30 de setembro de 2015

Capítulo 18

— Você está bem?
— Sim, estou bem. Totalmente. Bem. — Eu menti.
— Você não parece bem — Erik disse. — Se importa se eu sentar?
— Não, vá em frente — eu disse com indiferença. Eu sabia que o meu nariz estava vermelho. Meu nariz definitivamente estava escorrendo quando ele chegou, e eu tinha a suspeita que ele viu pelo menos parte do pesadelo que ocorreu entre Heath e eu. A noite estava ficando cada vez pior. Eu olhei para ele e decidi, que diabos, eu posso muito bem continuar com a tendência.
— Caso você não tenha percebido, fui eu que vi a pequena cena entre você e Aphrodite no corredor ontem.
Ele nem hesitou. — Eu sei, eu queria que você não tivesse. Eu não quero que você tenha a ideia errada sobre mim
— E que ideia seria essa?
— Que tem mais acontecendo Aphrodite e eu do que realmente está.
— Não é da minha conta — eu disse.
Ele deu nos ombros. — Eu só quero que você saiba que eu e ela não estávamos mais saindo.
Eu quase disse que parecia que Aphrodite não sabia disso, mas então eu pensei sobre o que aconteceu entre Heath e eu, e com um senso de surpresa eu percebi que talvez eu tenha julgado Erik muito duramente.
— Ok. Vocês não estão saindo — eu disse.
Ele sentou quieto do meu lado por um tempo, e quando ele falou de novo eu achei que ele soava quase com raiva. — Aphrodite não te falou sobre o sangue no vinho.
Ele não disse como uma pergunta, mas mesmo assim eu respondi. — Não.
Ele balançou a cabeça e eu o vi cerrar os dentes. — Ela me disse que ela iria. Ela disse que te avisou quando você estava trocando suas roupas para que caso você não estivesse concordando com isso, você não tomasse da taça.
— Ela mentiu.
— Não é uma surpresa muito grande — ele disse.
— Você acha? — eu podia sentir minha própria raiva crescendo dentro de mim. — Essa coisa toda foi errada. Eu fui pressionada a ir para o ritual das Filhas das Trevas onde fui enganada para beber sangue. Então me encontrei com meu quase ex-namorado que só acontece de ser 100% humano, e ninguém se incomodou de me explicar que o menor espectro do sangue dele iria me transformas em... Em... Um monstro. — Eu mordi meus lábios e me segurei na minha raiva para não começar a chorar de novo. Eu também decidi que não diria nada sobre ter achado que vi o fantasma de Elizabeth - isso era muito estranho para admitir em uma noite só.
— Ninguém te explicou porque é algo que não deveria começar a afetar você até você ser um sextanista — ele disse baixinho.
— Huh? — eu voltei a ser incrivelmente articulada.
— Desejar por sangue normalmente não acontece até você ser uma sextanista e ter quase completado a Mudança. De vez enquando você ouve falar de um quintanista que tem que lidar com isso mais cedo, mas isso não acontece muito frequentemente.
— Espera – o que você está dizendo? — Parecia que abelhas estavam zunindo ao redor da minha mente.
— Você começa a ter aulas sobre desejar sangue e outras coisas que vampiros maduros têm que lidar durante seu quinto semestre, no seu último ano, é o que a escola se foca principalmente - nisso e no que você decidir se formar.
— Mas eu sou uma terceiranista - e por pouco quero dizer, eu fui Marcada a dois dias.
— Sua Marca é diferente, você é diferente — ele disse.
— Eu não quero ser diferente! — Eu percebi que eu estava gritando e controlei minha voz. — Eu só quero descobrir como passar por isso como todo mundo.
— Tarde demais, Z — ele disse.
— E agora?
— Eu acho melhor você falar com sua mentora. É Neferet, não?
— Sim — eu disse miseravelmente.
— Hey, anime-se. Neferet é ótima. Ela mal pega um calouro para ser mentora mais, então ela deve realmente acreditar em você.
— Eu sei, eu sei. É só que isso me faz sentir...
