4 de outubro de 2015

Capítulo 11

Eu me movi rapidamente, me colocando entre os dois. — Chega! — Eu gritei. — Eu já tenho preocupações demais agora sem ter que tirar os dois um de cima do outro. Jeesh, em falar em imaturidade. — Os dois continuaram a se olhar por cima da minha cabeça. — Eu disse, chega! — E eu bati no peito deles. Isso fez os dois piscarem e voltem sua atenção para mim. Agora era minha vez de ficar furiosa. — Sabe, vocês dois são ridículos com suas provocações e sua merda de testosterona. Eu quero dizer, eu podia invocar os elementos e chutar a bunda dos dois.
Heath arrastou os pés e pareceu envergonhado. Então ele riu para mim, como um fofo garotinho cuja mãe tinha acabado de gritar com ele. — Desculpe, Zo. Eu esqueço que você tem um super poder.
— Yeah, desculpe. — Erik disse. — Eu sei que não tenho que me preocupar com você e
ele. — E ele terminou com um sorriso afetado para Heath.
Heath olhou para mim como se ele esperasse que eu falasse algo como bem, na verdade você precisa se preocupar Erik porque eu ainda gosto de Heath, mas eu não o fiz. Eu não podia. Não importava o que estava acontecendo entre Erik e eu, Heath era parte do meu antigo mundo, e ele se encaixa melhor no meu passado do que no meu presente ou futuro. Heath sendo 100% humano significa que ele era 100% mais vulnerável a ser seriamente ferido se alguém nos atacasse.
— Ok, estou saindo fora — Heath disse pelo silêncio constrangedor. Ele virou e começou a andar em direção a porta do lado de fora e estava quase lá quando parou e olhou de volta para mim.
— Mas primeiro eu realmente preciso falar com você, Zo. Sozinha.
— Eu não vou a lugar nenhum — Erik disse.
— Ninguém pediu pra você — Heath disse. — Zo, você pode sair comigo por um minuto?
— Diabos, não — Erik disse, se movendo em minha direção possessivamente. — Ela não vai a lugar nenhum com você.
Eu estava franzindo para Erik, e prestes a dizer a ele que ele realmente não era meu dono, quando ele fez algo que totalmente e completamente me irritou. Ele agarrou meu pulso e me puxou em direção a ele, embora eu não tivesse dado um passo para seguir Heath.
Um reflexo automático fez eu arrancar meu pulso do aperto dele.
Os olhos azuis dele se estreitaram para mim. Naquele instante ele parecia louco e maldoso, e parecia mais estranho do que meu namorado.
— Você não vai a lugar nenhum com ele — ele repetiu para mim.
Meu temperamento inflamou. Eu não aguento ser mandada. Era um das razões para minha mãe e seu novo marido e eu nunca nos darmos. No seu núcleo, o padrasto-perdedor não era nada mais do que um grande ditador. De repente eu estava vendo essa mesma atitude refletida no Erik. Eu sabia que quebraria meu coração depois, mas ali minha raiva estava tão quente que nenhuma outra emoção pôde refrear minha reação.
Eu não falei alto. Eu não gritei e bati nele como eu queria. Ao invés disso, tudo que eu fiz foi balançar minha cabeça e dizer com a minha voz mais fria, — Erik, chega. Só porque voltamos não significa que você pode mandar em mim.
— Que tal significar que você não me traia de novo com seu namorado humano? — Erik surtou.
Eu arfei e dei um passo para longe dele como se ele tivesse me batido. — Porque
diabos você acha que pode falar comigo assim? — Meu estômago se apertou com tanta força que eu pensei que ia ficar doente, mas eu ignorei, encontrando o olhar raivoso de Erik com um olhar firme meu. — Como sua namorada, você acabou de me irritar. Como sua Alta Sacerdotisa, você acaba de me insultar. E como alguém com cérebro, você fez eu me perguntar se você perdeu o juízo. O que você acha que eu vou fazer em um minuto que eu fique sozinha com Heath lá fora no estacionamento durante uma tempestade de neve? Deitar e deixar ele transar comigo bem ali no cimento? Esse realmente é o tipo de garota que você acha que eu sou?
