23 de setembro de 2015

Capítulo 16 - Carlisle

Ele me conduziu para um cômodo que disse ser o escritório de Carlisle. Parou no batente da porta por um instante.
— Entrem. — A voz de Carlisle convidou.
Edward abriu a porta para um grande quarto, alto na parte ocidental das janelas. As paredes, as portas... Eram de uma madeira escura, onde nelas eram visíveis. Na parte de cima das paredes tinha muitos livros, mais livros do que já tinha visto fora de uma biblioteca.
Carlisle estava sentado atrás de uma enorme mesa de mogno, numa cadeira de couro, colocando um marcador de livro, numa pagina de um grosso volume que ele segurava.
O quarto era como eu sempre imaginei para um pequeno colégio. Carlisle tinha aparência muito jovem para se adaptar a região.
— O que eu posso fazer por vocês? — Ele nos perguntou agradavelmente, sobre o seu acento.
— Eu queria mostrar a Bella a nossa história. — Edward disse. — Bem, sua historia na realidade.
— Nos não pensamos que isso iria perturbar você. — Me desculpei.
— Nenhum problema com isso. Quando você quer começar?
— Do carro. — Edward respondeu, colocando sua mão levemente sobre o meu ombro, o que me fez olhar na direção da porta, quando nos estávamos entrando.
Cada vez que ele me tocava, parecia sempre muito casual, meu coração estava tendo uma audível reação. Eu estava muito envergonhada por Carlisle estar lá.
A parede que vimos agora era diferente das outras, no lugar de livros, ela estava cheia de pinturas, de todos os tamanhos, algumas com cores vibrantes outras escuras. Eu procurei alguma lógica, algum motivo para o que essas coleções tinham em comum, mas eu não encontrei nada no meu rápido exame.
Edward me puxou para a direção oposta, eu estava de pé, de frente pra um pequeno quadro pintado a oleio, com a borda feita de uma madeira plana, ele não estava fora do grande centro e brilhava, estava pintado em vários tons, descrevia a miniatura de uma cheia cidade com um abismo oculto no telhado de uma casa, com espirais no topo, algumas torres com espelhos, um longo rio enchendo o fundo com uma ponte o atravessando e pequenas catedrais.
— Londres nos anos cinquenta. — Edward disse.
— A Londres da minha juventude. — Carlisle acrescentou alguns metros atrás de nós.
Eu recuei, não tinha escutado ele chegar. Edward apertou minha mão.
— Você quer contar a história? — Edward perguntou.
Me retorci ao ver a reação de Carlisle. Ele sorriu.
— Eu gostaria. — Replicou — Mas eu estou atrasado. O Hospital informou esta manhã que o Dr.Snow esta doente, além disso, você sabe essas historias melhor do que eu. — Adicionou sorrindo para Edward agora.
Era uma combinação estranha de absorver. Ver o doutor de manhã cedo nas discussões da Londres dos anos setenta. Estava desconcertado, sei disso, ele falou em voz alta para o meu beneficio. Depois disso me deu um sorriso caloroso, e nos deixou na sala.
Eu fixei os olhos numa pequena pintura de Carlisle em casa, por um longo momento.
— O que aconteceu com eles? — Finalmente perguntei, mirando Edward, quem estava me olhando. — Quem o converteu? O que tinha acontecido com ele?
Ele se voltou para as pinturas e eu olhei para ele tentando ver o que prendia a sua atenção agora. Tinha uma grande paisagem, uma floresta sombreada, com um espantoso pico distante.
— Quando ele soube em que tinha se transformado, — Edward disse quietamente — se revoltou contra isso. Tentou se destruir, mas não é fácil fazer isso.
— Como?
Eu não sabia o que disser em voz alta, mas as palavras quebraram-se com o meu choque.
