30 de setembro de 2015

Capítulo 12

— Zoey! Aqui!
Eu quase chorei de alivio quando ouvi a voz de Damien e vi suas mãos balançando para uma mesa vazia perto dele.
— Oi. — Eu sentei e sorri agradecida para ele.
— Pronta para o primeiro dia?
Não.
Eu acenei. “Sim.” Eu queria dizer mais, mas então um sino tocou e o som de conversa morreu quando Neferet entrou na sala. Ela estava usando uma saia longa preta dividia no lado para mostrar uma bota linda, e um suéter púrpura. Sobre o seio esquerdo, bordado em prata, estava a imagem da deusa com os braços levantados, colocados na lua crescente. O cabelo preto dela estava puxado para trás em uma intricada trança. As várias e delicadas ondas de tatuagem que emolduravam o rosto dela a faziam parecer uma antiga princesa guerreira. Ela sorriu para nós eu pude perceber que a turma toda estava tão presa quanto eu pela atenção poderosa dela.
— Boa noite! Eu estava ansiosa para começar essa unidade. Mergulhai na rica sociologia das Amazonas é um dos meus tópicos favoritos. — Ela apontou para mim. — É uma excelente hora para Zoey Redbird se juntar a nós. Eu sou a mentora de Zoey, então espero que meus alunos deem boas vindas a ela. Damien, você pode, por favor, pegar um livro para Zoey? O armário dela é do lado do seu. Enquanto você explica nosso sistema de armários para ela eu quero que o resto de vocês pensem sobre as noções pré-concebidas que vocês tem sobre as antigas vampiras guerreiras conhecidas como Amazonas.
O tipo barulho de papel e sussurro de alunos começou quando Damien me levou para o fim da sala onde estavam os armários. Ele abriu o que tinha o número “12” em prata. O armário continha prateleiras cheias de livros e suplementos.
— Na House of Night não há armários como os das escolas normais. Aqui, o primeiro período é nossa sala de preparação e cada um de nós tem um armário. A sala sempre estará aberta, então se você vier aqui para pegar livros e etc, como se você estivesse indo para o seu armário. Aqui está o seu livro de sociologia.
Ele me deu um livro grosso com capa de couro com a silhueta da deusa estampada na capa junto com o titulo, Sociologia Vampira 101. Eu peguei o caderno e algumas canetas. Quando fechei a porta do armário eu hesitei.
— Não tem uma fechadura ou algo assim?
— Não. — Damien baixou a voz. — Eles não precisam de fechaduras aqui. Se alguém roubar algo, os vampiros vão saber. Eu nem quero pensar com o que aconteceria com alguém estúpido o bastante para fazer isso.
Nós nos sentamos e eu comecei a escrever sobre a única coisa que eu sabia em relação as Amazonas - que elas eram mulheres guerreiras que não tinham muita utilidade para homens - mas minha mente não estava no trabalho. Ao invés disso, eu estava me perguntando por que Damien, Stevie Rae, e até mesmo Erin e Shaunee surtam sobre se meter em problemas. Eu quero dizer, eu sou uma boa garota - ok, não perfeita, mas ainda sim. Eu só tinha ido para detenção uma vez, e não foi minha culpa. Verdade. Algum garoto idiota me disse para chupar o pau dele. O que eu deveria fazer? Chorar? Rir? Aguentar? Umm... Não... Então ao invés disso eu dei um tapa nele (embora eu prefira a palavra “esmaguei”), e então fui para a detenção por isso.
De qualquer jeito, detenção não era tão ruim. Eu fiz meu dever de casa e comecei o novo livro de Gossip Girl. Claramente detenção na House of Night era mais do que ir para a sala dos professores por 45 minutos de “silêncio” depois da aula. Eu tenho que me lembrar de perguntar a Stevie Rae...
— Primeiro, que partes da tradição amazona ainda praticamos na House of Night? — Neferet perguntou, chamando minha atenção de volta para aula.
Damien levantou a mão.
— A reverência de respeito, com nosso punho por cima do coração, vem das Amazonas, e também o jeito como apertamos a mão - por segurar o antebraço.
— Correto, Damien.
Huh. Isso explica o estranho aperto de mão.
— Então, que noções pré-concebidas temos sobre as guerreiras amazonas? — ela perguntou para a turma.