Como eu me sentia sobre falar com Neferet sobre o que aconteceu hoje a noite? Embaraçada.
Como se eu tivesse doze anos de idade de novo e tive que dizer a meu professor de Ed. Física que eu tinha começado a menstruar e tinha que ir para o meu armário mudar meus shorts. Eu olhava de lado para Erik. Ali ele estava sentado, lindo e atraente e perfeito. Diabos. Eu não podia dizer isso a ele. Então ao invés disso eu falei — Idiota. Me faz sentir idiota. — O que não era exatamente uma mentira, mas me fazia sentir na maioria, além de embaraçada e idiota, era assustada. Eu não queria que isso fizesse que fosse impossível eu me encaixar.
— Não se sinta idiota. Na verdade você está bem na nossa frente.
— Então... — eu hesitei, então respirei fundo e continuei — você gostou do gosto do sangue na taça hoje à noite?
— Bem, aqui é o negócio com isso: Meu primeiro Ritual de Lua Cheia com as Filhas das Trevas foi quando eu estava no fim de ser terceiranista. Com exceção do “refrigerador” naquela noite, eu era o único terceiranista lá - como você hoje à noite. — Ele deu uma pequena e humorada risada. — Elas só me convidaram porque eu cheguei a final da competição de Solilóquio de Shakespeare e iria voar para Londres no dia seguinte. — Ele olhou para mim e parecia envergonhado. — Ninguém da House Of Night chegou à final em Londres. Era um negócio grande. — Ele balançou a cabeça gozando de si mesmo. — Na verdade, eu achei que eu fosse um negócio grande. Então as Filhas das Trevas me convidaram a me juntar a elas, e eu me juntei. Eu sabia sobre o sangue. Me deram a oportunidade de recusar. Eu não recusei.
— Mas você gostou?
Dessa vez ele riu de verdade. — Eu tive ânsia e vomitei as tripas pra fora. Foi a coisa mais nojenta que eu já experimentei.
Eu gemi. Minha cabeça caiu pra frente e eu pus meu rosto nas mãos. — Você não está me ajudando.
— Porque você achou que era bom?
— Melhor que bom — eu disse meu rosto ainda nas mãos. — Você disse que foi a coisa mais nojenta que você já provou? Eu achei que foi a mais deliciosa. Bem, a mais deliciosa até — eu parei, percebendo o que estava pra dizer.
— Até você provar sangue fresco? — ele perguntou gentilmente.
Eu balancei a cabeça, com medo de falar.
Ele puxou minhas mãos, o que fez meu rosto corar. Então ele colocou os dedos debaixo do meu queixo e me forçou a olhar direto para ele.
— Não fique embaraçada ou com vergonha. É normal.
— Amar o gosto de sangue não é normal. Não para mim.
— Sim, é. Todos os vampiros tem que lidar com a ânsia por sangue — ele disse.
— Eu não sou uma vampira!
— Talvez você não seja - ainda. Mas você com certeza não é uma caloura normal, e não tem nada errado com isso. Você é especial Zoey, e especial pode ser incrível.
Devagar, ele tirou os dedos do meu queixo e, como ele tinha feito mais cedo, tracejou a forma de um pentagrama suavemente por cima da minha Marca. Eu gostei do jeito que os dedos dele pareciam quando ele tocou na minha pele - quente e um pouco rústico. Eu também gostei que ter ele perto de mim não começava todas aquelas estranhas reações que aconteciam quando eu estava perto de Heath. Eu quero dizer, eu não podia ouvir o sangue de Erik pulsando no seu pulso e no pescoço. Não que eu me importasse se ele me beijasse...
Diabos! Eu estava me tornando uma vampira vadia? O que vinha a seguir? Poderiam os machos de qualquer espécie (o que pode incluir Damien) estar seguros ao meu redor? Talvez eu devesse evitar todos os caras até eu descobrir o que estava acontecendo comigo e saber como me controlar.
Então lembrei que eu tentei evitar todos, e esse era o motivo deu ter acabado aqui pra começo de conversa.
— O que você está fazendo aqui, Erik?
— Eu segui você — ele disse simplesmente.
— Por quê?
