30 de setembro de 2015

Capítulo 2

Quando eu percebi que já tinha passado tempo suficiente para todos saírem da escola, eu coloquei meu cabelo por cima da minha testa e sai do banheiro, correndo para as portas que levavam para o estacionamento dos estudantes. Tudo parecia limpo - só tinha um garoto usando uma daquelas calças com o cós super baixo seriamente nada atraentes que ficavam quase nas pernas dele. Impedir essa calça de cair enquanto ele andava parecia exigir sua concentração, ele não me notaria. Eu cerrei meus dentes por causa daquela calça caída e sai pela porta, me dirigindo para o meu pequeno Bug.
No momento que eu pisei na rua o sol começou a me incomodar. Eu quero dizer, não era um dia particularmente ensolarado, tinha muitas daquelas nuvens grandes e grossas, que pareciam tão bonitas em fotos, bloqueando o sol em parte. Mas isso não importava. Eu tive que apertar meus olhos dolorosamente e levantar minhas mãos enquanto eu fazia de conta que elas bloqueavam o sol e aquela luz. Eu acho que foi porque eu estava focada na dor que a luz do sol estava me causando que eu não notei a picape até que ela fez uma parada barulhenta na minha frente.
— Hey Zo! Você recebeu minha mensagem?
Oh merda, merda, merda! Era Heath. Eu olhei para cima, olhando para ele através dos meus dedos como se fosse um daqueles estúpidos filmes de luta. Ele estava sentado na caçamba aberta da picape do seu amigo Dustin. Por cima do ombro dele eu pude ver na cabine da picape onde Dustin e seu irmão, Drew, estavam fazendo o que normalmente fazer - brigando e discutindo sobre só Deus sabe que coisa estúpida de homens. Graças a Deus, eles estavam me ignorando. Eu olhei de volta para Heath e suspirei. Ele tinha uma cerveja na mão e um sorriso bobo no rosto. Momentaneamente esquecendo que eu tinha acabado de ser Marcada e estava destinada a me tornar uma sugadora de sangue excluída e monstruosa, eu olhei para Heath com cara feia.
— Você está bebendo na escola! Você está louco?
O sorriso bobo dele ficou maior.
— Sim eu estou louco, por você, baby!
Eu balancei a cabeça enquanto virava minhas costas para ele, abrindo a porta do meu Bug e empurrando meus livros e mochila no banco do passageiro.
— Porque vocês não estão no treino de futebol? — eu perguntei, ainda mantendo meu rosto longe dele.
— Você não soube? Temos o dia de folga por causa da surra que demos no Union na sexta!
Dustin e Drew, que meio que estavam prestando atenção em Heath e eu afinal de contas, deram alguns gritos de “Whooo-hooo!” e “Yeah!” de dentro da picape.
— Oh. Uh. Não. Eu devo ter perdido o anúncio. Eu estive ocupada hoje. Você sabe, super teste de geometria amanhã. — Eu tentei soar normal e indiferente. E então eu acrescentei, — Além do mais, estou ficando doente.
— Zo fala a verdade. Você tá fula ou algo assim? Tipo, a Kayla disse alguma merda sobre a festa? Você sabe que eu não te traí.
Huh? Kayla não tinha dito uma palavra sobre Heath ter me traído. Como uma idiota, eu esqueci (ok, temporariamente) da minha nova Marca. Minha cabeça virou para que eu pudesse olhar para ele.
— O que você fez Heath?
— Zo, eu? Você sabe que eu não... — mas seu fingimento inocente desapareceu quando a boca dele abriu de forma nada atraente assim que ele colocou os olhos na minha Marca. — O que... — Ele começou a dizer, mas eu o cortei.
— Shh! — eu virei minha cabeça na direção de Dustin e Drew que ainda não sabiam de nada, e que agora estavam cantando a plenos pulmões uma das músicas do último CD de Toby Keith.
Os olhos de Heath ainda estavam abertos e chocados, mas ele baixou a voz.
— Isso é algum tipo de maquiagem que você está fazendo para a aula de teatro?