Erik não disse nada; ele só continuou a me olhar.
No elétrico silêncio a risada de Heath foi super gozadora. — Hey, Erik, me deixe te dar um pequeno conselho sobre nossa Zo. Ela realmente, realmente, realmente, não gosta quando você tenta dizer a ela o que fazer. E ela é assim desde, uh, eu não sei, a terceira série. Eu quero dizer, mesmo antes dela ganhar o poder de vampiro da deusa dela, ela odiava receber ordens. — Heath estendeu a mão para mim. — Então você pode ir lá fora comigo por só um segundo para podermos conversar sem audiência?
— Sim, sim, eu vou. Eu acho que preciso de ar fresco — eu disse. Ignorando o olhar irritado de Erik e a mão estendida de Heath, eu pisei pela grade de metal que estava muito mais fechada e segura do que era e com um empurrão irritado a coloquei de lado e sai na horrível noite de inverno. O ar frio e molhado parecia bom no meu rosto, e eu respirei fundo, tentando me acalmar e não gritar de frustração com Erik no céu cinza danoite.
Primeiramente pensei que estava chovendo, mas rapidamente percebi que era mais como se o céu estivesse cuspindo pequenos pedaços de gelo. Não estava caindo grossa, mas era constante e a área de estacionamento, os trilhos do trem e o lado da velha construção da estação já estavam começando a ficar com a estranha e mágica aparência de serem cobertas por gelo.
— Meu caminhão está logo ali — Heath apontou para onde seu caminhão estava parado, no topo do estacionamento deserto, debaixo de uma árvore que havia obviamente sido plantada um dia como um ornamento, perto da calçada que circundava a estação. Anos sendo ignorada e sem ser podada haviam realmente feito falta, porém, e em vez de encaixar-se perfeitamente em sua abertura circular no cimento, a árvore havia crescido muito maior do que deveria e suas raízes haviam quebrado a calçada em volta. Suas partes lisas e enregeladas agitavam-se precariamente perto da construção de granito; algumas na realidade jaziam no telhado. Apenas olhando para a árvore me fazia encolher. Se acumulássemos mais gelo, a pobre e velha coisa provavelmente se quebraria em inúmeros pedaços.
— Aqui — Heath ergueu um lado de seu casaco acima de minha cabeça. — Venha para o meu caminhão para podermos conversar sobre esta bagunça.
Eu dei uma olhada na paisagem cinza e encharcada. Nada parecia assustador ou estranho - como um meio-homem, grotescamente um meio-pássaro. Estava apenas molhado e frio e vazio.
— Ok. É — eu falei, e deixei Heath me guiar até seu caminhão. Eu provavelmente não deveria ter deixado ele segurar seu casaco sobre mim e trazer-me para perto de si enquanto eu me segurava nele para evitar cair no chão enregelado, mas me pareceu tão familiar e fácil ficar com ele que eu nem mesmo hesitei. Vamos encarar, Heath está na minha vida desde o primário. Eu estava literalmente mais confortável com ele do que com qualquer outra pessoa no mundo, com exceção de minha avó. Não importa o que estivesse acontecendo, ou não acontecendo, Heath era como uma família para mim. Na realidade, ele é melhor do que boa parte da minha família. Era tão difícil imaginar em tratá-lo tão formalmente, como se fosse um estranho. Afinal, Heath foi meu amigo antes de ele se tornar meu namorado. Mas ele nunca poderá ser apenas meu amigo outra vez; sempre haverá mais entre nós do que isso, sussurrou minha consciência, mas eu a ignorei.
Nós chegamos a seu caminhão e Heath abriu a porta para mim, o interior cheirando a uma mistura ímpar e familiar de Heath e Armor All. (Heath é maníaco por limpeza em
