para o lado e ter deixado Leo/Jack subir naquela tábua com ela? Havia bastante espaço. Então enquanto minha atordoada mente funcionava nisso sobre aquela cena de partir coração de um dos meus filmes favoritos, Heath me segurou com força em seus braços e correu.
Ele tinha acabado de seguir uma curva gentil no túnel quando Erik nos achou. Darius estava atrás dele. Heath parou e foi então que eu percebi o quão difícil ele estava respirando. Huh. Eu me perguntei abstratamente se eu deveria estar envergonhada por ser tão pesada.
Darius deu uma olhada para mim e começou a dar ordens a Erik.
— Eu vou levar ela para o quarto de Stevie Rae. Eu vou chegar lá muito antes de você, mas vou precisar que esse humano se junte a mim lá, então mostre a ele onde ir. Então você pegar as Gêmeas e Damien. Acorde Aphrodite. Podemos precisar dela também.
Darius virou para Heath. — Eu vou pegar Zoey.
Heath hesitou. Eu podia ver que ele não queria me soltar. O olhar de pedra de Darius se suavizou. — Não tenha medo. Eu sou um Filho de Erebus e te dou meu juramento que eu sempre protegerei ela.
Relutantemente Heath me transferiu para os braços fortes de Darius. O guerreiro olhou com desgosto para mim. — Eu vou me mover rápido. Lembre-se de confiar em mim.
Eu acenei fracamente, e embora eu soubesse o que vinha a seguir, eu ainda estava surpresa quando Darius disparou, se movendo com uma velocidade que fez as paredes do túnel virarem um borrão e minha cabeça girar. Eu já tinha experimentando a incrível habilidade de Darius de praticamente se teletransportar de um lugar para outro, e não foi uma experiência menor de tirar o fôlego da segunda vez.
Pareceu que apenas um segundo havia passando quando Darius parou bruscamente na porta de cobertor da entrada do quarto de Stevie Rae. Ele entrou. Stevie Rae estava sentada, esfregando os olhos e olhando com sono para nós. Então a boca dela se abriu em choque e ela saiu da cama.
— Zoey! O que aconteceu?
— Corvo Escarnecedor — Darius disse. — Tire aquelas coisas da mesa.
Stevie Rae derrubou as coisas da mesa que ficava no fim da cama dela. Eu queria protestar que ela realmente não precisava fazer tamanha bagunça. Eu quero dizer, eu tinha certeza que ela tinha quebrado um copo ou dois e mandou um bando de DVDs voando pelo quarto, mas não apenas minha voz não estava funcionando direito, mas eu estava realmente ocupada tentando não desmaiar devido a terrível dor que estava passando pela parte de cima do meu corpo enquanto Darius me colocava na mesa.
— O que podemos fazer? O que podemos fazer? — Stevie Rae repetiu a pergunta. Eu achei que ela parecia como uma pequena garotinha perdida e notei que ela também estava chorando.
— Pegue a mão dela. Fale com ela. Mantenha ela consciente — Darius disse. E então ele virou e começou a jogar as coisas para fora do kit de primeiros socorros.
— Zoey, você consegue me ouvir? — Eu podia sentir que Stevie Rae tinha segurado
minha mão, mas só um pouco.
Levou o que parecia um esforço sobre-humano, mas eu sussurrei, — Yeah.
Stevie Rae segurou minha mão com mais força. — Você vai ficar bem. Ok? Nada pode acontecer com você, porque eu não sei o que eu vou fazer — A voz dela pegou um soluço, e então ela disse, — Você não pode morrer porque você sempre acreditou no melhor de mim, então eu tentei ser o que você acreditava que eu era. Sem você, bem, eu tenho medo que o bom em mim morra, também, e eu vou ceder à escuridão. Além do mais, tem tantas coisas que eu ainda preciso contar a você. Coisas importantes.
Eu queria dizer a ela não ser boba, que ela não estava fazendo sentido e que eu não ia a lugar algum, mas através da dor e da dormência eu estava começando a sentir algo estranho. O único jeito que eu posso descrever é como um senso de algo errado. O que quer que tenha acontecido, o que quer que fosse que estivesse acontecendo comigo, essa era a fonte do algo errado. E esse novo sentimento, mais do que o sangue - mais do que o medo no rosto dos meus amigos - estava me dizendo que algo estava tão errado comigo que eu podia, de fato, ir a algum lugar.
E foi então que a dor começou a diminuir, e eu decidi que se era sim que era morrer, então era melhor do que viver e doer pra caramba.
Heath entrou no quarto, e foi direto até mim, e tomou minha outra mão. Ele mal olhou para Stevie Rae. Ao invés disso, ele tirou o cabelo do meu rosto.
— Como você está, baby? Ainda aguentando?