— Não — eu sussurrei. — Não é.
— Mas você não pode ser Marcada. Estamos saindo.
— Não estamos saindo! — E bem assim meu breve alívio da tosse terminou. Eu praticamente me dobrei, dando uma séria e nojenta tossida.
— Hey Zo! — Dustin me chamou da cabine. — Você tem que diminuir os cigarros.
— É, parece que você vai tossir um pulmão ou algo assim — concordou Drew.
— Cara! Deixa ela em paz. Você sabe que ela não fuma. Ela é uma vampira.
Ótimo. Maravilhoso. Heath, com a sua usual falta de qualquer coisa parecendo bom senso, acho que estava me defendendo enquanto gritava com seus amigos, que instantaneamente colocaram suas cabeças para fora da cabine e olharam para mim como se eu fosse um experimento cientifico.
— Bem, merda. Zoey é uma aberração fudida! — Drew exclamou.
As palavras insensíveis de Drew fizeram a raiva que eu estava mantendo em meu peito desde que Kayla tinha chorado ferver. Ignorando a dor que a luz do sol estava me causando, eu olhei diretamente para Drew, o olhando nos olhos.
— Cala essa sua boca! Eu tive um péssimo dia e eu não preciso dessa merda vinda de você. — Eu pausei para olhar do agora assustado e silencioso Drew para Dustin e acrescentei. — Ou de você.
Enquanto mantive contato visual com Dustin eu percebi algo – algo que me chocou e me fez ficar estranhamente excitada: Dustin parecia assustado. Realmente assustado. Eu olhei de volta para Drew. Ele parecia assustado, também. Então eu senti. Uma sensação de formigamento que subiu pela minha pele e fez a minha Marca queimar.
Poder. Eu senti poder.
— Zo? Que diabos? — A voz de Heath quebrou minha atenção e tirou meu olhar dos irmãos.
— Estamos saindo daqui! — Dustin disse, passando a marcha e pisando no acelerador. A picape se lançou para frente, fazendo Heath perder o equilíbrio e deslizar, com um movimento dos braços e a cerveja voando, no asfalto do estacionamento.
Automaticamente, eu corri para a direção dele. — Você está bem? — Heath estava de quatro, e eu me curvei para ajudar ele a se levantar.
Então eu senti o cheiro. Algo cheirava muito bem - quente e doce e delicioso.
Heath estava usando uma colônia nova? Uma daquelas coisas estranhas cheias de feromônios que deveriam atrair mulheres como uma grande e engenhosa armadilha de mosquito? Eu não percebi o quanto estava perto dele até que ele levantou e nossos corpos estivessem praticamente pressionados juntos. Ele me olhou, seus olhos questionadores. Eu não me afastei. Eu deveria. Eu teria me afastando antes... Mas agora não. Não hoje.
— Zo? — ele disse suavemente, a voz dele profunda e rouca.
— Você está cheirando muito bem — eu não consegui me impedir de dizer. Meu coração estava batendo tão alto que eu podia ouvir o eco dele em minhas palpitantes têmporas.
— Zoey, eu senti sua falta. Precisamos voltar. Você sabe que eu te amo. — Ele levantou a mão para tocar no meu rosto e nós dois notamos o sangue que saia da palma da mão dele. — Ah, merda. Eu acho que — a voz dele parou quando ele olhou para o meu rosto. Eu só podia imaginar como eu parecia com meu rosto todo branco, minha nova Marca feita com um azul safira, e meus olhos encarando o sangue na mão dele. Eu não podia me mover; eu não podia olhar para longe.
— Eu quero... — eu sussurrei. — Eu quero... — o que eu queria? Eu não conseguia colocar em palavras. Não, não era isso. Eu não iria colocar em palavras. Não dizer permitia aquela explosão de desejo que estava tentando me sugar. E não era porque Heath estava tão perto.
Ele tinha estado perto de mim antes. Bem, estivemos ficando por alguns anos, mas ele nunca me fez sentir desse jeito - nunca nem perto disso. Eu mordi meus lábios e gemi.
