8 de outubro de 2015

Capítulo 12 - Aurox

Aurox seguiu a Sacerdotisa do prédio dos professores até a luz pálida do pôr do sol. Apesar de ser inverno e de o sol não aquecer e, verdade seja dita, ter pouca luminosidade, ela se encolheu como se aquela réstia de sol tivesse provocado nela alguma dor. Ele observou enquanto ela puxava mais o capuz do seu manto verde sobre a cabeça, de modo que ele encobrisse completamente seu rosto.
 Luz do sol!  Neferet fez as palavras soarem amargas.  Vou fazê-las pagar por me fazerem sair à luz do sol  ela olhou para ele antes de colocar seus óculos espelhados.  Na verdade, você deve fazer que eles paguem.
— Sim, Sacerdotisa  ele disse automaticamente.
Regiamente, Neferet foi até o grande carro preto que ela havia ordenado que ele aprendesse a dirigir e parou ao lado da porta, esperando que ele abrisse, o que ele fez rapidamente. Aurox reparou que, mesmo à luz do sol, Neferet tinha sombra que era escura de um modo sobrenatural. As Trevas sempre a acompanham, ele pensou.
Depois que ele deu a partida no carro, ela apertou um botão no espelho retrovisor e uma voz perguntou:
 Sim, Neferet, aonde o OnStar vai levá-la hoje?
 Escola Will Rogers, Tulsa, Oklahoma  ela respondeu à voz e então ordenou a ele:  Siga exatamente as instruções.
 Sim, Sacerdotisa  era tudo o que ele devia dizer.
Desde o momento em que estacionou na frente do prédio, Aurox achou o edifício de tijolos claros e pedra trabalhada agradavelmente aos seus olhos. Ele seguiu Neferet para dentro, entrando no primeiro dos seus corredores amplos e iluminados, e foi surpreendido pela impressão que teve do lugar. Era quase como se o prédio fosse dourado de sensibilidade.
Ele tinha uma sábia capacidade de ouvir que Aurox achou incrivelmente tranquilizadora. Mas como isso era possível? Como um prédio podia fazê-lo sentir alguma coisa?
Havia ali apenas um segurança idoso. Ele havia se aproximado de Neferet, andando devagar e mancando, mais curioso e educado do que precavido.
— Posso ajudá-los?
 Sim, a escola tem algum subsolo? Um grande porão ou um sistema de túneis?  Neferet perguntou, colocando o capuz para trás e tirando os óculos escuros.
Os olhos do guarda primeiro se arregalaram com a sua beleza e depois se fixaram nas suas tatuagens cor de safira.
 Nós temos alguns velhos túneis no porão que, na verdade, não têm sido usados desde a época dos abrigos antibomba. Quero dizer, ou como refúgio contra tornados de vez em quando. Por que você...
 Como se chega aos túneis?  Neferet o cortou.
 Desculpe, eu precisaria de permissão administrativa para qualquer...
 Isso não será necessário  desta vez ela acrescentou um sorriso sedutor às suas palavras.  Estou simplesmente levantando informação histórica sobre o prédio da escola. Os túneis são acessíveis, não são?