Eu tentei sorrir, mas ele parecia tão distante que eu não consegui fazer a mudança na minha expressão alcançar ele.
As Gêmeas entraram no quarto com Kramisha perto atrás delas.
— Oh, não! — Erin parou vários centímetros de distância de onde eu estava e pressionou a mão contra a boca.
— Zoey? — Eu achei que Shaunee parecia confusa. Então ela piscou várias vezes, o olhar dela viajou pelo meu corpo, e ela começou a chorar.
— Isso não parece bom — Kramisha disse. — Nem um pouco bom. — Ela pausou e então os olhos dela foram de mim para Heath, cuja atenção estava tão focada em mim que eu juro que ele nem notaria o gigante elefante branco em tutu dançando no quarto. — Esse não é o humano que esteve aqui antes?
Eu não sei por que, mas a não ser por meu próprio corpo, que não parecia pertencer mais a mim, eu tinha uma incrível ciência do que estava acontecendo ao meu redor. As Gêmeas estavam dando as mãos e chorando tanto que muco estava saindo pelos narizes delas. Darius ainda estava mexendo no kit de primeiros socorros. Stevie Rae estava dando batidinhas na minha mão e tentando (sem sucesso) não chorar. Heath esta sussurrando frases bobas do Titanic para mim. Em outras palavras, todos estavam focados em mim – a não ser Kramisha. Ela estava olhando famintamente para Heath. Pequenos sinos de alarme começaram a tocar em minha mente e eu tentei lutar para recobrar ciência do meu corpo. Eu precisava avisar Heath a ficar com a guarda alta. Eu precisava dizer a ele que ele deixasse esse lugar antes que algo ruim acontecesse com ele.
— Heath — eu consegui sussurrar.
— Estou aqui, baby. Eu não vou a lugar nenhum.
Eu virei os olhos mentalmente. Heath e os heróicos dele eram fofo e tudo mais, mas eu tinha medo que isso fosse fazer ele ser comido pelos calouros vermelhos de Stevie Rae.
— Hey, você não é o humano que esteve aqui embaixo antes? O que Zoey veio atrás? — Kramisha tinha se movido mais para perto de Heath. Os olhos dela tinham tomado uma coloração vermelha o que era um gigante sinal de aviso. Eu era a única que podia ver o perigo no jeito intenso que ela estava olhando ele?
— Darius! — Eu finalmente ofeguei.
Graças a Deus, o guerreiro olhou para cima. Eu passei meus olhos dela para onde Kramisha estava praticamente babando em Heath e vi entendimento passar pelo rosto de Darius.
— Kramisha. Deixe o quarto. Agora — Darius surtou.
Ela hesitou, e então arrastou o olhar para longe de Heath e olhou diretamente para mim. Vá! Eu murmurei as palavras. Os olhos dela não mudaram, mas Kramisha acenou uma vez e saiu silenciosamente do quarto.
Foi enquanto que Aphrodite jogou o cobertor/porta para o lado e fez sua grande entrada. Parecendo seriamente como cocô, ela entrou no quarto.
— Merda, esse Imprint é um pé no saco! Stevie Rae, você pode se ajeitar e manter sua merda emocional sob controle e mostrar só um pouco de respeito por aqueles que ainda podem ter ressacas que matariam a maioria — Ela finalmente conseguiu focar sua visão embaçada o bastante para de fato me ver. O rosto dela, já pálido e de olhos vazios, ficou ainda mais branco e parecia um tom doente de branco. — Oh, Deusa! Zoey! — Ela começou a balançar a cabeça pra frente e para trás, enquanto corria até mim. — Não, Zoey. Não. Eu não vi isso. — Ela estava andando seriamente até mim. — Eu nunca vi isso. Você superou a primeira visão da morte que eu tive. A próxima não deveria ser você ser cortada de novo. A próxima era você supostamente se afogando. Não! Isso não está certo!
Eu tentei dizer algo, mas ela já tinha se virado para Heath.
— Você! Que porra você está fazendo aqui?
— Eu – eu vim ver se ela estava bem — Heath gaguejou, obviamente assustado com a intensidade dela.
Aphrodite balançou a cabeça de novo. — Não. Você não deveria estar aqui. Isso não está certo. — Ela pausou e os olhos dela se estreitaram para Heath. — Você causou isso, não foi?
Eu vi os olhos de Heath se encherem de lágrimas. — Yeah, eu acho que causei — ele disse.

5 comentários:

  1. Chorando com esse capítulo. Ver a reação de todo mundo realmente mexeu com meu coração

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  2. ele nao causou nada... foram as circunstancias..
    lanny

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  3. Se eles começarem a culpar o Heath eu vou ficar fula da vida! Não foi culpa dele!

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