Uma loira que sentava do outro lado da sala disse — “As amazonas eram muito matriarcais, a lenda tende a adicionar uma camada adicional na história.”
O que você quer dizer com isso?
— Bem, pessoas - especialmente humanos - pensam que as Amazonas odiavam homens — disse Damien.
— Exato. E que aprendemos é que só porque uma sociedade é matriarcal, a nossa é, não significa automaticamente que ela odeia os homens. Até Nyx tem um parceiro, o deus Erébus, a quem ela é devotada. As Amazonas eram únicas, no entanto, porque elas escolheram ser uma sociedade de vampiras que resolveu se proteger e lutar sozinha. Como a maior parte de vocês já sabe que nossa sociedade hoje ainda é matriarcal, mas respeitamos e apreciamos os Filhos da Noite, e os consideramos nossos protetores e parceiros. Agora, abram seus livros no Capitulo Três e vamos dar uma olhada sobre a maior guerreira Amazona, Penthesilea, mas tenham cuidado para manter lenda e história separada na mente de vocês.
E daí Neferet começou uma das aulas mais legais que eu já tive. Eu não tinha ideia que uma hora tinha passado; quando o sino tocou foi uma surpresa. Eu tinha acabado de colocar meu livro de sociologia de volta no armário (ok, eu sei que Damien e Nereret os chamavam de gabinetes, mas, por favor - isso totalmente me lembra dos gabinetes que costumávamos ter no jardim de infância) quando Neferet chamou meu nome. Eu peguei meu caderno e uma caneta e fui até a mesa dela.
— Como você está? — ela perguntou, sorrido afetuosamente.
— Estou bem. Estou legal. — Eu disse rapidamente.
Ela levantou uma sobrancelha para mim.
— Bem, eu suponho que esteja um pouco nervosa e confusa.
— É claro que você está. É muita coisa pra absorver e mudar de escola sempre é difícil - muito mais mudar de escola e vida. — Ela olhou por cima do meu ombro. — Damien, você levaria Zoey para a aula de teatro?
— Claro — Damien disse.
— Zoey, eu vejo você hoje à noite no ritual. Oh, e Aphrodite lhe deu um convite oficial para que você se junte as Filhas das Trevas na sua cerimônia privada depois?
— Sim.
— Eu queria checar de novo com você para ter certeza que você se sinta legal sobre participar. Eu iria, é claro, entender se você não quisesse participar, mas eu encorajo você a ir, eu quero que você aproveite cada oportunidade aqui, que as Filhas das Trevas é uma excelente organização. É um elogio que elas já estejam interessadas em você como um possível membro.
— Estou bem sobre ir. — Eu forcei minha voz e um sorriso indiferente. Obviamente ela esperava que eu fosse, e a última coisa que eu queria era que Neferet ficasse desapontada comigo.
Além do mais, de jeito nenhum eu iria fazer algo que fizesse a Aphrodite pensar que eu tinha medo dela.
— Muito bem. — Neferet disse com entusiasmo. Ela apertou meu braço e eu automaticamente sorri para ela. — Se você precisar de mim, meu escritório é na mesma área que a enfermaria.
Ela olhou para minha testa. — Eu vejo que os pontos dissolveram quase que completamente. Isso é excelente. Sua cabeça ainda dói?
Minha mão imediatamente se dirigiu para a minha têmpora. Eu só podia sentir o calombo de um ponto ou outro hoje quando havia pelo menos 10 ontem. Muito, muito estranho. E, ainda mais estranho, eu não tinha pensado no corte desde hoje de manhã.
Eu também percebi que eu não pensei sobre minha mãe ou Heath ou mesmo a Vovó Redbird...
— Não — eu disse, percebendo que Neferet e Damien estavam esperando minha resposta. — Não, minha cabeça não dói nem um pouco.
— Ótimo! Bem, é melhor vocês dois irem. Eu sei que você ama teatro. Eu acho que a Professora Nolan acabou de começar a trabalhar com monólogos.
Eu estava na metade do corredor, correndo para acompanhar Damien quando eu percebi.
— Como ela sabia que eu iria fazer Teatro? Eu decidi só hoje de manhã.
— Vampiros adultos sabem de mais às vezes, — Damien sussurrou. — Risque isso. Adultos vampiros sabem demais o tempo todo, especialmente quando essa vampira é a Alta Sacerdotisa.