O homem pareceu igualmente confuso com a sua pergunta e deslumbrado com o seu sorriso.
 Ah, sim. É fácil chegar até ele. É só seguir este corredor principal aqui até chegar à biblioteca  ele fez um gesto indicando a direita deles. — Há escadas no canto do corredor de intersecção. Desça um lance de escada. O acesso é através de uma velha sala de música, que fica depois do próximo corredor a direita. Eu tenho a chave aqui comigo. Acho que não teria nenhum problema se você desse uma olhada rápida. Não está havendo nenhuma aula agora ou...
 Incapacite-o, mas não o mate  Neferet ordenou.  Ah, e me dê a chave.
Aurox o atingiu com força o bastante para deixá-lo inconsciente. Ele achava que o velho homem não tinha morrido, mas não tinha certeza. Não havia tempo para conferir. Ele entregou as chaves tilintastes a Neferet e ela se apressou na direção que o homem havia imprudentemente indicado. Neferet fez uma pausa quando chegou à sala grande à sua esquerda, dando uma olhada pelo vidro das portas fechadas. Aurox olhou junto com ela. Era um lugar elegante. Amplo, com luminárias decorativas que pendiam sobre as mesas e as prateleiras de livros. Foi estranho que Aurox percebeu uma capacidade de espera vinda lá de dentro.
 Biblioteca  ela disse.  Toda essa arquitetura art déco é completamente desperdiçada com adolescentes humanos  Neferet deixou de lado a beleza e a majestade do prédio e indicou com a cabeça o corredor de intersecção na frente deles.  Este é o caminho certo.
Quase com relutância, Aurox a seguiu.
 Esta é uma escola, assim como a House of Night é uma escola?  Aurox teve que dar voz a algumas das perguntas que estavam passando pela sua mente.
Neferet nem olhou para ele.
 É uma escola humana, uma escola pública. Não é como a House of Night — ela deu de ombros suavemente.  Praticamente posso ver os hormônios e a testosterona. Por que você pergunta?
 Estou apenas curioso.
Ela olhou rapidamente para ele.
 Não seja curioso.
 Sim, Sacerdotisa  ele disse em voz alta.
Eles seguiram seu caminho dentro do edifício silencioso e o corredor ficou cada vez menos banhado pela luz do sol. As sombras em volta de Neferet se agitaram quando ela parou na frente de uma porta com notas musicais pintadas.
 É aqui  ela disse, enquanto destrancava a porta e entrava em uma área suja que tinha cheiro de pó e desleixo. À sua esquerda, havia uma sala cheia de cadeiras e suportes metálicos. Diante deles, havia um espaço atravancado que levava a mais escuridão. Neferet hesitou e emitiu um som baixo de frustração.  Já me cansei de procurar.
Então Neferet levantou a mão direita e pressionou a unha afiada do seu dedo médio da mão esquerda contra a sua palma, abrindo uma ferida que derramou gotas vermelhas.