seu caminhão; eu juro que você poderia comer os assentos.) Em vez de escorregar para dentro, eu hesitei. Sentar perto dele na cabine de seu caminhão era muito íntimo, muito remanescente dos anos em que fui sua namorada. Então, ao invés, eu deslizei um pouco longe dele e meio que sentei, meio que deitei no final do assento do passageiro, suficientemente longe da chuva fria para ficar semi-seca. Heath deu-me um sorriso triste, como se ele entendesse que eu fazia o meu melhor para resistir em ficar com ele novamente e se inclinou contra a parte de dentro da porta aberta.
— Está bem, o que você não queria falar comigo?
— Eu não gosto que você esteja aqui. Eu não me lembro de nada, mas eu lembro o suficiente para saber que aqueles túneis lá embaixo são péssima notícia. Eu sei que você disse que aquelas crianças mortas-vivas mudaram, mas eu ainda não gosto que você fique lá embaixo com elas. Não parece seguro. — Ele disse, olhando sério e preocupado.
— Bem, eu não te culpo por achar que é nojento lá embaixo, mas realmente mudou. Os garotos estão diferentes também. Eles tem a humanidade deles de volta. Além do mais, é o lugar mais seguro para nós agora.
Heath estudou meu rosto por um longo tempo, então ele soltou um pesado suspiro.
— É você que é a sacerdotisa e coisas assim, então você sabe o que está fazendo. Só parece estranho para mim. Tem certeza que você não pode voltar a House of Night? Talvez esse anjo caído não seja tão mau quanto você acha.
— Não, Heath, ele é mau. Só confie em mim. E os Corvos Escarnecedores são seriamente perigosos. Não é seguro voltar a escola. Você não viu quando ele voltou saindo do chão. É como se ele pudesse ter colocado um feitiço nos calouros e vampiros. E é realmente assustador. Você já sabe o quão poderosa Neferet é. Bem, eu acho que Kalona é ainda mais poderoso que ela.
— Isso é ruim — Heath concordou.
— Yeah.
Heath acenou e não disse nada. Ele só olhou para mim. Eu olhei de volta pra ele, e
de alguma forma fui pega pelos olhos marrons doces dele. Eu estava sentada ali em silêncio há um tempo, só olhando para os olhos dele, quando eu comecei a ficar intensamente ciente dele. Eu podia sentir o cheiro de Heath. Era o gostoso, cheiro de sabonete de Heath que eu tinha crescido cheirando. Ele estava parado perto o bastante de mim para eu poder sentir o calor do corpo dele.
Devagar, sem dizer uma palavra, Heath pegou minha mão e a virou para poder olhar para as intrincadas tatuagens que a decoravam. Ele tracejou os padrões com um dos dedos.
— É realmente incrível que isso tenha acontecido com você — ele disse suavemente,
ainda estudando minha mão.
— Algumas vezes quando estou acordando de manhã eu esqueço que você foi Marcada e que está na House of Night, e a primeira coisa que eu penso é o quanto eu espero saber que você vai no jogo na Sexta, me ver jogar. Ou que eu mal posso esperar para ver você antes da escola pegando sua coca e o Donuts diário. — Ele olhou da minha mão para os meus olhos. — E então eu acordo completamente e lembro que você não estará para essas coisas. Que não era tão ruim quando estávamos com um Imprint, porque eu ainda sentia como se eu tivesse uma chance, que eu ainda tinha parte de você. Mas agora isso se foi.
Heath fez o meu interior tremer. — Desculpe, Heath. Eu - eu só não sei o que mais dizer. Eu não posso mudar nada disso.
— Sim, você pode. — Heath ergueu minha mão e pressionou minha palma contra a camisa preta do time de futebol do Broken Arrow os Tigers, bem em cima do coração dele. — Você pode sentir ele batendo? — ele sussurrou.
