1 de outubro de 2015

Capítulo 12

Heath estava colocando algum tipo de pôster no poste. Eu pude ver o rosto dele claramente e me surpreendeu o quão bonito ele parecia. Ok, claro, eu o conheço desde a 3º série e o vi ficar fofo para bobo para fofo para gostoso, mas nunca vi essa aparência nele. Havia algo amargo no seu rosto, linhas que não sorriam que o faziam aparecer muito mais velho que 18 anos. Era como se eu tivesse vendo uma ponta do homem que ele iria se tornar – e era uma boa ponta. Ele era alto e loiro, com bochechas altas e um queixo realmente muito forte. Mesmo a distância eu percebi os cílios grossos que eram surpreendentemente escuros, e ver as gentis sobrancelhas que o emolduravam.
E então, como se ele pudesse ver meu olhar, os olhos dele saíram do poste e se trancaram no meu. Eu vi o corpo dele ficar completamente duro, e então um calafrio passou por ele, como se alguém tivesse jogado um ar gelado contra a sua pele.
Eu deveria ter levantado e entrado na Starbucks, enquanto estava cheio com ondas de pessoas conversando e rindo, e onde seria impossível para mim e Heath ficarmos sozinhos. Mas eu não fui. Eu só fiquei sentada ali enquanto ele soltava os pôsteres. Eles caíram pela calçada como pássaros morrendo enquanto ele andou rapidamente na minha direção. Ele parou na frente da pequena mesa sem dizer nada pelo que pareceu uma eternidade. Eu não sabia o que fazer, especialmente porque eu estava inesperadamente nervosa. Finalmente eu não consegui aguentar mais o silêncio.
— Olá, Heath.
O corpo dele tremeu como se alguém tivesse pulado de trás de uma porta e o matado de susto.
— Merda! — A palavra saiu da boca dele em uma onda de ar. — Você realmente está aqui!
Eu franzi para ele. Ele nunca foi exatamente brilhante, mas mesmo para ele isso soava bem idiota. — É claro que estou. O que você achou que eu fosse, um fantasma?
Ele sentou na cadeira na minha frente como se suas pernas não pudessem mais aguentar ele. — Sim. Não. Eu não sei. É que eu te vejo bastante e você nunca realmente está lá. Eu achei que essa fosse só outra dessas vezes.
— Heath, do que você está falando? — Eu estreitei meus olhos e cheirei na direção dele. — Você está bêbado?
Ela balançou a cabeça.
— Alto?
— Não. Eu não bebo há um mês. E parei de fumar também.
As palavras pareciam simples, mas eu pisquei e senti como se estivesse tentando ser razoável com a minha mente. — Você parou de beber?
— E fumar. Eu parei com tudo. É uma das razões do porque tenho te ligado tanto. Eu queria que você soubesse que eu mudei.
Eu realmente não sabia o que dizer. — Oh, bem. Eu, uh, estou feliz. — Eu sei que eu soava uma retardada, mas o jeito que os olhos de Heath se focaram nos meus foi quase uma coisa física. E tinha mais uma coisa. Eu podia sentir o cheiro dele. Não era o cheiro de colônia, ou um cheiro de homem. Era um profundo, e sedutor cheiro que me lembrava de calor e luz do luar e sonhos sensuais. Estava vindo dos poros dele e me fez querer colocar minha cadeira do outro lado da mesa para ficar mais perto dele.
— Porque você não retornou minhas ligações? Você nem me mandou uma mensagem de resposta.
Eu pisquei, tentando bloquear a atração que eu estava sentindo por ele e pensar claramente. — Heath, não tem porque. Não pode ter mais nada entre você e eu — eu disse razoavelmente.
— Você sabe que tem algo entre nós.
Eu balancei a cabeça e abri a boca para explicar para ele o quão errado ele estava, mas ele me interrompeu.
— Sua Marca! Sumiu.”
Eu odiei o tom excitado dele, e automaticamente respondi, — Você está errado de novo. Minha Marca não sumiu. Só está coberta para que os humanos estúpidos por aqui não surtem. — Eu ignorei o olhar de mágoa que pareceu tomar o seu rosto adulto e o transformar de volta no garoto bonito que eu costumava ser louca. — Heath — eu suavizei minha voz. — Minha Marca nunca vai sumir. Ou eu passo pela Mudança para um vampiro, ou vou morrer nos próximos três anos. Essas são minhas duas opções. Nunca será como antes. Nunca poderá ser o que costumava ser entre nós. — Eu parei, e então adicionei gentilmente, — desculpe.
— Zo, eu entendo. O que eu não entendo é porque isso tem a ver com o fim entre nós.
— Heath, isso acabou entre nós antes de eu ser Marcada, lembra? — Eu disse, exasperada.