Para os vermelhos, eu ordeno, você me levará;
Meu sangue o seu pagamento será.

Fascinado, Aurox observou as Trevas se soltarem das sombras embaixo e em volta de Neferet, bem como dos cantos da sala. Gavinhas serpenteavam na direção dela. Enroscando-se no seu corpo, elas subiram pela sua pele até alcançarem o sangue que estava empoçado na palma de sua mão. Ali as Trevas se alimentaram, fazendo Neferet tremer e gemer como se estivesse com dor, mas a Sacerdotisa não fechou a mão e não a puxou para trás.
Aurox ficou excitado por prever que uma batalha estava a caminho e por acolher com prazer a ira e o poder que aquela batalha iria despertar, ao mesmo tempo sentiu repulsa. As Trevas pulsavam ao redor de Neferet, malévolas, grudentas e perigosas. Aurox estava analisando aquelas sensações diferentes quando Neferet sacudiu as gavinhas, derrubando-as, e fechou seu ferimento com uma lambida.

Vocês se alimentaram por ora.
Guiada eu serei agora.

As palavras do feitiço rimado de Neferet emitiram um poder que roçou em Aurox, e ele estremeceu quando as Trevas se contorceram e saíram deslizando, deixando uma trilha fina como um laço de fita, que era mais negro que uma noite nova e que indicava o caminho.
— Venha  Neferet disse.
Aurox fez o que ela ordenou.
Eles seguiram a fita até um corredor aparentemente abandonado, que virou uma descida cada vez mais para baixo, como um túnel. Finalmente eles chegaram a um espaço sem saída mais amplo. Ali Neferet fez uma pausa.
Aurox os farejou antes de vê-los. O cheiro era horrível, poderoso, imundo.
Morte, ele pensou. Eles têm cheiro da morte.
— Inacreditável  Neferet disse nervosamente em voz baixa.  Totalmente inacreditável  ela andou a passos largos dentro da sala subterrânea, foi até a parede e apertou o interruptor. Uma única lâmpada nua acendeu uma luz amarela fraca.
Aurox achou que aquilo parecia um ninho.
Colchões estavam empilhados uns contras os outros. Corpos estavam amontoados embaixo dos cobertores. Alguns estavam nus. Alguns estavam vestidos. Era difícil ver onde começava e onde outro terminava. Uma cabeça se levantou. As tatuagens do vampiro eram vermelhas e elas pareciam muito com as gavinhas de Trevas que os haviam guiado até ali.
Seu olhar era duro. Sua voz, nervosa.
 Kurtis, cuide de quem está nos incomodando.
Um vulto grande se moveu lentamente embaixo das cobertas e uma testa larga apareceu do outro lado do ninho. Esse tinha o contorno de um crescente vermelho na testa; era um calouro.
 Já está quase de noite. Simplesmente acabe com eles usando eletricidade ou outra coisa e...
 E o que?  a voz de Neferet era gelada.  Kurtis, você erra um burro e desajeitado antes de morrer. Agora você é burro, desajeitado e fede — Neferet deu uma olhada para Aurox.  Jogue-o contra a parede.
Aurox se moveu para obedecer ao comando dela, mas o fez lentamente, dando tempo para o calouro sentir medo. Aurox se alimentou daquele medo e o seu corpo se transformou, virando outra coisa, algo mais poderoso, e o medo do calouro se alterou para um terror delicioso. Com um rugido, Aurox levantou o garoto do seu ninho e o atirou contra a parede. Houve um barulho de algo se quebrando e o garoto ficou deitado imóvel.
 Oooa, oooa! Espere um segundo. Neferet! Eu não sabia que era você!  o vampiro vermelho ficou de pé, sem camisa, com as mãos para cima, encarando a Sacerdotisa. Aurox sentiu o medo dele. Foi bom.
Ele deu um passo em direção ao vampiro. Suas patas ecoaram contra o chão de cimento frio.
 Pare por enquanto, Aurox  Neferet ordenou. Então ela deu as costas a ele e se concentrou no vampiro e no seu ninho.  Você realmente achou que podia se esconder de mim, Dallas?
 Eu não estava me escondendo de você! Eu não sabia o que fazer... onde encontrar você.
 Não minta para mim  a voz de Neferet havia ficado suave, e nessa suavidade Aurox escutou o perigo ameaçador e infinito.  Nunca minta para mim.
 Desculpe  o vampiro disse rapidamente.  Acho que eu simplesmente não pensei.