— Ele pulou de grandes alturas. — Edward contou-me, sua voz estava indiferente. – Tentou se afogar no oceano... Mas era muito jovem na sua nova vida e muito forte, ele tentou resistir...A alimentação... Na época que estava novo, o instinto era maior e o pegou novamente, mas ele estava se repelindo, tinha força e resistência para se matar de fome.
— Isso é possível? —Minha voz falhou.
— Não, há outros caminhos para nos matar.
Minha boca abriu com a pergunta, mas ele falou antes que pudesse.
— Então ele ficou com fome e eventualmente fraco. Ficou longe da população humana, descobriu que estava enfraquecendo, também. Por alguns meses ele andou pela noite, buscando lugares vazios, entediando-se. A sua sede selvagem aumentou, ele torturava-se só em pensar. Sua força voltou e lá estava uma alternativa para a sua existência de um desprezível monstro, ele se aterrorizou. Não queria comer carne na sua nova vida, no outro mês ele criou uma nova filosofia, estava renascendo. Podia viver sem a existência de um demônio. Se encontrou de novo. Ele começou a fazer melhor uso do seu tempo. Estava virando um gênio, ansioso por estudar mais. Agora ele tinha tempo ilimitado, estudava durante a noite e fazendo planos durante o dia, ele nadou até  a França.
— Ele nadou até a França?
— Pessoas nadam em canais todo o tempo, Bella. — Ele disse meio doentio.
— Isso é verdade. —Me redimi o que saiu com um som meio engraçado.
— Nadar é fácil para nós.
— Tudo é fácil para você. — Disse.
Sua expressão ficou divertida.
— Eu prometo que não vou interromper de novo.
Sorriu obscuramente e terminou sua frase.
— Por causa técnicas ele não precisou de fôlego.
— Você...
— Não, não você prometeu. — Ele gargalhou, colocando o seu dedo gelado sobre os meus lábios. — Você vai escutar a historia ou não?
—Você não espera que eu não diga nada? —Murmurei contra o seu dedo.
Ele levantou a mão e colocou na minha nuca, o meu coração bateu mais rápido por causa disso, mas eu continuei.
— Você não precisa respirar? —Reclamei.
— Não, isso não é necessário, só um habito. – Respondeu.
— Quanto tempo você pode ficar sem respirar?
— Por tempo indefinido, eu suponho, eu não sei, me sinto um pouco desconfortável sem respirar.
— Se sente desconfortável. — Repeti.
Eu não reparei na sua expressão, mas algo a fez ficar sombria. Colocou suas mãos do seu lado, ficou estável, seus olhos se intensificaram sobre o meu rosto, o silêncio se prolongou, seu rosto estava imóvel como uma pedra.
— O que é? —Murmurei tocando no seu rosto gelado.
Seu rosto suavizou de baixo da minha mão e ele suspirou.
— Eu esperei para isso acontecer.
— Para o que acontecer?
— Eu sabia que em algum ponto, algo que eu disser ou, você vir será demais. E então você se afastará de mim. — Ele estava com um meio sorriso, mas os seus olhos estavam sérios. — Eu não vou te impedir, quero que você esteja a salvo e quero estar com você, dois desejos impossíveis de se conciliar. —Ele olhou para o meu rosto, eu esperei.
— Eu não vou a lugar nenhum.
— Vamos ver. — Ele disse sorrindo de novo.
Eu franzi minhas sobrancelhas para ele
— Então, vamos continuar. Carlisle estava nadando na França.
Ele pausou, voltando para a sua história. Refletiu, olhando para outra pintura muito colorida, com uma moldura muito bonita e larga. Tinha duas vezes o tamanho da porta ao lado. A lona transbordou com figuras brilhantes nas vestes rodando, escritas em torno das longas colunas e fora da galeria de mármore. Eu não sabia se representava à mitologia grega ou se os caracteres que flutuam nas nuvens acima tivessem um significado bíblico.
— Carlisle nadou até a França e depois continuou por toda a Europa, em algumas universidades de lá, à noite ele estudava musica, ciências e medicina, e encontrou sua permanência lá, salvando vidas humanas.