Ao invés da sua resposta convencia ele continuou olhando nos meus olhos, e sério, disse, — Isso é porque eu estava agindo feito idiota. Você odiava o fato de eu estar sempre bêbado e alto. E você estava certa. Eu estava fazendo merda. Eu parei com isso. Agora estou focado no futebol e nas minhas notas para poder entrar na OSU. — Ele me deu aquele adorável sorriso de gatinho que derretia meu coração desde a 3ª série. — É onde a minha namorada também vai. Ela vai se tornar uma veterinária. Uma vampira veterinária.
— Heath – eu – eu hesitei, me forçando a engolir o enorme calombo que estava de repente queimando minha garganta e me fazendo querer chorar. — Eu não sei se ser uma veterinária é o que eu ainda quero fazer, e mesmo que seja, isso não significa que possamos ir juntos.
— Você está vendo outra pessoa. — Ele não parecia bravo, ele só parecia extremamente triste. — Eu não lembro muito daquela noite. Eu tentei, mas sempre que eu penso muito sobre isso, tudo vira um enorme pesadelo que não faz sentido nenhum e eu fico com uma horrível dor de cabeça.
Eu estava muito parada. Eu sabia que ele estava falando do ritual de Samhain para o qual ele me seguiu e onde Aphrodite tinha perdido o controle dos vampiros fantasmas. Heath quase tinha morrido. Erik estava lá, e como Neferet disse, ele se provou um guerreiro quando ficou ao lado de Heath e lutou com os espectros, me dando tempo para lançar meu próprio círculo e mandar os fantasmas de volta de onde eles tinham fugido. Da última vez que eu vi Heath ele estava inconsciente e sangrando devido às múltiplas lacerações. Neferet me assegurou que iria curar os ferimentos dele e obscurecer a memória dele. Claramente, a escuridão tinha ficado fina.
— Heath, não pense nessa noite. Aquilo já acabou e é melhor se –
— Você estava lá com alguém — ele me interrompeu. — Você está saindo com ele?
Eu suspirei. — Sim.
— Me dê uma chance para te ter de volta, Zo.
Eu balancei a cabeça, embora as palavras dele tivessem tocado meu coração. — Não, Heath, é impossível.
— Porque? — Ele deslizou sua mão pela mesa e a colocou em cima da minha. — Eu não me importo com o negócio dos vampiros. Você ainda é a Zoey. A mesma Zoey que eu sempre conheci. A Zoey que foi a primeira garota que eu beijei. A Zoey que me conhece melhor do que qualquer um no mundo. A Zoey que eu sonho toda noite.
O cheiro dele passou por mim através das mãos dele, quente e delicioso, e eu pude sentir o pulso dele batendo contra meus dedos. Eu não queria dizer a ele, mas eu precisava. Eu olhei diretamente nos olhos dele e disse, — A razão pela qual você não me superou é porque quando provei seu sangue aquela vez no muro da escola eu comecei um Imprint em você. Então você me quer porque é o que acontece quando um vampiro, ou aparentemente alguns calouros, bebem sangue de uma vítima humana. Neferet, nossa Alta Sacerdotisa, disse que você não teve um Imprint completo comigo, e se eu ficar longe de você vai sumir e você será normal de novo e vai esquecer de mim, então é o que eu tenho feito. — Eu terminei com pressa. Eu sabia que ele provavelmente surtaria e me chamaria de monstro ou algo assim, mas eu não tinha escolha, e agora que ele sabia ele podia colocar toda sua perspectiva e –
A risada dele interrompeu minha conversa interior. Ele jogou sua cabeça para trás e estava rindo com a típica exuberância de Heath, e o familiar, e doce, som bobo daquilo fez ficar difícil não sorrir para ele.
— O que? — Eu disse, tentando franzir a testa.
— Oh, Zo, você me mata. — Ele apertou minha mão. — Eu sou louco por você desde a 8º série. Como se isso tivesse algo haver sobre você sugar meu sangue?
— Heath, acredite em mim, começamos o Imprint.
— Estou bem com isso. — Ele riu para mim.
— Você também ficará bem comigo vivendo mais do que você por várias centenas de anos?
Feito bobo, ele remexeu suas sobrancelhas para mim. — Eu acho que tem coisas piores do que ter uma gostosa vampira jovem quando eu tiver, tipo, cinquenta.
Eu virei os olhos. Ele era uma figura. — Heath, não é tão simples. Tem várias coisas para se considerar.
Ele fez um movimento circular em cima da minha mão. — Você sempre faz as coisas ficarem muito complicadas. Ter você e eu. É tudo que precisamos considerar.
— Não é tudo o que há, Heath. — Uma ideia veio para mim e ergui minhas sobrancelhas e dei a ele um sorriso inocente. — Falando nisso, como vai minha ex-melhor amiga Kayla?
Totalmente não afetado, ele deu nos ombros. — Eu não sei. Eu não a vejo mais.