Eu acenei. Eu podia sentir o batimento cardíaco dele, forte e firme, e um pouco rápido. Ele me lembrava do incrivelmente delicioso sangue que estava pulsando pelas veias dele e o quão bom seria só dar uma pequena mordida nele... e agora o batimento do meu coração estava batendo juntamente com o dele.
— Da última vez que te vi, eu disse que doía demais te amar. Mas eu estava errado
sobre isso. A verdade é que dói demais não te amar — Heath disse.
— Heath, não. Não podemos. — Minha voz estava rouca enquanto eu tentava vencer o desejo que eu estava sentindo por ele.
— É claro que podemos, baby. Somos bons em estar juntos. Temos muita prática nisso. — Heath deu um passo mais para perto de mim. Ele pegou um dedo da minha mão que estava no peito dele e passou levemente o polegar por cima da minha unha. — É verdade que suas unhas são fortes o bastante para rasgar a pele?
Eu acenei. Eu sabia que eu deveria me afastar e voltar aos túneis e a vida que esperava por mim lá, mas eu não conseguia. Heath era também uma ávida esperança que eu esperava e certo ou errado era quase impossível para mim me afastar dele agora. Heath pegou meu dedo e ergueu para que minha unha estivesse pressionada de leve contra o lugar onde o pescoço dele tinha uma curva até o ombro.
— Me corte, Zo. Beba meu sangue de novo. — A voz dele era profunda e rouca com desejo. — Já estamos conectados. Sempre seremos conectados. Então coloque o Imprint de volta entre nós onde ele pertence.
Ele pressionou minha unha mais forte contra o pescoço dele. Nós dois estamos respirando com mais dificuldade agora. Quando minha unha perfurou a pele, fazendo um pequeno arranhão no pescoço dele, eu observei, maravilhada, enquanto um maravilhoso filete escarlate se espalhava contra a palidez da pele dele.
O cheiro me atingiu então, o incrivelmente familiar cheiro do sangue de Heath. O sangue que eu tinha uma vez tinha um Imprint como meu. Nada pode se comparar ao cheiro de sangue humano fresco, nem outro calouro nem mesmo o sangue de um vampiro adulto é tão chamativo, tão hipnoticamente desejável. Eu me senti me inclinar em direção a ele.
— Sim, baby, sim. Beba de mim, Zo. Lembra o quão bom é? — Heath sussurrou enquanto a mão dele na minha cintura me puxava mais para perto dele.
Eu não podia só provar um pouco? E daí se tive Imprint de novo com Heath? Diabos, é claro, que iríamos Imprinted. E isso não é tão ruim. Eu adorava ter um Imprint com ele. Ele também tinha gostado, até - até eu quebrar o Imprint junto com o coração dele e possivelmente fazer um dano irreparável a alma dele.
Eu empurrei ele para longe e me afastei para longe da caminhonete, passando rapidamente ao redor de Heath. A chuva gelada na verdade foi boa contra o meu rosto, esfriando minha ânsia por sangue.
— Eu preciso voltar, Heath — eu disse, tentando com força voltar a respirar normalmente e controlar meu coração que estava disparado. — Você também tem que voltar, para onde você pertence. E não é aqui.
— Zoey, qual o problema? — Ele deu um passo na minha direção, e eu dei um passo para longe dele. — O que eu fiz?
— Nada. É - é, não é você, Heath. — Eu tirei meu cabelo molhado do rosto. — Você é ótimo. Você sempre foi ótimo, e eu te amo. É por isso que isso não pode acontecer entre nós de novo. Ter um Imprint comigo não é bom para você, especialmente não agora.
— Porque você não deixa eu me preocupar se é bom pra mim ou não?
— Porque você não pensa direito quando se trata de você e eu! — Eu gritei. — Lembra o quão doloso foi quando nosso Imprint se quebrou? Lembra como você disse que fez você se sentir como se quisesse morrer?
— Então não o quebre de novo.
— Não é tão simples. Minha vida não é mais tão simples.