Sua expressão voltou a ser receosa quase reverente.
— Eu não poderia descrever adequadamente o sofrimento de Carlisle durante esses dois séculos, o seu perfeito autocontrole. Agora ele é imune ao cheiro do sangue humano e pode trabalhar com amor sem agonia, ele encontrou uma grande tranquilidade lá no hospital. — Edward olhou fixamente para fora por um momento longo.
Repentinamente ele pareceu se lembra da sua finalidade. Ele deu uma pancada com o dedo sobre a pintura na nossa frente.
— Ele estava estudando na Itália, quando descobriu outros lá. Eram mais educados e civilizados do que os dos bueiros de Londres.
Ele Tocou em um quarteto comparativamente calmo das figuras pintadas no balcão o mais elevado, olhando para baixo calmamente para baixo deles. Eu examinei o grupo cuidadosamente, me espantei quando reconheci o sorriso do homem de cabelo dourado.
— Solimena foi muito inspirado pelos amigos de Carlisle. — Edward riu por entre os dentes. — Aro, Marcus, Caius. — Ele disse indicando três outros homens de cabelo preto. – Os patronos noturnos das artes.
— O que aconteceu com eles? — Milagrosamente falei em voz alta, meu dedo estava alguns centímetros da pintura.
— Eles continuam todos lá. — Encolheu os ombros — Por Deus sabe por quantos milênios, Carlisle ficou com eles por um pouco tempo, só algumas décadas. Ele tinha grande admiração para os seus modos civilizados, refinados, mas eles persistiram em curar sua aversão por sua “comida natural”, Carlisle disse que tentaram persuadir ele, e ele tentou persuadi-los, mas não valeu a pena. A partir daí Carlisle decidiu tentar um novo mundo. Ele sonhava em encontrar outros como ele, era muito sozinho, você entende. Não encontrou ninguém por um logo tempo, mas como monstros se tornam fadas dos dentes. Ele encontrou, podia usar os humanos como intermédio, se fosse apenas um. Começou a exercer a medicina, mas alguns evitavam sua companhia, não podia por em risco a sua familiaridade. Quando a epidemia se alastrou, ele estava trabalhando a noite num hospital em Chicago, ele tinha uma ideia girando em sua mente por diversos anos, e tinha decidido agir, desde que não poderia encontrar um companheiro, criaria um. Ele não estava absolutamente certo de como a transformação ocorreria então hesitou, estava se sentindo receoso por tirar a vida de alguém, pois a sua tinha sido roubada, ele tinha esse pensamento quando me encontrou. Ele me ajudou, eu estava no meu leito de morte, ele cuidou dos meus pais e sabia que eu estava sozinho, decidiu tentar... —Sua voz estava um murmúrio agora, ele olhou fixamente através das janelas ocidentais.
Eu me maravilhei com as pinturas, as memórias de Carlisle estavam em todo lugar. Eu esperei quieta.
Quando ele se virou para mim estava com um sorriso angelical em seu rosto.
—Você deve estar cansada de tantas voltas. — Ele concluiu.
—Você sempre esteve com Carlisle depois disso? —Disse.
— Quase sempre. — Ele colocou sua mão levemente sobre a minha cintura e me puxou para ele.
Me levou através da porta e estávamos de volta à parede com a pintura. Eu me senti honrada em poder ouvir outras historias. Edward não disse nada enquanto voltávamos para o hall, então eu perguntei.
— Quase?
Ele suspirou, pareceu relutar em responder.
— Bem, eu tive um pouco de rebelião adolescente, dez anos depois que eu... Nasci... Fui criado, o que quer que você queira o chamar. Mostrei para ele o meu apetite, assim eu fui atrás da minha própria vida.
— Sério? — Eu estava intrigada ao invés de assustada.
Ele percebeu, eu fiquei onde estávamos, com a cabeça para cima olhando para os degraus, mas não dei muita importância às circunstâncias.
