29 de setembro de 2015

Capítulo 31 - Talentosos

— Qual é a participação dos lobisomens nisso? — perguntou Tanya, olhando Jacob.
Jacob falou antes que Edward pudesse responder.
— Se os Volturi não pararem para ouvir sobre Nessie, quer dizer, Renesmee — ele se corrigiu, lembrando que Tanya não entenderia o apelido idiota — nós vamos impedi-los.
— É muita coragem, criança, mas isso seria impossível até para lutadores mais experientes que vocês.
— Vocês não sabem do que somos capazes.
Tanya deu de ombros.
— É sua vida. Faça dela o que quiser.
Os olhos de Jacob passaram para Renesmee – ainda nos braços de Carmen, com Kate rodeando-as – e foi fácil ler a ânsia neles.
— Ela é especial, essa pequenina — refletiu Tanya. — É difícil resistir.
— Uma família muito talentosa — murmurou Eleazar enquanto andava. Seu ritmo acelerava; ele disparava da porta até Carmen e voltava a cada segundo. — Um leitor de pensamentos como pai, um escudo como mãe, e, então, seja qual for a magia com que essa criança extraordinária nos enfeitou. Pergunto-me se há um nome para o que ela faz, ou se é a norma para um híbrido de vampiro. Como se uma coisa dessas pudesse ser considerada normal! Um híbrido de vampiro, imagine!
— Com licença — disse Edward numa voz perplexa. Ele estendeu a mão segurou o ombro de Eleazar quando ele estava prestes a voltar à porta. — De que chamou minha esposa?
Eleazar olhou para Edward com curiosidade, o ritmo maníaco esquecido por um momento.
— Um escudo, eu penso. Ela está me bloqueando agora, então não tenho certeza.
Eu encarei Eleazar, a testa franzida, confusa. Escudo? O que ele quis dizer com bloqueá-lo? Eu estava parada bem ao lado dele, não estava nem um pouco na defensiva.
— Um escudo? — repetiu Edward, aturdido.
— Ora, ora, Edward! Se eu não consigo ler a mente dela, duvido de que você possa. Consegue ouvir os pensamentos dela agora? — perguntou Eleazar.
— Não — murmurou Edward. — Mas nunca fui capaz de fazer isso. Mesmo quando ela era humana.
— Nunca? — Eleazar piscou. — Que interessante. Isso indicaria um talento latente muito poderoso, tendo se manifestado com tanta clareza antes da transformação. Não consigo encontrar uma brecha em seu escudo para dar um sentido a isso. No entanto ela ainda deve estar crua... só tem alguns meses de idade. — O olhar que ele dirigiu a Edward agora era quase exasperado. — E ao que parece não tem consciência nenhuma do que está fazendo. Totalmente inconsciente. Que ironia. Aro me mandou pelo mundo todo em busca de anomalias como essa, e você simplesmente tropeça com ela por acaso e nem percebe o que tem. — Eleazar sacudiu a cabeça, incrédulo.
Eu franzi o cenho.
— Do que está falando? Como eu posso ser um escudo? O que isso significa? — Eu só conseguia visualizar uma ridícula armadura medieval.
Eleazar inclinou a cabeça para o lado enquanto me examinava.
— Creio que éramos excessivamente formais sobre isso na guarda. Na verdade, classificar talentos é uma atividade subjetiva e fortuita; todo talento é único, nunca vemos duas coisas exatamente iguais. Mas você, Bella, é muito fácil de classificar. Os talentos que são puramente defensivos, que protegem algum aspecto do portador, sempre são chamados escudos. Você já testou suas habilidades? Bloqueando alguém além de mim e seu parceiro.
Precisei de alguns segundos, apesar da rapidez com que meu novo cérebro trabalhava, para organizar minha resposta.
— Só funciona com certas coisas — eu lhe disse. — Minha cabeça é meio... privativa. Mas isso não impede Jasper de interferir em meu humor ou Alice de ver meu futuro.
— Uma defesa puramente mental — Eleazar assentiu para si mesmo. — Limitada, mas forte.
— Aro não conseguiu ouvi-la — interveio Edward. — Embora ela fosse humana quando se conheceram.
Os olhos de Eleazar se arregalaram.
— Jane tentou me ferir, mas não conseguiu — eu disse. — Edward acha que Demetri não é capaz de me localizar e que Alec também não pode me incomodar. Isso é bom?