— Talvez você esteja fazendo tudo ficar complicado demais. Aí está você. Aqui estou eu. Nós nos amamos, e temos nos amado desde crianças, então deveríamos estar juntos. O fim — ele disse.
— Eu não preciso de uma garantia se eu tiver você.
— Mas é por isso. Você não me tem, Heath. Você não pode. Não mais. — Eu balancei minha cabeça e ergui minha mão para impedir ele quanto ele começou a dizer outra coisa.
— Não! Eu não posso fazer isso agora. Eu só quero que você entre na caminhonete volte para a Broken Arrow. Eu vou voltar lá para baixo. Para minha gente e para meu namorado vampiro.
— Oh, por favor! Você e aquele vampiro idiota? De jeito nenhum você vai aguentar a merda dele, Zo.
— Isso não é só sobre Erik e eu. A verdade é que você e eu não pode acontecer, Heath. Você precisa esquecer de mim e seguir com a sua vida. Sua vida humana. — Eu virei
minhas costas a ele e me fiz me afastar. Quando eu ouvi ele me seguir, eu não olhei para trás. Eu só gritei, — Não! Eu quero que você vá embora, Heath, e eu não quero que você volte. Nunca mais.
Eu segurei o fôlego e ouvi os passos pararem. Eu ainda não olhei para ele. Eu tinha medo que se eu o fizesse, eu virasse, corresse de volta para ele, e me jogasse nos braços dele.
Eu estava quase na estranha grade de metal quando eu ouvi o primeiro coaxo. O som me parou como se eu tivesse batido numa parede de tijolos. Eu virei. Heath estava parado na chuva congelante de baixo das árvores alguns centímetros de distância da caminhonete. Eu mal olhei para ele. Meus olhos foram direto para um galho escuro da árvore coberta de neve.
Entre as sombras dos galhos nus a escuridão se mexeu. Me lembrava de algo, e eu pisquei, encarando e tentando lembrar onde eu tinha visto algo assim antes. Então a imagem mexeu... mudou... e eu arfei quando ela se tornou mais visível. Neferet! Ela estava em um grosso galho que se inclinava contra o telhado do depósito. Os olhos dela brilhavam carmesim e o cabelo dela esvoaçava feito louco, como se ela tivesse sido pega num repentino vendaval.
Neferet sorriu para mim. A expressão dela era tão puramente má que eu me senti congelar no lugar.
Então, enquanto eu encarava horrorizada, a imagem dela mudou de novo, se movimentou, e onde a imagem da Alta Sacerdotisa tinha estado, agora havia um enorme Corvo Escarnecedor. A coisa que estava empoleirada do lado do telhado do depósito não era humana e não era animal. Era uma terrível mistura mutante dos dois. E estava me encarando com olhos da cor de sangue e da forma dos de um homem. Os braços e pernas humanos estavam nus, parecendo vil e pervertidas emergindo do corpo do gigante corvo.
Eu podia ver a língua bifurcada e a saliva que pingava com fome daquele horrível papo.
— Zoey, o que está acontecendo? — Heath disse. E antes que eu pudesse impedir ele, ele seguiu meu olhar, olhando para os membros gelados que descansavam contra o telhado do deposito. — Que porra é essa? — Mas enquanto eu vi a realização do que a criatura deveria ser cruzar o rosto dele, o pássaro virou os olhos vermelhos de Heath para mim.
— Zzzzoooey? — Ele disse meu nome, a voz soando errada e chata e incrivelmente não humana. — Estivemossss procurandddooo por você.
Meu corpo parecia estar congelado. Minha mente estava gritando dentro da minha cabeça eles tem procurando por mim! Mas nada saiu da minha boca - nenhum aviso para Heath. Nem mesmo o grito de garota que encheu minha garganta.
— Meu pai vai ficar muitoooo conteeenteeee quando eu apresentarrr você para ele — O Escarnecedor assoviou, espalhando as asas como se estivesse se preparando para voar e me agarrar.
— Eu tenho que dizer — diabos não— para esse seu pequeno plano — Heath gritou.