— Você não vai me repelir?
— Não.
— Por que não?
— Eu cogitei isso razoavelmente.
Ele gargalhou mais alto do que antes. Nós estávamos no topo da escada agora, em outro caminho do hall.
— Desde o tempo do meu novo nascimento, — ele murmurou — eu tinha vantagem, sabia o que cada um ao redor de mim estava pensado, ambos humanos e não humanos, isso é porque os meus exames desafiaram Carlisle por dez anos. Eu podia ler sua perfeita sinceridade, eu entendia por a vida tinha colocado ele no meu caminho. Ele fez exames somente de alguns anos ao retorno a Carlisle e comprometeu a sua visão. Eu pensei que talvez fosse depressão, porque eu sei os pensamentos das minhas presas, poderia me fazer de inocente e persuadir só o mal, se eu seguir como um assassino que se aproveita uma menina jovem, se eu a salvasse não seria tão terrível.
Eu imaginei com clareza o que ele descreveu...
Num beco a noite uma garota assustada, com um homem mal atrás dela. Edward, Edward caçou esse terrível e glorioso homem como um bom garoto. Ela estava grata ou estava mais assustada do que antes?
— Mas quando isso passou, eu voltei a ver o monstro em meus olhos, não podia escapar do debito que tinha com a vida humana, apesar de não ser uma boa justificativa. Então eu voltei para Carlisle e Esme, eles me receberam de volta, como dizem, isso é mais do que eu pude descrever.
Nós paramos na frente da última porta do saguão.
— Meu quarto. — Ele informou, abrindo-o e me puxando para dentro.
Seu quarto tinha na parte sul, uma janela parede-feita sob medida pra um grande quarto. Ele tinha como toda a casa muitos vidros, a paisagem era para baixo, evitando o sol que refletia no rio, atrás tinha a intacta floresta e a extensão da Olympic Mountain, as montanhas estavam fechada há muito tempo. Na parede oeste tinha pôster e mais pôster de CDs, o seu quarto era melhor que uma loja de CD, em um canto tinha um sofisticado micro system, do tipo que eu não tocaria porque claro que iria quebrar. Não havia cama somente um sofá de couro preto. O chão era coberto por um grande tapete dourado, as paredes eram escuras.
— A acústica é boa? — Supus.
Ele riu e apontou, ele pegou o controle remoto e ligou o estéreo. Estava quieto, mais agora o som do soft jazz estava conosco no quarto. Fui olhar a sua coleção de musica.
— Como você organizou isso? — Perguntei incapaz de encontrar reação para isso.
Ele não estava prestando atenção,
— Hm, por ano, e pela preferência pessoal. — Ele disse distraidamente.
Eu virei ele estava me olhando com uma expressão peculiar em seus olhos.
— O que?
— Eu fui preparado para sentir... Alívio. Sabendo sobre tudo, não necessitando manter segredos de você, mas eu não podia esperar sentir mais do que isso. Eu gosto disso faz eu me sentir... Feliz. — Ele sugeriu timidamente.
— Eu estou satisfeita. — Disse sorrindo de volta, me preocupei de poder lamentar em dizer estas coisas, era bom saber que não era o acaso, mas então, porque seus olhos dissecaram a minha expressão, seu sorriso murchou e sua testa enrugou.
— Você está esperando para correr e gritar, não está? — Eu supus.
Um sorriso fraco apareceu em seus lábios e ele assentiu.
— Odeio estourar sua bolha, mas você não é realmente como pensa, eu não tenho medo de tudo. — Menti casualmente.
Ele parou levantando e sua sobrancelha provavelmente incrédulo, então um sorriso brilhoso, largo e perverso apareceu.
— Você realmente não devia ter dito isso. — Ele sorriu.
Um som baixo na parte de trás da sua garganta, seus lábios ondularam para trás sobre seus dentes perfeitos. Seu corpo deslocou de repente, metade do seu corpo abaixou-se, enrijecido como um leão próximo de uma presa.