Eleazar, ainda boquiaberto, assentiu.
— Muito.
— Um escudo! — disse Edward, a satisfação profunda impregnando sua voz. — Nunca pensei dessa maneira. O único que conheci antes é Renata, e o que ela faz é muito diferente.
Eleazar se recuperou um pouco.
— Sim, nenhum talento chega a se manifestar da mesma maneira, porque ninguém pensa da mesma maneira.
— Quem é Renata? O que ela faz? — perguntei.
Renesmee também estava interessada, afastando-se de Carmen para poder ver por trás de Kate.
— Renata é a guarda-costas de Aro — disse-me Eleazar. — Um tipo muito prático de escudo, e muito forte.
Eu me lembrava vagamente de um pequeno grupo de vampiros adejando em torno de Aro em sua torre macabra – alguns, homens, outros, mulheres. Não conseguia me lembrar dos rostos das mulheres na memória desconfortável e apavorante. Uma delas devia ser Renata.
— Fico imaginando... — Eleazar refletia. — Entenda, Renata é um escudo poderoso contra um ataque físico. Se alguém se aproximar dela... ou de Aro, pois ela sempre está ao lado dele numa situação hostil... se vê... desviado. Há uma força em volta dela que repele, embora seja quase imperceptível. Você simplesmente se vê indo para um lado diferente do que pretendia, com uma confusa sensação de não saber por que queria ir para o outro lado. Ela pode projetar seu escudo vários metros à frente. E também protege Caius e Marcus, quando eles precisam, mas a prioridade é Aro. O que ela faz não é realmente físico. Como a grande maioria de nossos dons, acontece dentro da mente. Se ela tentasse manter você a distância, quem venceria? — Ele sacudiu a cabeça. — Nunca soube dos dons de Aro ou de Jane sendo obstruídos.
— Mamãe, você é especial — disse-me Renesmee sem surpresa nenhuma, como se estivesse comentando a cor de minhas roupas.
Eu me senti desorientada. Eu já não conhecia o meu dom? Eu tinha meu superautocontrole que me permitira pular o horrível primeiro ano de recém-criada. Os vampiros só tinham uma capacidade extra, certo?
Ou Edward estivera certo no início? Antes que Carlisle sugerisse que meu autocontrole poderia ser sobrenatural, Edward havia pensado que minha repressão era apenas fruto de uma boa preparação – foco e atitude, ele havia declarado. Quem tinha razão? Haveria mais que eu pudesse fazer? Um nome e uma categoria para o que eu era?
— Pode projetar? — perguntou Carmen, interessada.
— Projetar? — indaguei.
— Expandir para além de você — explicou Kate. — Formar um escudo para outra pessoa.
— Não sei. Nunca tentei. Não sabia que deveria fazer isso.
— Ah, pode ser que não consiga — disse Kate rapidamente. — Deus sabe que venho trabalhando nisso há séculos, e o melhor que consigo fazer é passar uma corrente por minha pele.
Eu a olhei, aturdida.
— Kate tem uma habilidade ofensiva — explicou Edward. — Parecida com a de Jane.
Eu recuei, afastando-me de Kate automaticamente, e ela riu.
— Não sou sádica — ela me tranquilizou. — É só uma coisa muito boa em uma luta.
As palavras de Kate começavam a assentar em minha mente, fazendo conexões. Formar um escudo para outra pessoa, dissera ela. Como se houvesse uma maneira de eu incluir outra pessoa em minha mente estranha, peculiar e muda.
Lembrei-me de Edward encolhido nas pedras antigas do torreão do castelo dos Volturi. Embora essa fosse uma lembrança da época de humana, era mais aguda, mais dolorosa que a maioria das outras – como se estivesse gravada no tecido do meu cérebro.
E se eu pudesse impedir que isso acontecesse de novo? E se eu pudesse protegê-lo? Proteger Renesmee? E se houvesse a mais leve possibilidade eu funcionar como um escudo para eles também?
— Tem de me ensinar a fazer isso! — insisti, agarrando o braço de sem pensar. — Precisa me mostrar como!
Kate estremeceu com meu aperto.
— Talvez... se parar de tentar esmagar meu braço.