— Porque não? — Isso era estranho. Mesmo que ele não estivesse saindo com Kayla, eles andavam nos mesmos grupos por anos, todos andávamos.
— Não é a mesma coisa. Eu não gosto das coisas que ela diz. — Ele olhou para mim.
— Sobre mim?
Ele acenou.
— O que ela tem dito? — Eu não consegui decidir se eu estava mais magoada ou fula.
— Só coisas. — Ele ainda não olhava para mim.
Eu estreitei os olhos percebendo. — Ela acha que eu tenho algo a ver com Chris.
Ele moveu os ombros inquieto. — Não você, ou pelo menos ela não disse você. Ela acha que são os vampiros no entanto, mas muitas pessoas também.
— Você acha? — Eu perguntei suavemente.
Os olhos dele olharam nos meus. — De jeito nenhum! Mas algo ruim está acontecendo. Alguém está sequestrando jogadores de futebol. É por isso que eu estava aqui hoje. Estou colocando pôsteres da foto de Brad. Talvez alguém lembre dele se arrastando ou algo assim.
— Eu sinto muito sobre Chris. — Eu entrelacei meus dedos nos dele. — Eu sei que vocês eram amigos.
— É uma droga. Não acredito que ele está morto. — Ele engoliu com força, e eu sabia que ele estava tentando não chorar. — Eu acho que Brad também está morto.
Eu também achava que ele estava, mas eu não podia dizer isso em voz alta. — Talvez não. Talvez eles o encontrem.
— Yeah, talvez. Hey, o funeral de Chris é na segunda. Você iria comigo?
— Eu não posso, Heath. Você sabe o que aconteceria se um calouro aparecesse no funeral de um garoto que as pessoas acham que um vampiro matou?
— Eu acho que seria ruim.
— Sim, seria. E é o que eu estou tentado fazer você ver. Você e eu juntos – teríamos que lidar com problemas assim o tempo todo.
— Não quando sairmos da escola, Zo. Então você poderia usar esse negócio que você tem no rosto agora, e ninguém saberia.
O que ele estava dizendo provavelmente deveria me irritar, mas ele estava tão sério, tão certo que se eu escondesse minhas tatuagens tudo voltaria a ser como antes. E eu não podia ficar brava porque eu entendia o que ele queria. Não era o que eu estava fazendo aqui? Tentar reviver parte da minha antiga vida?
Mas essa não era mais eu, e dentro de mim que eu não queria ser. Eu gostava da nova Zoey, mesmo que estivesse dizendo adeus para a velha Zoey e não fosse só difícil, mas um pouco triste também.
— Heath eu não quero esconder minha Marca. Não seria quem eu sou. — Eu respirei fundo e continuei. — EU FUI Marcada especialmente pela deusa, e Nyx me deu alguns poderes incomuns. Não seria possível para mim fingir que eu sou a humana Zoey de novo, mesmo que eu quisesse. E, Heath, eu não quero.
Os olhos dele passaram pelo meu rosto. — Ok. Vamos fazer do seu jeito e mandar as pessoas que não gostarem pro inferno.
— Essa não sou eu, Heath. Eu não –
— Espere, você não tem que dizer nada agora. Só pense sobre isso. Podemos nos encontrar aqui de novo em alguns dias. — Ele riu. — Eu até venho à noite.
Era muito mais difícil do que eu imaginei dizer a Heath que eu nunca mais o veria de novo. Na verdade, eu não imaginei que teria que ter essa conversa com ele. Eu pensei que tínhamos acabado. Sentar aqui com ele parecia estranho – parte normal, parte impossível. O que na verdade descrevia nossa relação muito bem. Eu suspirei e olhei para nossas mãos dadas, e dei uma olhada no relógio.
— Oh, merda! — Eu tirei minhas mãos dele e peguei minha bolsa da American Eagle. Era 14:15. Eu tinha que fazer a ligação para o FBI em 15 minutos. — Eu tenho que ir, Heath. Eu estou realmente atrasada para algo na escola. Eu – eu te ligo mais tarde. — Eu comecei a me afastar com pressa e fiquei surpresa por ele vir comigo.
— Não — ele me interrompeu quando comecei a dizer a ele para ir embora. — Te levo até o carro.
Eu não discuti com ele. Eu conhecia esse tom. Por mais bobo e irritante que Heath pudesse ser, o seu pai o tinha criado bem. Desde a 3º série ele era um cavalheiro, abrindo as portas para mim e carregando meus cadernos, mesmo quando os amigos dele o chamavam de maricas nerd. Me levar até o carro era só algo que Heath fazia. Ponto.
Meu VW estava estacionando sozinho embaixo de uma grande árvore, bem como quando eu estacionei. Como sempre, ele me passou e abriu minha porta. Eu não pude me impedir de sorrir para ele. Quero dizer, havia um motivo pelo qual eu gostei do garoto pelos últimos três anos – ele era realmente doce.