Eu suportei me afastar dele.
— Você não quer.
Não o vi saltar em mim, ele foi muito rápido, me encontrei repentinamente sem ar, nós nos chocamos contra o sofá, batemos na parede e seus braços formaram uma proteção ao redor de mim, eu estava me sentido claramente empurrada, mas estava fazendo um esforço para me sentir bem. O que ele tinha, ondulando-me em uma esfera de encontro a sua caixa, prendendo-me mais firmemente do que correntes do ferro. Eu estava satisfeita por ele está alarmado, mas parecia bem controlado, seu maxilar relaxou, ele sorriu, seus olhos brilharam com humor.
— Você estava dizendo? — Ele disse travesso.
— Que você é muito, muito terrivelmente monstruoso. — Eu disse com sarcasmo perturbando a minha voz.
— Muito melhor. — Ele aprovou.
— Hum. —Eu sugeri. — Você pode sair de cima agora?
Ele só gargalhou.
— Nós podemos entrar? — Uma voz macia chamou do hall.
Lutei para me liberta, mas Edward apenas me reajustou, então eu estava convencionalmente sentada no seu colo, eu pude ver Alice e Jasper atrás dela na porta. Minhas bochechas queimaram, mas Edward sorriu sossegado.
— Vão na frente.
Ele estava mais quieto.
Alice pareceu não achar nada de incomum no nosso abraço, ela caminhou, quase dançando com seus passos graciosos, para o meio do quarto, onde ela se curvou sinuosamente para o chão. Jasper, porém, parou na porta, sua expressão nada chocada. Ele encarou o rosto de Edward, e eu desejei saber se ele estava provando a atmosfera com sua sensibilidade incomum.
— Parecia que você estava tendo Bella para o almoço, e viemos ver se você a dividiria. – Alice anunciou.
Eu endureci por um momento, até que percebi que Edward estava sorrindo, se por causa do comentário dela ou da minha resposta, eu não poderia dizer.
— Desculpe, não acredito que tenha o suficiente para desperdiçar. – Ele replicou, seus braços me segurando imprudentemente apertado.
— De fato. – Jasper disse, sorrindo para si mesmo enquanto caminhava para dentro do quarto. – Alice disse que esta noite terá uma verdadeira tempestade, e Emmett quer jogar bola. Você está no jogo?
As palavras eram bem comuns, mas o contexto me confundiu.
Eu presumi que Alice era um pouco mais confiável que o meteorologista, entretanto. Os olhos de Edward brilharam, mas ele hesitou.
— É claro que você deveria trazer Bella. – Alice gorjeou.
Eu pensei ter visto Jasper lançar um olhar rápido a ela.
— Você quer ir? – Edward me perguntou, excitado, sua expressão vívida.
— Claro. – Eu não poderia desapontar tal rosto. – Hm, onde estamos indo?
— Temos que esperar o raio para jogar a bola, você verá por que. – Ele prometeu.
— Vou precisar de um guarda-chuva?
Todos três riram em voz alta.
— Ela vai? – Jasper perguntou a Alice.
— Não. – ela estava certa. – A tempestade atingirá do outro lado da cidade. Deve estar bem seco na clareira.
— Ótimo, então. – O entusiasmo na voz de Jasper estava pegando, naturalmente.
Eu me encontrava ansiosa, ao invés de assustada.
— Vamos ver se Carlisle quer ir. —Alice se levantou e caminhou até a porta com um estilo que quebraria o coração de qualquer bailarina.
— Como se você não soubesse. — Jasper zombou, e os dois seguiram rapidamente o seu caminho.
— O que vamos jogar? — perguntei.
— Você vai assistir — Edward esclareceu. — Nós vamos jogar baseball.
Eu revirei meus olhos.
— Vampiros gostam de baseball?
— É o passatempo americano — ele disse zombando mas solenemente.

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