— Epa! Desculpe-me!
— Você está escudando, com certeza — disse Kate. — O movimento que fiz devia ter provocado um choque em seu braço. Não sentiu nada agora?
— Isso não era necessário, Kate. Ela não teve intenção de fazer nenhum mal — murmurou Edward a meia voz.
Nenhuma de nós duas prestava atenção nele.
— Não, não senti nada. Você estava fazendo a coisa da corrente elétrica?
— Estava. Humm. Nunca conheci ninguém que não sentisse, imortal ou não.
— Você disse que projeta? Em sua pele?
Kate assentiu.
— Costumava ser só nas palmas das mãos. Meio como Aro.
— Ou Renesmee — interveio Edward.
— Mas depois de muita prática posso irradiar a corrente por todo o meu corpo. É uma boa defesa. Qualquer um que tente tocar em mim cai como um humano que tenha recebido um disparo de uma arma de eletrochoque. A pessoa só fica fora de combate por um segundo, mas é tempo suficiente.
Eu só ouvia Kate parcialmente, meus pensamentos disparando em torno da ideia de que eu podia proteger minha pequena família se pudesse aprender com bastante rapidez. Eu queria fervorosamente poder ser boa nessa história de projetar, como misteriosamente eu era em todos os outros aspectos da vida de vampira. Minha vida humana não havia me preparado para coisas que vinham naturalmente, e eu não conseguia confiar que aquela aptidão durasse.
Era como se eu jamais tivesse desejado algo tanto quanto aquilo: poder proteger os que eu amava. Porque estava tão preocupada não percebi o diálogo silencioso que acontecia entre Edward e Eleazar até que se tornou uma conversa em voz alta.
— Pode pensar numa exceção que seja? — perguntou Edward.
Olhei para eles, tentando entender o comentário, e percebi que todos os outros já fitavam os dois homens. Eles estavam inclinados um para o outro, concentrados, a expressão de Edward rígida com a suspeita, a de Eleazar infeliz e relutante.
— Não quero pensar neles dessa maneira — disse Eleazar entredentes.
Fiquei surpresa com a súbita mudança no clima.
— Se tiver razão... — recomeçou Eleazar.
Edward o interrompeu.
— O pensamento foi seu, não meu.
— Se eu tiver razão... não consigo nem entender o que significaria. Mudaria tudo sobre o mundo que criamos. Mudaria o significado da minha vida. Do que já fiz parte.
— Suas intenções sempre foram as melhores, Eleazar.
— E isso importaria? O que eu fiz? Quantas vidas...
Tanya pôs a mão no ombro de Eleazar, num gesto reconfortante.
— O que perdemos, meu amigo? Quero saber para poder argumentar com esses pensamentos. Você nunca fez nada que valesse se castigar dessa maneira.
— Ah, não fiz? — murmurou Eleazar.
Então se afastou da mão dela e recomeçou a andar de um lado para o outro, mais rápido até do que antes.
Tanya o observou por meio segundo e então se concentrou em Edward.
— Explique.
Edward assentiu, os olhos tensos seguindo Eleazar enquanto falava.
— Ele estava tentando entender por que tantos dos Volturi viriam aqui nos castigar. Não é assim que eles agem. Certamente, somos o maior clã maduro com que já lidaram, mas no passado outros grupos se uniram para se proteger e nunca representaram um grande desafio, apesar de seu número. Nós temos vínculos mais fortes, e isso é um fator, mas não tão grande.
“Ele estava se lembrando de outras vezes em que os grupos foram castigados, por uma ou outra coisa, e ocorreu-lhe um padrão. Um que o restante da guarda nunca teria percebido, uma vez que era Eleazar quem passava as informações secretas pertinentes a Aro, em particular. Um padrão que só se repetia de dois em dois séculos aproximadamente.
— Que padrão era esse? — perguntou Carmen, observando Eleazar, como fazia Edward.