O ninho de calouros começou a se remexer e a despertar enquanto o vampiro e Neferet falavam, e agora Aurox podia ver rostos, com olhos arregalados de medo, voltados para Neferet e para ele.
Ele ansiava por esmagar embaixo das suas patas aqueles rostos que o encaravam.
Uma tosse barulhenta veio do ninho.
Neferet olhou com desprezo.
 Quantos de vocês estão aí?
 Depois da estação, quando Zoey e a sua turma de idiotas lutaram contra nós, sobraram dez além de mim  ele deu uma olhada para Kurtis.  E ele.
— Ele não está morto. Ainda  Neferet falou.  Então há onze calouros e um vampiro. Quantos dos seus calouros começaram a tossir?
Dallas deu de ombros.
 Uns dois ou três.
 Há muitos calouros. Eles precisam ficar perto de vampiros ou vão morrer. De novo  ela acrescentou com um sorriso cruel.
Mais medo, vindo do ninho de calouros, inundou Aurox. Ele cerrou os dentes, lutando contra o desejo de se alimentar desse medo.
 Então você vai vir nos visitar? Como costumava fazer?
 Não. Mudança de planos. Está na hora de vocês se juntarem a mim. Todos vocês.
 Você quer dizer na House of Night? Isso é impossível. A gente não é mais o que era antes e nós não queremos...
 O que vocês querem não quer dizer nada para mim desde que vocês me obedeçam. E se vocês não me obedecerem vão morrer.
O vampiro pareceu ficar mais ereto. A raiva dele ardeu com mais força, assim como a única lâmpada elétrica.
 Eu não vou morrer. Já me transformei. Pode ser que alguns deles morram — ele indicou com um gesto os calouros que estavam encolhidos aos seus pés — mas eu diria que isso é seleção natural.
 Você não é tão esperto quanto eu pensava, Dallas. Deixe-me falar de um jeito bem claro e simples para que até você consiga entender: se você e os seus calouros não me obedecerem, você vai ser o primeiro a morrer. Minha criatura vai matar você. Agora. Ou a qualquer momento em que eu ordenar. Faça sua escolha.
A luz da lâmpada ficou mais fraca.
 Eu escolho obedecer você  Dallas respondeu.
 Sábia escolha. Quero que vocês se limpem e voltem para a House of Night a tempo de assistir as aulas de hoje à noite.
 Mas como...
 Usem os chuveiros da escola para tirar o mau cheiro de vocês. Roubem roupas. Limpas. Ou compre-as. Às sete e meia, um pouco antes de as aulas começarem, um ônibus da House of Night vai estar esperando no fim da rua, na entrada leste da Universidade de Tulsa. Vocês vão entrar no ônibus. Vão retomar suas aulas. Vão dormir na House of Night – Neferet fez uma pausa, gesticulando de modo arrogante.  Vou mandar cobrir as janelas, abrir um porão ou algo assim. Mas vocês vão viver na House of Night.
 Como nós vamos satisfazer a nossa fome?
 Cuidadosamente. E o que não conseguirem satisfazerem com cuidado vocês terão que controlar, pelo menos até o mundo ter se transformado para atender às suas necessidades.
 Eu não entendo! Por que você nos quer por lá?
 Rephaim, o Corvo Escarnecedor que vocês não conseguiram matar mais de uma vez, recebeu o dom de ter a forma humana durante a noite e agora é o companheiro de Stevie Rae. Ele recebeu permissão para frequentar a House of Night, junto com Aphrodite e os outros calouros vermelhos. Os calouros vermelhos de Stevie Rae.
 Eu terei que ir para a escola com ele? E com ela? Juntos?
A lâmpada brilhou intensamente de novo.
 Você os odeia, não é mesmo?
 Sim.
 Ótimo. Essa é a razão pela qual eu quero você lá. Todos vocês.
— Por que a gente os odeia?
 Não, por causa daquilo que o seu ódio, controlado por mim, vai causar  ela disse.
 E o que ele vai causar?  ele perguntou.
Neferet sorriu.
 Caos.
Eles saíram logo depois de Neferet terminar de instruir o vampiro chamado Dallas sobre os meios que ele podia e não podia usar para causar caos. Aparentemente, o propósito dele era muito parecido com o de Aurox: Neferet comandava e controlava a sua violência e o tinha como aliado. Ele não devia matar – ainda. E como fio condutor oculto havia sempre a ideia e semear a discórdia, a inquietação e o ódio.
Aurox entendia. Aurox obedecia.
Quando Neferet ordenou que ele controlasse a besta dentro de si, ele obedeceu e a seguiu daquele ninho putrefato até os corredores frescos e limpos da escola.