A picape parou no estacionamento, no nosso lado. Drew saiu e agarrou Heath pela cintura, e o empurrou de volta para a caçamba.
— Pare com isso! Estou falando com Zoey!
Heath tentou lutar contra Drew, mas esse cara era o linebacker (posição no futebol americano), e era enorme, então Dustin ajudou e empurrou a porta da picape.
— Deixe-o em paz sua aberração! — Drew gritou para mim enquanto Dustin acelerava a picape e aumentava a velocidade.
Eu entrei no meu Bug. Minhas mãos tremiam tanto que eu tive que tentar três vezes antes deu ligar o carro.
— Apenas vá para casa. Apenas vá pra casa. — Eu disse as palavras de novo e de novo entre a tosse enquanto eu dirigia. Eu não pensava sobre o que tinha acabado de acontecer. Eu não podia pensar sobre o que tinha acontecido.
O caminho para casa levou quinze minutos, mas pareceu passar num piscar de olhos. Rápido demais. Muito rápido eu estava parada na entrada da garagem, tentando me preparar para a cena que eu conhecia, tão certo quanto um raio seguir um trovão, que estava esperando para mim lá dentro.
Porque eu fiquei tão ansiosa para chegar aqui? Eu suponho que tecnicamente não tenha ficado tão ansiosa. Eu suponho que eu só estava fugindo do que tinha acontecido com Heath.
Não! Eu não ia falar sobre isso agora. E, de qualquer jeito, tinha provavelmente algum tipo de explicação racional para tudo, uma racional e simples explicação. Dustin e Drew eram retardados - totalmente imaturos cérebros-de-cerveja. Eu não tinha usado um novo poder esquisito para intimidar eles. Eles só estavam apavorados porque eu tinha acabado de ser Marcada. Era isso. Eu quero dizer, pessoas tinham medo de vampiros.
— Mas eu não sou uma vampira. — eu disse. Então eu tossi enquanto lembrava do quão hipnoticamente lindo tinha sido o sangue de Heath, e a onda de desejo que eu senti por ele.
Não por Heath, mas pelo sangue de Heath.
Não! Não! Não! Sangue não era lindo ou desejoso. Eu deveria estar em choque. Era isso. Tinha que ser isso. Eu estava em choque e não estava pensando direito. Ok... Ok... Sem pensar, eu toquei na minha testa. Tinha parado de queimar, mas eu ainda me sentia diferente. Eu tossi um zilhão de vezes. Ótimo. Eu não ia pensar sobre Heath, mas eu não podia mais negar. Eu me sentia diferente. Minha pele estava ultrassensível. Meu peito queimava, e mesmo usando meus óculos de sol Maui Jim, meus olhos continuavam a lacrimejar dolorosamente.
— Estou morrendo... — eu gemi, e então fechei meus lábios. Eu posso estar morrendo. Eu olhei para a casa que, depois de três anos, ainda não parecia um lar. — Supere. Só supere isso. — Pelo menos minha irmã não estaria em casa ainda – treino das líderes de torcida.
Esperançosamente, o troll poderia estar hipnotizando com seu novo vídeo game Delta Force: Black Hawk Down. Eu poderia ter a mamãe para mim. Talvez ela entendesse... Talvez ela soubesse o que fazer...
Ah, diabos! Eu tinha dezesseis anos, mas eu de repente percebi que eu não queria nada tanto quanto eu queria minha mãe.
— Por favor, deixe ela entender. — eu sussurrei com uma simples reza para qualquer que fosse o deus ou deusa que pudesse estar ouvindo. Como sempre, eu entrei pela garagem. Eu andei pelo corredor para o meu quarto e joguei meu livro de geometria, bolsa, e mochila na minha cama. Então eu respirei fundo e fui um pouco tremula encontrar minha mãe.
Ela estava na sala de estar, sentada na ponta do sofá, tomando um copo de café e lendo “Sopa de galinha para a alma de uma mulher.” Ela parecia tão normal, tanto quanto ela parecia antes.