— Obrigado, Heath — eu disse, e fui sentar no banco do passageiro. Eu ia abaixar a janela e dizer tchau para ele, mas ele já estava dando a volta no carro e em dois segundos ele estava sentado no lado do passageiro rindo para mim. — Uh, você não pode vir comigo — eu disse a ele. — E estou com pressa, então não posso te dar uma carona.
— Eu sei. Eu não preciso de carona. Eu tenho minha caminhonete.
— Ok, bem. Então tchau. Te ligo mais tarde.
Ele não se moveu.
— Heath, você tem que –
— Eu tenho que te mostrar algo, Zo.
— Pode me mostrar rapidamente? — Eu não queria ser maldosa com ele, mas eu realmente tinha que voltar para escola e fazer aquela ligação. Porque diabos eu não pus o telefone descartável de Damien na minha bolsa? Eu bati impaciente na direção enquanto Heath colocava as mãos no bolso da jeans e sentia algo.
— Aqui está. Eu comecei a carregar isso a algumas semanas atrás, só por precaução. — Ele tirou algo que tinha uns 5 centímetros e saiu do bolso dele. Estava enrolado no que parecia papelão.
— Heath, verdade. Eu preciso ir e você... — Minhas palavras morreram quando o ar saiu do meu corpo. Ele desenrolou a coisinha. A lâmina contrastou com a luz e brilhou sedutoramente. Eu tentei falar, mas minha boca tinha ficado seca.
— Eu quero que você beba meu sangue, Zoey — ele disse simplesmente.
Um calafrio de um terrível desejo percorreu meu corpo. Eu estava agarrando o volante com as duas mãos para me impedir de tremer... ou pegar a lâmina e cortar sua doce e quente pele, para que seu delicioso sangue pingasse e pingasse e...
— Não! — Eu gritei, odiando o jeito que o poder na minha voz o fez se encolher. Eu engoli e me controlei. — Só guarde isso e saia do meu carro, Heath.
— Eu não tenho medo, Zo.
— Eu tenho! — Eu quase chorei.
— Você não tem que ter medo. É apenas você e eu, como sempre foi.
— Você não sabe o que está fazendo, Heath. — Eu nem conseguia olhar para ele. Eu estava assustada de que se não ficasse eu não seria capaz de dizer não.
— Sim eu sei. Você bebeu um pouco do meu sangue aquela noite. Foi... foi incrível. Eu não consegui parar de pensar sobre isso.
Eu queria gritar de frustração. Eu não fui capaz de parar de pensar sobre isso também, não importava o quanto eu pensava. Mas não podia dizer isso a ele. Eu não diria isso a ele. Ao invés disso, eu finalmente olhei para ele e forcei minhas mãos a relaxarem. Só de pensar em beber o sangue dele fazia minha pele parecer apertada e quente. — Eu quero que você vá, Heath. Isso não é certo.
— Eu não me importo com o que as pessoas pensam, Zoey. Eu amo você.
E antes de poder impedir ele, ele levantou a navalha e passou pelo lado do pescoço dele. Fascinada, eu observei a fina linha de sangue escarlate derramando pelo branco da pele dele.
E então o cheiro me atingiu – rico e escuro e sedutor. Como chocolate, só que mais doce e selvagem. Em segundos o pequeno carro estava cheio dele. Me atraiu como nada que eu tinha experimentando antes. Não era só que eu queria provar aquilo. Eu precisava provar. Eu tinha que provar.
Eu nem percebi que estava me mexendo até que Heath falou, mas de repente eu estava inclinada no pequeno espaço entre nossos assentos e o sangue dele me atraiu.
— Sim. Eu quero que você faça isso, Zoey. — A voz de Heath soava profunda e rouca, como se tivesse dificuldade de controlar sua respiração.
— Eu – eu quero provar, Heath.
— Eu sei, querida. Vá em frente — ele sussurrou.
Eu não consegui me parar. Minha língua fez um barulho e eu bebi o sangue do pescoço dele.

12 comentários:

  1. eu vou matar o Heath.

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  2. Eu sei que ele faz merda às vezes, mas eu simplesmente adoro o Heath. Não consigo não adorar. Ele é muito fofo *--*

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    1. Eu tbm... Vey! Eu quero ele! Eu quero o Erik tbm!

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    2. essas menina tudo tarada auhshuashhuas

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    3. Eu também <3 adoro o Heath, mais do que o Erik
      Quero uma suruba de Zoey, Heath, Erik e Loren uhasuha

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  3. Eu já adorava o Heath, mas agora que ele parou de ser um zé droguinha estou amando. Caramba, bem que ele podia ser marcado.

    Amei a atitude dele de alimentar a Z, mas isso vai dar cocô.

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