Na porta da frente, o velho guarda ainda jazia onde Aurox o havia deixado.
 Ele está vivo?  Neferet perguntou.
Aurox o tocou.
 Sim.
Neferet suspirou.
 Acho que é melhor assim, apesar de ser ligeiramente inconveniente. Você vai ter que voltar lá embaixo e dizer a Dallas que eu quero que ele apague a memória desse velho. Diga a ele para implantar na cabeça do homem a sugestão de que ele foi ferido quando a escola foi roubada  ela coçou o queixo pensativamente e então olhou para o corredor que ostentava em mostruários de vidro objetos dignos de lembrança e, mais à frente, para a biblioteca, com suas fileiras impecáveis de livros e suas luminárias ornamentadas e cintilantes.  Não, eu tenho uma ideia mais divertida. Diga a Dallas para fazer o humano acreditar que ele foi ferido quando a escola foi atacada por vândalos. Depois, no caminho de saída, quero que você estilhace os mostruários de vidro e destrua a biblioteca. Faça isso rapidamente. Vou esperar do lado de fora. E eu não gosto de esperar muito tempo.
 Sim, Sacerdotisa  ele falou.
— Como eu disse, esta arquitetura é um desperdício com adolescentes humanos...  ela deu uma gargalhada ao sair do edifício.
Apressadamente, ele refez seu trajeto de volta ao covil subterrâneo. Assim que Dallas o viu, ele se levantou e o encarou, colocando-se entro Aurox e o grupo de calouros. O vampiro vermelho levantou seu braço sujo e o encostou em uma caixa de metal aparafusada na parede de cimento.
Aurox sentiu o poder que ressoou lá dentro, movendo-se em espiral, querendo obedecer ao comando dele.
 O que você quer?  Dallas perguntou.
 Neferet me enviou com uma nova ordem para você.
Dallas tirou sua mão da caixa de metal.
 O que ela quer que eu faça?
 Há um segurança inconsciente perto da entrada da escola. A Sacerdotisa não quer que ele se lembre da nossa presença. Em vez disso, ele deve acreditar que vândalos o atacaram.
 Tudo bem. Que seja  Dallas disse e então, antes que Aurox se virasse para ir embora, ele perguntou:  Ei, que diabos é você?
A pergunta surpreendeu Aurox. A resposta dele saiu automaticamente:
 Eu obedeço às ordens de Neferet.
 Sim, mas o que você é?  perguntou uma caloura de cabelos pretos que o observava atentamente atrás de Dallas.  Eu vi bem. Você estava se transformando em algo com chifres e cascos. Você é algum tipo de demônio?
— Não. Não sou um demônio. Eu obedeço às ordens de Neferet  então Aurox deu as costas para eles, deixando-os para trás, mas ele não pode deixar as palavras deles para trás. Elas o seguiram pelo corredor.
Ele é uma aberração, eles sussurraram. É a coisa mais totalmente esquisita.
Ele usou uma mesa de madeira e aço para estilhaçar e destruir as preciosidades no corredor amplo e claro. Ele despedaçou as luminárias ornamentadas que pendiam do teto no salão cheio de livros. Enquanto fazia isso, Aurox se alimentava do medo e da raiva que ainda permanecia em seu corpo. Quando essas emoções foram usadas, ele canalizou o medo que o vampiro vermelho e seus calouros estavam provocando no velho homem enquanto o calouro que ele havia machucado bebia o sangue dele e os outros ficavam em volta, olhando e rindo. Quando eles terminaram e limparam a mente do guarda, Aurox usou os vestígios da aversão que os calouros sentiram por ele como um combustível de que ele precisava, até que essa emoção também acabou.
Então ele desenterrou as únicas emoções que haviam sobrado. Emoções das quais ele não tinha se alimentado, mas, pelo contrário, que ele tinha conservado de algum modo, como se fossem suas. Foi banhado na solidão, na tristeza e na culpa de Zoey que ele terminou de depredar a escola. E então, depois de se transformar e voltar a ter a aparência de um garoto, Aurox andou pesadamente pela destruição que havia causado, apressando-se para ter certeza de que Neferet não ia esperar por mais tempo.

Um comentário:

  1. Será que falta muito pra ele e Z entenderem o que esta acontecendo exatamente?? Saudades dessa dupla

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