Devido ao que eu não estava contando a Neferet eu não queria pensar muito sobre isso.
— Hey, gente! — Stevie Rae disse se aproximando. — Como foi Sociologia Vampira? Vocês começaram a ver as Amazonas?
— Foi legal. — Eu estava feliz por mudar de assunto dos muito misteriosos vampiros. — Eu não tinha ideia que elas realmente cortavam seu seio direito para tirar eles do caminho.
— Elas não teriam que fazer isso se fossem tão chatas quanto eu — disse Stevie Rae, olhando para seu próprio peito.
— Ou eu — disse Damien dramaticamente.
Eu ainda estava rindo quando eles me mostraram a sala de teatro.
A professora Nolan não esvaia poder como Neferet. Ao invés disso, ela esvaia energia. Ela tinha um atlético, mas de algum jeito, corpo em forma de pêra. Seu cabelo escuro era longo e liso.
E Stevie Rae estava certa - ela tinha um sotaque texano muito carregado.
— Zoey, bem vinda! Sente em qualquer lugar.
Eu disse “oi” e sentei perto da garota Elizabeth que eu reconheci da aula de Sociologia Vampira. Ela parecia amigável o suficiente e eu já sabia que ela era esperta. (Nunca é ruim sentar perto de alguém esperto.)
— Estávamos para começar a escolher que monólogo cada um de vocês vai apresentar na aula em algum horário semana que vem. Mas primeiro, eu achei que você gostaria de ver uma demonstração de como um monólogo deve ser apresentado, então eu pedi a um dos nossos talentosos veteranos para passar aqui e recitar um famoso monologo de Otelo, escrito por antigo escritor de peças vampiro, Shakespeare. — A professora Nolan parou e olhou para a janela na porta. — Aqui está ele.
A porta abriu e oh Jesus Maria do céu, eu acredito que meu coração parou de bater. Eu tenho certeza que minha boca abriu como se eu fosse uma retardada. Ele era o cara mais lindo que eu já tinha visto. Ele era alto e tinha cabelo escuro que fazia aquela coisa curvadinha com o cabelo igual ao do Superman. Os olhos dele eram de um azul safira incrível e...
Oh. Inferno! Inferno! Inferno! Era o cara do corredor.
— Entre, Erik. Como sempre, seu timing para entrar é perfeito. Já estamos prontos para o seu monólogo. — Ela virou para a turma. — A maior parte de vocês já conhece o quintanista, Erik Night, e sabem que ele ganhou a competição mundial de monólogos da House of Night ano passado, as finais se passaram em Londres. Ele também já está criando uma confusão em Hollywood assim como na Broadway por sua performance no semestre passado como Tony na nossa produção de “West Side Story.” A turma é sua, Erik. — A professora Nolan disse.
Como se meu corpo de repente estivesse funcionando no modo automático, eu bati palmas com o resto da turma. Sorrindo e confiante, Erik pisou no pequeno palco que estava situado no centro da sala arejada.
— Olá. Como vocês estão?
Ele falou diretamente para mim. Eu quero dizer, diretamente para mim. Eu podia sentir meu rosto ficando mais quente.
— Monólogos podem parecer intimidantes, mas a chave é ter suas falas decoradas, e então imaginar que você realmente está atuando com um grupo de atores. Se engane a pensar que não está sozinho, desse jeito...
E ele começou o monólogo de Otelo. Eu não sei muito sobre a peça, a não ser que é uma das tragédias de Shakespeare, mas a atuação de Erik era incrível. Ele era um cara alto, provavelmente tinha pelo menos 1,80 cm, mas foi quando ele começou a falar que ele pareceu mais velho e alto e mais poderoso. A voz dele era profunda e ele tinha um sotaque que eu não reconhecia. Os incríveis olhos dele escureceram e se estreitaram, e quando ele disse o nome de Desdemona era como se ele estivesse rezando. Era óbvio que ele a amava, mesmo antes dele terminar de falar as linhas: “Ela me ama pelos perigos que eu passei, e eu amo que ela não tenha diminuído eles.”