18 comentários:

  1. O Heath é o cara errado pra Zoey, eu prefiro ela com o Erik, mas ela não se segura mds fique solteira então

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    1. concordo totalmente com vc filha de nyx

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    2. concordo totalmente com vc filha de nyx

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    3. Também prefiro a Zoey com o Erik

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  2. Mano não é inprimt se chama carimbagem e house of night não e sim morada da noite.

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    1. Essas são as palavras oficiais em inglês, as que a autora usou: "imprint" e "house of night". A tradução da editora que transformou em "carimbagem" e "morada da noite" -_- Eu particularmente prefiro chamar de "House of Night" do que o termo traduzido. Agora, eu prefiro usar "carimbagem" do que "imprint", se não fico me confundindo com o "imprinting" de Twilight auhsuhs

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  3. Zoey não tem nada haver com o Erik, alem fo mais eu não suporto ele, acho ele super sem graça, eu amo Heath <3... Só que ela tem que parar com essa putaria ta super me irritando... Ahhh e eu gostp do Stark tbm...

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    1. SIIIIM! Mil vezes Heath, mas ele apela às vezes né, sabe que ela não pode se controlar com o sangue e fica se cortando na frente dela pra ela cair na tentação ahusuahs

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  4. Eu amo o Heath.Mesmo nos primeiros capítulos, com a versão bêbada e meio idiota dele. Amo a relação deles e cada capítulo com os dois. Não sei se há chances de eles ficarem realmente juntos. Amo o modo que eles se combinam. Amo como eles se conhecem e se completam e são fofos e incríveis. Mas a parte de ser humana o faz permanecer longe de boa parte da história, e acho que essa falta de envolvimento é o que o afasta. Mas de qualquer maneira, sempre que o Heath entra em cena novamente, meu coração derrete e eu esqueço tudo isso pra ficar sorrindo feito boba.
    Não posso parar de pensar em como Erik não é o cara certo pra Zoey. Sim, ele até é bem legal às vezes. Sim, em determinados momento eu compreendo algumas das atitudes irritantes dele, porque eu mesmo não superei Loren e Zoey. Odiei Loren desde a primeira vez que ele deu em cima da Zoey até o fim das merdas que ele fez com ela. Mas isso realmente não justifica o comportamento de merda do Erik, principalmente se você considerar besteiras que já existiam antes de ela traí-lo. Na minha opinião, Erik é um cara legal, mas não combina com a Zoey. De um modo que definitivamente não há condições de os dois ficarem juntos. E essas últimas partes só tem confirmado esse meu sentimento.
    E quanto ao Stark... É meio idiota, porque vi o garoto em poucos capítulos. Mas ele de alguma forma conseguiu fazer uma marquinha no meu coração. Talvez o sobrenome tenha me influenciado (sou reconhecida por amar Starks), mas de qualquer maneira, torço que se não for pra ficar com o Heath, a Zoey dê uma chance ao Stark. Estou implorando pra ver mais dele nesse livro.

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    1. SIIIIIIIIIIIM!
      Parece que esse texto/comentário saiu de mim, tá aí tudo que eu sinto.

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  5. ta começando a me irritar... ela é do heath é tao simples, gente nem a quebra de um imprint fez ele deixar de amar zoey
    lanny

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  6. Que saber? Que a autora dessida com quem zoey vai ficar porque pra mim chega. Todas vez que eu escolho um ela vai e coloca um muro com a placa "pare,não prosiga ou vai se arrepender"

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  7. Mds isso tá ficando chato. As autoras estão retratando a Zoey como desesperada, pq ela não consegue ficar com a xana longe de homem. Erik tudo bem, ai entra o Heath, até vai. Ai entra o Loren, e agora o Stark. Pqp, né? Se decidam.

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  8. Cara, o Erik está me irritando pra kct, sinceramente, sei que é muito recente pra esquecer do lance com o Loren, mas ele resolveu dar uma segunda chance pra Z, deixar o passado pra trás. Pq resolveu voltar se for pra ficar jogando as merdas do passado na cara dela? E esse jeito possessivo dele? Não é possível que ele vá virar um controlador, possessivo, ciumento e descontrolado. Palhaçada!
    Meio desnê eu dizer que sou muito fã do Heath e do Stark né?! A Zoey combina mais com eles.

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