— Aro não costuma comparecer pessoalmente a uma expedição de punição — disse Edward. — Mas, no passado, quando Aro queria uma coisa em particular, não demorava muito a surgir uma evidência de que esse ou aquele clã tinha cometido algum crime imperdoável. Os anciãos decidiam ver a guarda administrar a justiça. E então, depois que o clã estava quase destruído, Aro dava o perdão a um membro cujos pensamentos, afirmava ele, eram de arrependimento. Esse vampiro, porém, sempre tinha um dom que Aro admirava. A pessoa sempre recebia um lugar na guarda. O vampiro talentoso era persuadido rapidamente, sempre grato demais pela honraria. Nunca houve exceções.
— Deve ser uma coisa inebriante ser escolhido — Kate comentou.
— Ah! — rosnou Eleazar, ainda em movimento.
— Existe um membro da guarda — disse Edward, explicando a reação irritada de Eleazar. — O nome dela é Chelsea. Ela tem influência sobre os laços emocionais entre as pessoas. Ela tanto pode afrouxar quanto apertar esses laços. Pode fazer alguém se sentir ligado aos Volturi, querer fazer parte deles, querer agradar a eles...
Eleazar parou abruptamente.
— Todos nós entendíamos por que Chelsea era importante. Numa luta, se pudéssemos separar grupos aliados, podíamos derrotá-los com muito mais facilidade. Se pudéssemos distanciar emocionalmente dos culpados os membros inocentes de um clã, a justiça podia ser feita sem brutalidade desnecessária. Os culpados podiam ser punidos sem interferências e os inocentes podiam ser poupados. Caso contrário, era impossível evitar que o clã lutasse como um todo. Então Chelsea rompia esses laços que os vinculavam. Parecia uma grande gentileza para mim, prova da misericórdia de Aro. Sim, eu desconfiava de que Chelsea fortalecia o vínculo de nosso grupo, mas isso também era bom. Nos tornava mais eficazes. Ajudava-nos a coexistir com mais tranquilidade.
Isso me esclarecia antigas lembranças. Antes não fazia sentido para mim como a guarda obedecia a seus senhores com tanta satisfação, com a devoção quase de um amante.
— Qual a força desse dom de Chelsea? — perguntou Tanya com certa tensão na voz. Seu olhar rapidamente tocou cada membro de sua família.
Eleazar deu de ombros.
— Eu consegui partir com Carmen. — Depois ele sacudiu a cabeça. — Mas qualquer coisa mais fraca do que o laço entre parceiros corre perigo. Num clã normal, pelo menos. Mas esses vínculos são mais fracos do que os que há em nossa família. Abster-se de sangue humano nos torna mais civilizados... permite que formemos verdadeiros vínculos de amor. Duvido de que ela possa desfazer nossas alianças, Tanya.
Tanya assentiu, parecendo tranquilizada, enquanto Eleazar continuava com sua análise.
— Só posso pensar que a razão para Aro ter decidido vir pessoalmente, trazendo tantos deles, é que seu objetivo não é punição, mas aquisição — disse Eleazar. — Ele precisa estar presente para controlar a situação. Mas precisa de toda a guarda para se proteger de um clã tão grande e talentoso. Por outro lado, isso deixa os outros anciãos desprotegidos em Volterra. É arriscado demais... Alguém poderia tentar se aproveitar disso. Então todos vêm juntos. De que outra maneira ele poderia ter certeza de preservar os dons que quer? Deve querer muito esses dons — refletiu Eleazar.
A voz de Edward era baixa como uma respiração.
— Pelo que vi dos pensamentos dele na primavera passada, Aro nunca quis nada tanto quanto quer Alice.
Senti minha boca se escancarar, lembrando-me das imagens de pesadelo que tivera havia muito tempo: Edward e Alice de mantos negros com olhos injetados de sangue, os rostos frios e distantes enquanto se mantinham próximos como sombras, as mãos de Aro nas deles... Será que Alice vira isso mais recentemente? Será que ela tinha visto Chelsea tentando arrancar dela seu amor por nós, vinculá-la a Aro, Caius e Marcus?
— Foi por isso que Alice partiu? — perguntei, minha voz falhando ao dizer seu nome.
Edward pôs a mão em meu rosto.
— Deve ser. Para impedir que Aro conquiste o que ele mais quer. Para deixar seu poder longe das mãos dele.
Ouvi Tanya e Kate murmurando com vozes perturbadas e me lembrei de que elas não sabiam sobre Alice.