Enquanto ele dizia as duas últimas falas os olhos dele se prenderam nos meus, e como tinha acontecido no corredor no dia anterior, pareceu que não havia mais ninguém na sala - mais ninguém no mundo. Eu senti um calafrio profundo, muito parecido com o que eu tinha sentido nas duas vezes que tinha sentido o cheiro de sangue desde que fui Marcada, só que nenhum sangue tinha sido derramado na sala. Só havia Erik. E então ele sorriu, tocou os lábios nos dedos como se estivesse me mandando um beijo, e fez uma reverência. A classe toda aplaudiu feito louca, incluindo eu. Verdade. Eu não consegui impedir.
— Agora, é assim que se faz — A professora Nolan disse. — Então, tem cópias de monólogos nas prateleiras vermelhas atrás da sala. Cada um de vocês vai pegar vários livros e começar a procurar por eles. O que vocês estão tentando achar é uma cena que signifique muito para você - que toque alguma parte da alma de vocês. Eu vou circular e posso responder qualquer pergunta que vocês tenham sobre os monólogos individuais. Quando escolherem suas peças, eu vou passar os passos que precisam ser tomados enquanto vocês se preparam para sua apresentação. — Com um sorriso energético e um aceno, ela disse a nós para começar a procurar pelos zilhões de livros de monólogo.
Eu ainda me sentia corada e sem ar, mas levantei com o resto da turma, embora não conseguisse parar de espiar para Erik por cima dos ombros. Ele estava (infelizmente) saindo da sala, mas não antes de virar e me pegar olhando para ele. Eu corei (de novo). Ele encontrou meus olhos e sorriu diretamente para mim (de novo). E então saiu.
— Ele é tão gostoso — alguém sussurrou no meu ouvido. Eu virei, e chocantemente, a Srta. Estudante Perfeita Elizabeth estava olhando Erik sair e ventilando.
— Ele tem namorada? — eu comentei como uma idiota.
— Só nos meus sonhos — Elizabeth disse. — Na verdade, dizem os rumores que ele e Aphrodite costumavam ficar, mas eu estou aqui há alguns meses e eles já acabaram desde então. Aqui vamos nós — ela jogou alguns livros de monólogo para mim. — Eu sou Elizabeth, sem sobrenome.
Meu rosto era um ponto de interrogação.
Ela suspirou. — Meu sobrenome era Titswoeth. Você consegue imaginar? Quando cheguei aqui, algumas semanas atrás e meu mentor explicou que eu podia mudar meu nome para o que eu quisesse, eu sabia que eu iria me livrar do Titswoeth, mas daí tinha todo o problema de escolher um novo sobrenome que me estressava demais. Então eu decidi manter meu nome e não ter um sobrenome. Elizabeth Sem Sobrenome deu nos ombros.
— Bem, olá — eu disse. — Tem alguns garotos muito estranhos por aqui.
— Hey — ela disse quando voltamos para nossas mesas. — Erik estava olhando você.
— Ele estava olhando para todo mundo — eu disse, embora eu pudesse sentir meu estúpido rosto ficando cada vez mais quente e vermelho.
— Yeah, mas ele realmente estava olhando para você. — Ela riu e acrescentou — Oh, eu acho que a sua Marca colorida é legal.
— Obrigado. — Provavelmente estava muito estranha com meu rosto vermelho.
— Qualquer pergunta sobre escolher um monólogo, Zoey? — A professora Nolan perguntou, me fazendo dar um pulo.
— Não, professora Nolan. Eu já os fiz antes na aula de teatro de SIHS.
— Muito bom. Diga-me se tiver que esclarecer personagens para você. — Ela deu um tapinha no meu braço e continuou se movendo pela sala. Eu abri o primeiro livro e comecei a virar as paginas, tentando (Sem sucesso) esquecer sobre Erik e me concentrar no monólogo.
Ele estava olhando para mim. Mas por quê? Ele deveria saber que era eu no corredor. Então que tipo de interesse em mim ele estava mostrando? E eu queria que um cara gostasse de mim sendo que ele estava sendo chupado por aquela nojenta da Aphrodite? Eu provavelmente não deveria. Eu quero dizer, eu definitivamente não iria continuar onde ela parou. Ou talvez ele só estivesse curioso pela minha Marca colorida, como praticamente todos estavam.
Mas não foi isso que pareceu... Pareceu que ele estava olhando para mim. E eu gostei.
Eu olhei para o livro que eu estive ignorando. As páginas estavam abertas no subcapítulo: Monólogos Dramáticos para Mulheres. O primeiro monólogo era “Sempre Ridícula” por Jose Echegaray.
Bem, diabos. Era provavelmente um sinal.