— Eu entendi o que Aphrodite tinha aprontado e achei que você precisaria de um amigo. Você é colega de Stevie Rae, certo?
Eu acenei.
— Sim, eu pensei em encontrar ela e mandar ela aqui pra você, mas eu não sabia se você iria querer que ela soubesse sobre... — Ele pausou e fez um vago gesto em direção a sala de recreação.
— Não! Eu - eu não quero que ela saiba. — Eu tropecei nas palavras, e as disse rápido.
— Foi o que eu pensei. Então, é por isso que você está presa aqui comigo. — Ele sorriu e então pareceu meio desconfortável. — Eu realmente não queria ouvir a conversa entre você e Heath. Sinto muito sobre isso.
Eu me foquei em acariciar Nala. Então, ele viu Heath me beijar, e viu o negócio do sangue.
Deus, que embaraçoso... Então uma ideia passou por mim e eu olhei para ele, sorrindo ironicamente. — Acho que isso nos deixa quite. Eu também não queria ouvir você e Aphrodite.
Ele sorriu para mim. — Estamos quites. Eu gosto disso.
O sorriso dele fez meu estômago fazer coisas engraçadas. — Eu realmente não teria voado para baixo e sugado o sangue de Kayla — eu consegui dizer.
Ele riu. (Ele tinha uma ótima risada.) — Eu sei disso. Vampiros não podem voar.
— Mas eu assustei ela — eu disse.
— Pelo que eu vi, ela mereceu. — Ele esperou um pouco e depois disse. — Posso te perguntar algo? É meio pessoal.
— Hey, você me viu beber sangue de uma taça e gostar, vomitar, beijar um cara, lamber o sangue dele como se fosse um cachorro, e então chorar. E eu vi você recusar um boquete. Eu acho que eu dou um jeito de responder uma pergunta meio pessoal.
— Ele realmente estava em transe? Ele parecia e soava como se estivesse.
Eu me contorci desconfortavelmente e Nala reclamou para mim até eu voltar a acariciar ela.
— Pareceu que ele estava — eu finalmente consegui dizer. — Eu não sei se era transe ou não - e eu totalmente não queria colocar ele sob o meu poder ou nada estranho desse jeito – mas ele mudou. Eu não sei. Ele estava bebendo e fumando. Ele podia só estar alto. — Eu ouvi a voz de Heath de novo, reaparecendo na minha memória como uma nevoa: Sim... o que você quiser... Eu faço o que você quiser. E eu vi o olhar intenso que ele me deu. Diabos, eu nem sabia que Heath o Atleta era capaz de tamanha intensidade (pelo menos fora do campo de futebol). Eu tinha certeza que ele não conseguia soletrar a palavra (intensidade, não futebol).
— Ele estava assim o tempo todo, ou apenas depois... Um... Você começou a...
— Não o tempo todo. Por quê?
— Bem, isso exclui as duas coisas que poderiam o fazer agir estranho. Uma – se ele estivesse alto ele estaria assim o tempo todo. Dois – ele podia estar agindo assim porque você é bem bonita, e só isso faz um cara parecer que está em transe ao redor de você.
As palavras dele fizeram algo flutuar no meu estômago de novo - algo que nenhum cara me fez sentir antes. Não que Heath o Jogador, ou Jordan o Preguiçoso, ou Jonathan o Idiota Garoto de uma Banda (meu histórico de namorados não é longo, mas é colorido).
— Verdade? — eu disse como uma retardada.
— Verdade. — Ele sorriu muito tranquilamente.
Como esse cara podia gostar de mim? Eu sou uma sugadora de sangue nerd.
— Mas não é isso, porque ele deve ter notado o quão quente você parecia antes de você beijar ele, e o que você está dizendo é que ele não parecia em transe até o sangue entrar na jogada.
(Entrar – hee hee – ele realmente disse entrar.) Eu estava muito ocupada rindo idiotamente do complexo vocabulário dele para pensar em responder a ele. — Na verdade, começou quando eu ouvi o sangue dele.
— Hã?
Ah, merda. Eu não queria dizer isso. Eu limpei minha garganta. — Heath começou a mudar quando eu ouvi o sangue bombear pelas veias dele.