— Ele quer você também — sussurrei.
Edward deu de ombros, o rosto de repente um pouco tranquilo demais.
— Não tanto quanto quer ela. Não posso lhe dar mais do que ele já tem. E é claro que isso depende de ele encontrar uma maneira de me obrigar a fazer o que ele quer. Ele me conhece, e sabe que isso é improvável.
Ele ergueu sardonicamente uma sobrancelha. Eleazar desaprovava a indiferença de Edward.
— Ele também sabe de suas fraquezas — assinalou Eleazar, e então olhou para mim.
— Não é algo que precisemos discutir agora — disse Edward rapidamente.
Eleazar ignorou a sugestão e prosseguiu:
— Ele deve querer sua parceira também, de qualquer maneira. Deve estar intrigado com um talento que conseguiu desafiá-lo em sua encarnada humana.
Edward estava pouco à vontade com o tema, que também não era agradável para mim. Se Aro quisesse me forçar a fazer alguma coisa – qualquer coisa – tudo o que precisava fazer era ameaçar Edward, e então eu concordaria. E vice-versa.
Seria a morte a menor das preocupações? Seria a captura o que deveríamos temer? Edward mudou de assunto.
— Acho que os Volturi estavam esperando por isso... por um pretexto. Eles não podiam saber de que forma viria a desculpa que queriam, mas o plano já estava pronto para quando acontecesse. É por isso que Alice viu sua decisão antes de Irina chegar a eles. A decisão já estava tomada, só esperando por um pretexto.
— Se os Volturi estão abusando da confiança que todos os imortais depositaram neles... — murmurou Carmen.
— Isso importa? — perguntou Eleazar. — Quem acreditaria? E mesmo que outros possam ser convencidos de que os Volturi estão explorando seu poder, isso faria alguma diferença? Ninguém pode se opor a eles.
— Mas alguns de nós, aparentemente, são bem loucos para tentar — sussurrou Kate.
Edward sacudiu a cabeça.
— Vocês só estão aqui para testemunhar, Kate. Qualquer que seja o objetivo de Aro, não creio que esteja pronto para manchar a reputação dos Volturi por isso. Se pudermos derrubar o argumento dele contra nós, será obrigado a os deixar em paz.
— É claro — murmurou Tanya.
Ninguém pareceu convencido. Por alguns longos minutos, ninguém disse nada. Então ouvi o som de pneus que saíam da rodovia asfaltada para a estrada de terra dos Cullen.
— Ah, droga! Charlie — murmurei. — Talvez os Denali possam subir até que...
— Não — disse Edward numa voz distante. Seus olhos estavam longe, fitando a porta sem ver. — Não é o seu pai. — Seu olhar se concentrou em mim. — Alice mandou Peter e Charlotte, afinal... Hora de nos prepararmos para o próximo round.

6 comentários:

  1. Hm... Se a Bella é um escudo para rastreadores também, então como James acho ela em Crepúsculo? Ele n achou, né, só ouviu o que o Edward disse sobre ir para a Flórida, certo?

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    1. Ela é um escudo.. mental, digamos assim. James usava o cérebro e seus outros sentidos para caçar, rastrear. Ainda é possível encontrá-la pelos meios comuns - cheiro, rastrear celular, ouvir conversas, adivinhar o que ela faria...

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    2. E tbm ele não a rastreou, ela que foi até ele, achando que ele havia raptado sua mãe

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    3. Isso isso mesmo, ele tapiou a Bella em crepúsculo... Fez ela ir até ele dizendo que estava com sua mãe, maldito vídeo 📹 mais cm sempre acabo td bem kkkk

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  2. Eu ja vi o filme. O livro é muito melhor! <3

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  3. Estão confundindo meus amores, James tinha uma maneira diferente de rastrear da do Demetri, a dele era física, a do Demetri é apartir do padrão mental. Como o Eliezer estava explicando cada dom é diferente.

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