Com exceção que ela costumava ler romances exóticos e usava maquiagem. Os dois eram coisas que seu novo marido não permitia (que idiota).
— Mãe?
— Hum? — Ela não olhou para mim.
Eu engoli com força. — Mama. — Eu usei o nome que eu costumava chamar ela, antes dela casar com John. — Eu preciso da sua ajuda.
Eu não sabia se foi o uso inesperado do “Mama” ou algo em minha voz que tocou um velho pedaço da intuição de mãe que ela ainda tinha em algum lugar dentro dela, mas os olhos que ela levantou imediatamente do livro eram suaves e cheios de preocupação.
— O que foi baby — ela começou, e então suas palavras pareceram congelar em seus lábios e os olhos dela viram a Marca na minha testa.
— Oh, Deus! O que foi que você fez?
Meu coração começou a doer de novo. — Mãe, eu não fiz nada. Isso é algo que aconteceu comigo, não por minha culpa. Isso não é minha culpa.
— Oh, por favor, não! — ela disse como se eu não tivesse pronunciado uma palavra. — O que o seu pai vai dizer?
Eu queria gritar “como diabos qualquer um de nós ia saber isso, não vemos ou ouvimos sobre ele em 14 anos!”, mas eu sabia que não faria bem nenhum, e sempre só a fazia ficar irritada ao lembrar a ela que John não era meu “verdadeiro” pai. Então eu tentei uma tática diferente – um que eu tinha desistido três anos atrás.
— Mama, por favor. Você pode só não falar pra ele? Pelo menos por um dia ou dois? Só mantenha entre nós duas até que... Eu não sei... A gente se acostumar ou algo assim. — Eu segurei o fôlego.
— Mas o que eu diria? Nem podemos cobrir isso com maquiagem. — Os lábios dela se curvaram enquanto ela dava um olhar nervoso para a lua crescente.
— Mãe, eu não quis dizer que eu ia ficar aqui enquanto nos acostumamos. Eu tenho que ir; você sabe disso. — Eu pausei enquanto uma enorme tosse fez meu ombro tremer. — Aquele Rastreador me Marcou. Eu tenho que me mudar para a House Of Night ou então só vou ficar cada vez mais doente. — E então morrer, eu tentei dizer a ela com meus olhos. Eu não podia dizer as palavras. — Eu só quero alguns dias antes de ter que lidar com... — Eu parei para não ter que dizer o nome dele, dessa vez propositalmente me fazendo tossir, o que não era difícil.
— O que eu contaria para o seu pai?
Eu senti uma onda de medo com o pânico na voz dela. Ela não era minha mãe? Ela não deveria ter as respostas para tudo?
— Só... Só diga a ele que eu vou passar os próximos dias na casa de Kayla porque temos um grande projeto de biologia atrasado.
Eu vi os olhos da minha mãe mudar. A preocupação sumiu e foi substituída pela dureza que eu conhecia bem demais.
— Então o que você está dizendo é que você quer que eu minta para ele.
— Não, mãe. O que eu estou dizendo é que eu quero que você, pelo menos uma vez, coloque minhas necessidades antes das dele. Eu quero que você seja minha mamãe. Ajude-me a fazer as malas e me leve para essa nova escola porque eu estou assustada e doente e não sei se posso fazer tudo sozinha! — Eu terminei com pressa, respirando com força e tossindo na mão.
— Eu não estava ciente que parei de ser sua mãe. — ela disse friamente.
Ela me fez sentir ainda mais cansada do que Kayla tinha. Eu suspirei. — Eu acho que esse é o problema, mãe. Você não se importa o suficiente para perceber. Você não se importa com nada a não ser John desde que você casou com ele.
Os olhos dela se estreitaram para mim.
— Eu não sei como você pode ser tão egoísta. Você não percebe tudo que ele fez para nós? Por causa dele eu me demiti daquele horrível emprego em Dillards. Por causa dele não temos que nos preocupar com dinheiro e temos essa grande, e maravilhosa casa. Por causa dele temos segurança e um grande futuro.