— Apenas vampiros adultos podem ouvir isso. — Ela parou e então, com um rápido sorriso adicionou, — E Heath soa como o nome de uma estrela gay de uma ópera.
— Perto. Ele é a estrela do time de futebol.
Erik acenou e parecia divertido.
— Uh, aliás, eu gostei para o que você mudou o seu nome. Night é um sobrenome muito legal — eu disse, tentando manter minha parte da conversa e dizer algo levemente insignificante.
Ele sorriu abertamente. — Eu não mudei. Erik Night foi o nome em que eu nasci.
— Oh, bem. Eu gosto. — Porque alguém simplesmente não atira em mim?
— Obrigado.
Ele olhou para o relógio e eu pude ver que era quase 6:30 da manhã, o que parecia estranho.
— Vai amanhecer logo — ele disse.
Supondo que essa era a deixa para nós seguirmos nossos caminhos separados, eu comecei a me ajeitar e a segurar Nala melhor para poder levantar, e senti a mão de Erik por baixo do meu cotovelo, me segurando. Ele me ajudou a levantar e então só ficou parado ali, tão perto que o rabo de Nala estava passando contra o suéter preto dele.
— Eu te perguntaria se você quer algo para comer, mas o único lugar servindo comida agora é a sala de recreação, e eu não acho que você quer voltar lá.
— Não, definitivamente não. Mas não estou com fome de qualquer jeito.
O que, eu percebi assim que eu disse que era uma enorme mentira. Ao mencionar comida eu percebi que estava com fome.
— Bem, você se importa que eu te leve para o seu dormitório? — ele perguntou.
— Não — eu disse, tentando parecer não falante.
Stevie Rae, Damien, e as Gêmeas iriam totalmente morrer se me vissem com Erik.
Não dissemos nada enquanto começamos a andar, mas não foi um estranho e desconfortável silêncio. Na verdade, foi bom. De vez em quando nossos braços se tocavam e pensei sobre o quão alto e fofo ele era e o quão eu gostaria que ele segurasse minha mão.
— Oh — ele disse depois de um tempo — eu não terminei de responder sua pergunta antes. Da primeira vez que eu senti o gosto de sangue no ritual das Filhas das Trevas eu odiei, mas ficou melhor a cada vez. Eu não posso dizer que acho que é delicioso, mas ficou melhor. E eu definitivamente gosto do jeito que me faz sentir.
Eu olhei afiadamente para ele. — Tonto e meio e fraco nos joelhos? Como se estivesse bêbado, mas não estando.
— Sim. Hey, você sabia que é impossível para um vampiro ficar bêbado? — Eu balancei a cabeça.
— É algo sobre a Mudança que acontece no seu metabolismo. É difícil até para calouros ficarem bêbados.
— Então beber sangue é o jeito que vampiros ficam bêbados?
Ele deu nos ombros. — Eu suponho que sim. De qualquer forma, beber sangue humano é proibido para os calouros.
— Então porque ninguém informou aos professores o que Aphrodite pretende?
— Ela não bebe sangue humano.
— Uh, Erik, eu estava lá. Havia definitivamente sangue no vinho e veio daquele garoto Elliottt. Eu tremi. — E que escolha nojenta.
— Mas ele não é humano — Erik disse.
— Espera – é proibido beber sangue humano — eu disse devagar. (Oh, diabos! Foi o que eu acabei de fazer.) — Mas não tem problema beber o sangue de outro calouro?
— Só se for consensual.
— Isso não faz sentido.
— Claro que faz. É normal para nossa ânsia por sangue se desenvolver enquanto nossos corpos Mudam, então precisamos de uma saída. Calouros curam rapidamente, então não há perigo de alguém se machucar. E não tem efeitos colaterais, como quando um vampiro se alimenta de um humano vivo.
O que ele estava dizendo estava batendo na minha cabeça como aquela música irritante e muito alta que toca na Wet Seal (uma loja), e eu falei a primeira coisa que eu pude pensar.
— Humano vivo? — eu disse. — Me diga que você não quer dizer versus se alimentar de um cadáver. Eu estava me sentindo um pouco nauseada de novo.
Ele riu. — Não, significa versos beber sangue colhido dos vampiros doadores de sangue.