5 comentários:

  1. primeira a comentar HaHa

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  2. Eu ODEIO quando tem um personagem bonitão e a protagonista fica toda abalada e não consegue parar de pensar nele sendo que nem falou com o cara direito, só viu ele umas poucas vezes. Tipo, ACORDAAA! PARE DE SER TÃO SUPERFICIAL, É SÓ UM CARA BONITO!
    Essas autoras teens tem que parar com essa mania de "heart attack à primeira vista", acho tão chato.
    Tá bom você ver uma pessoa bem bonita, molhar a calcinha e tals, falar "Nossa, que gostoso", mas agora ficar mega abaladona por um cara que tu nem conhece já tá chato pra kct. Cadê a criatividade de fazer uma introdução melhor ao romance, fazer os personagens se apaixonarem aos poucos? Uma coisa mais sutil e mais interessante. Na maioria desses livros teens tu já sabe quem a mina vai pegar pq a autora já fica com essa melação de "AÍ ELE OLHOU PRA MIM E EU OLHEI PRA ELE E BLÁ BLÁ BLÁ" *revirando os olhos* Já tô ficando estressada com esse livro.

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    1. Disse tudo, também fico bem emputecida com isso. Acho chato e imaturo, parece que vai nascer um romance bobo e sem conteúdo.

      Essa história também é meio cliché. Tô tentando dar uma chance ao livro, mas é bem comum esse enredo. O novo mesmo é só o cenário, o que eu também achei um tanto estranho em relação a escola e suas propriedades um tanto... diferentes, mas ao mesmo tempo sem algo mais substancial.

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    2. FINALMENTE ALGUEM PENSA COMO EU. E ainda as personagens ficam "endeusando" os caras, e irrita pq é sempre assim """"amor"""""" a primeira vista nada de as pessoas irem se gostando aos poucos. Deuses, isso é muito superficial. Existe tesão a primeira vista, não amor, nem mesmo nesses mundos mágicos. Muitos livros tem historias fantásticas mas acabam ficando chatos por causa desses romances forçados.

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  3. " O primeiro monólogo era “Sempre Ridícula” por Jose Echegaray. Bem, diabos. Era provavelmente um sinal."

    Tu es tão estupida!!

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