Eu ouvia essas palavras tantas vezes que eu podia recitar elas com ela. Era nessa parte da não conversa que eu normalmente me desculpava e voltava para o meu quarto. Mas hoje eu não podia pedir desculpas. Hoje era diferente. Tudo era diferente.
— Não, mãe. A verdade é que por causa dele você não prestou atenção nos seus filhos nos últimos três anos. Você sabia que sua filha mais velha se tornou uma mimada vadia, que transou com metade do time de futebol? Você sabe que nojento e sanguinário vídeo game o Kevin mantêm escondido de você? Não, é claro que não. Os dois fingem estar felizes e fingem gostar de John e todo aquele faz de conta da família, então você sorri para eles e reza por eles e os deixa fazer qualquer coisa. E eu? Você acha que eu sou má porque eu não finjo. Porque eu sou honesta. Quer saber? Eu estou tão cansada da minha vida que eu estou feliz que o Rastreador me Marcou! Eles chamam aquela escola de vampiros de House Of Night, mas não pode ser mais escura que essa casa perfeita!
Antes que eu pudesse começar a chorar ou gritar eu me virei e fui em direção ao meu quarto, batendo a porta atrás de mim.
— Eu espero que todos se afoguem.
Através daquelas paredes muito finas eu podia a ouvir fazendo uma ligação histérica para John. Não havia dúvidas que ele iria correndo para casa lidar comigo. O Problema. Ao invés de sentar na cama e chorar como eu estava tentada, eu tirei as merdas da escola da minha mochila. Como se eu precisasse daquela merda onde eu estava indo? Eles provavelmente nem tem aulas normais. Eles provavelmente tinham aulas de como arrancar a garganta das pessoas e... E... E introdução de como ver no escuro.
Não importava o que minha mãe fez ou não fez, eu não podia ficar aqui. Eu tinha que ir embora.
Então o que eu precisava levar comigo?
Meu par favorito de jeans, além do que eu já tinha. Um par de camisetas pretas. Eu quero dizer, o que mais vampiros usam? Além do mais, eles são magros. Eu quase não levei minha camiseta cor de água, mas todo aquele preto estava me fazendo mais e mais deprimida... Então eu a coloquei. Então eu enfiei dezenas de sutiãs e calcinhas e coisas de maquiagem dentro de uma nécessaire. Eu quase deixei meu bicho de pelúcia, Otis os peixes (não podia dizer ‘o peixe’ quando tinha dois), no meu travesseiro, mas... Bem... Vampira ou não, não podia dormir muito bem sem ele. Então eu o coloquei dentro da porcaria da mochila.
Então ouvi a batida na porta, e a voz dele me chamando.
— O que? — eu gritei, então comecei a tossir muito.
— Zoey. Sua mãe e eu precisamos falar com você.
Ótimo. Claramente eles não se afogaram.
Eu dei um tapinha em Otis o peixes. 
— Otis, isso é uma merda.
Eu arrumei meu ombro, tossi de novo, e fui enfrentar o inimigo.

7 comentários:

  1. PERFEITOOOOSS!!

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  2. Fiquei com pena dela. Poxa, que merda!

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  3. Esse e o primeiro livro da saga???
    Tem algum saga antes dessa que esta relacionada com a historia???

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    Respostas
    1. Esse é o primeiro livro da série House of Night :)

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    2. Eu também fiquei confusa, Prq não explica muito no começo. To começando a ler agora, pelo que entendi, existem vampiros e todo mundo sabe que eles existem? Dai um rastreador escolhe alguém aleatroriamente? Estranho, sem pé nem cabeça..

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  4. " Ótimo. Claramente eles não se afogaram."

    Amei esta frase!!

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