— Nunca ouvi falar.
— A maioria dos humanos não ouviu. Você não vai aprender sobre isso até ser uma quintanista.
Então mais do que ele disse passou pela confusão na minha mente. — O que você quis dizer sobre efeitos colaterais?
— Acabamos de aprender em Sociologia Vampira 321. Parece que quando um vampiro adulto se alimenta de um humano vivo, pode se formar um laço muito forte. Nem sempre acontece por parte do vampiro, mas o humano se liga muito facilmente. É perigoso para um humano. Eu quero dizer, pense sobre isso. A perda de sangue não é uma coisa boa. Então acrescente o fato que vivemos décadas a mais que os humanos, às vezes séculos. Veja do ponto de vista de um humano, seria uma droga estar totalmente apaixonado por alguém que parece nunca envelhecer enquanto você fica velho e enrugado e então morre.
De novo eu pensei sobre o deslumbrado mas intenso jeito que Heath olhou para mim, e eu sabia que, não importava o quão difícil fosse, eu tinha que contar tudo a Neferet.
— Sim, isso seria uma droga — eu disse fracamente.
— Aqui estamos nós.
Eu fiquei surpresa por ver quando ele parou no dormitório das garotas. Eu olhei para ele.
— Bem, obrigado por me seguir - eu acho — eu disse, com um sorriso seco.
— Hey, qualquer hora que você quiser que alguém se intrometa sem ser convidado, eu sou o cara para você.
— Vou manter isso em mente — eu disse. — Obrigado. — Eu coloquei Nala no colo e comecei a abrir a porta.
— Hey, Z — ele chamou.
Eu virei.
— Não devolva o vestido a Aphrodite. Por ela ter incluído você no círculo hoje à noite ela formalmente ofereceu a você uma posição nas Filhas das Trevas, e é uma tradição que a Alta Sacerdotisa em treinamento dê um presente ao novo membro na primeira noite dele. Eu não imagino que você queira se juntar, mas você ainda tem o direito de ficar com o vestido. Especialmente porque você fica muito melhor nele do que ela.
Ele se inclinou e pegou minha mão (a que não estava segurando minha gata), e a virou para que meu pulso estivesse para cima. Então ele pegou seu dedo e o passou pela veia que estava mais visível, fazendo meu pulso pular feito louco.
— E você também deveria saber que eu sou o cara pra você se você decidir tomar mais um pouco de sangue. Mantenha isso em mente também.
Erik se curvou e, ainda me olhando nos olhos, ele levemente mordeu o ponto onde havia pulso no meu pulso antes de beijar o lugar suavemente. Dessa vez o sentimento de flutuar no meu estômago foi mais intenso. Os lábios dele ainda estavam em meu pulso e ele encontrou meus olhos e eu senti um calafrio de desejo passar pelo meu corpo. Eu sabia que ele podia me sentir tremer. Ele deixou a língua dele passar pelo meu pulso, o que me fez tremer de novo. Então ele sorriu para mim e se afastou na luz do pré amanhecer.

9 comentários:

  1. Alta Sacerdotisa em treinamento?! Que coisa mais nojenta, a Zoey que deveria ser!!!

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  2. Simplesmente amando essa série. Apesar de ser tudo ligeiramente previsível, estou cada vez mais apaixonada pela relação entre o Erik e a Zoey, sem contar nos amigos que ela fez na HN.

    P.S.: Damien é um amorzinho ♥

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  3. Erik seu lindo vem morde meu pulso tbm... kkk amandoooo ❤❤😏😏

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  4. hmm...pq o erik nao morde o meu pulso

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  5. Pode vir, Erik! Tu tem meu pulso e me tem tbm!
    Mds! Q homem é esse?!
    Damien é um amor!

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  6. Porque os homens originais de consumo so tem em grande quantidade nos livro?

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